Login
E-mail
Senha
|Esqueceu a senha?|

  Editora


www.komedi.com.br
tel.:(19)3234.4864
 
  Texto selecionado
AMAR DEMAIS 7 NOVEL 14 ANOS
DE PAULO FOG E IONE AZ
paulo azambuja

Resumo:
BOM

10




          MESES depois ali a descer do táxi, Pietra e priscila em trajes chiques de noite, Pi fora convidada a um coquetel oferecido pela empresa de Lázaro aos funcionários e novos colaboradores.
    - Ainda não sei por que te deixei me arrastar até aqui, afinal não tenho nada a ver com esta empresa.
    - Nem eu, só com o dono, aquele gato.
    - Realmente Pi você é mais louca do que eu pensava.
    - Ainda bem, se não teria desistido de continuar a azucrinar-lhe para vir comigo.
    - Por que não trouxe seu marido?
    - Pirou, ficou louca, jamais traria ele aqui.
    - Pois é, ai vejo o quanto você é louca mesmo.
    - Vai, vamos mulher. As duas seguem até as duas moças recepcionistas dali que conferem o convite e liberam a entrada delas.
    - Obrigada.
    Ja de inicio Pi pega duas taças para cada de champanhe.
    - Tá louca mulher é uma para cada.
    - Odeio miséria.
    - Meu Deus.
    - Quer um chiclet?
    - Você trouxe essa coisa contigo, depois no banheiro.
    - Tá, tudo bem.
    Logo entram na pista de dança, repleta de jovens, lindas moças em belissimos trajes, homens novos muito bem trajados.
    - Meu Deus o que é isso, parecem modelos.
    - E são, o Lázaro me disse que iria ter vários deuses, diz ele que servem para inebriar os clientes e o ambiente.
    - Sei lá, deve funcionar.
    - Com certeza, que sim.
    Ao longe um rapaz e um senhor observam as duas.
    - Então ela veio?
    - Como o senhor esperava.
    - Demétrio, por favor mantenha Lázaro distante dela por enquanto.
    - Sim sr.
    Jean desce do mesanino e vai até elas se apresentando.
    - Olá moças.
    - Oi.
    - Sou Jean Firc's.
    - Firc's, é filho ou....
    - Sim, sou filho.
    Pietra demonstra um certo nervosismo ao ouvir aquilo, mas o rapaz lhe sorri.
    - Aproveitem a festa.
    - Muito obrigado.
    Priscila vê ali a amiga quase a passar mal.
    - Aconteceu algo Pietra?
    - Não, não foi nada.
    - Seu nome é Pietra, lindo nome, tem certeza que esta bem?
    - Sim, obrigada.
    - E você?
    - Sou priscila, parente dela.
    - Muito prazer.
    - Obrigada.
    - Mais uma vez reitero, sintam se á vontade.
    - Obrigado. O rapaz sai dali e segue para um outro ambiente, logo faz sinal ao garçom para que sirvam muito bem as duas ali.
    Já perto das 1 da manhã, Lázaro ja havia feito seu pronunciamento e grande parte dos convidados já estão indo embora, Pri tenta levantar Pietra que esta alli debruçada a mesa tomada pelas champa.
    - Sabia que ia acontecer algo.
    - O que foi, vai, vamos tomar mais um pouco, é bom estas bebidas e de marca boa.
    - Não, vamos embora ou vou ter de ligar para o Samuel?
    - Não, não faça isso aquele estraga prazeres ia estragar tudo isso aqui.
    - Vamos Pi.
    - Tudo bem.
    Pi consegue se levantar, logo pri ajuda a amiga levando-a até a porta, ali surge Jean.
    - Aconteceu algo?
    - Me desculpe, só minha amiga se embriagou.
    - Nossa, acontece.
    - De todo modo, me desculpe e muito obrigado.
    - Oras, que bom que tenham gostado, afinal pessoas como vocês não tem costume de vir e tampouco frequentar as roas sociais e os frutos dessas.
    - Então chegou o momento das humilhações.
    - Jamais, não somos deste tipo, só quero algo de sua amiga ou parente.
    - O quê?
    - Que ela mantenha distância do Lázaro, ele tem família entendeu.
    - Olhe Jean, não nos conhecemos, eu muito pouco sei da vida particular de Pietra, porém se existe um caso ou seja o que for entre eles, não foi ppor um só, foram os doois então deve saber muito bem que seu pai também é errado nessa estória.
    - Só sei que quero ela, vocês todos longe da gente, de minha casa, empresa, família.
    - De minha parte pode ficar tranquilo, ja estmos indo embora e não pretendo nunca mais ter qualquer tipo de contato contigo ou sua família, tudo bem?
    - Só vão embora.
    Uma mulher loira alta, elegante, em trajes finos se aproxima deles.
    - O que houve Jean, esse tom de voz, quem são essas moças?
    - Não importa mãe, elas ja estão de saída.
    - Mais o que houve?
    - Nada mãe.
    Priscila vai mais adiante com Pietra que se desequilibra e cai.
    - Meu Deus, esta moça esta mau.
    - Deixe-a mãe.
    - Pare Jean, não sei o que tem ou esta se passando aqui, mais é nitido essa moça bebeu um pouco a mais.
    - Deixe-a. O rapaz tenta levar Marisa dali, porém sua mãe é irredutível.
    - Essa não é e nem foi a educação que demos a você, Jean.
    Lázaro vai se aproximando dali porém Demétrios o puxa para um outro lado do salão.
    Priscila fica um tanto constrangida com aquilo e lágrimas descem de seus olhos até que...
    - Finalmente, encontrei as duas, estava a procura quase 30 minutos.
    - Diogo, dr, você as conhece?
    - Sim Marisa, são paciente e amigas antigas.
    - Ah sim.
    Priscila levanta os olhos e ali a sua frente, Diogo em trajes sociais, elegante e exalando nobreza.
    - Vamos. Ele estende a mão ajudando a levantar Pi e os 3 seguem para fora.
    - Obrigado Marisa, agradeça a Lázaro, estava tudo perfeito, apesar que sabemos que fora tudo com seu toque especial.
    - Obrigado dr, como sempre gentil e um êxímio cavalheiro.
    - Suas festas são como um novo amanhecer para mim.
    - Elas vão ficar bem?
    - Sim, somente um pouco de felicidade, em excesso. Risos.
    Priscila olha com certo ódio para o homem ali.
    Já no carro dele, Diogo olha fixo para Priscila.
    - Então te achei, logo aqui.
    - Pode nos deixar na próxima esquina.
    - Não, faço questão de leva-las até suas casa.
    - Por mim.
    



    



                             11


        Priscila acorda e ali do lado, Diogo sem camisa deitado.
   - Meu Deus.
   - Pare, vai acordar os outros.
   - Que outros?
   Só ai Priscila se dá copnta que esta na casa de Pietra, num colchão inflável.
   - Como vim para cá?
   - Puxa, sua amiga que bebe e você obtém os sintomas.
   - Deixe de bobagens.
   - Te perguntei o endereço, você não quis dar o seu.
   - Estou me lembrando.
   - Pois é, ela deu o dela.
   - E por que você está aqui?
   - Ai é outra estória.
   - Que estória?
   - Você fez o maior show comigo ai na frente, me xingou e por fim disse que me odiava por te-la abandonado com nossos filhos.
   - Meus filhos, e não menti.
   - Então você terminou dizendo que me amava e nunca me esqueceu.
   - Eu jamais falaria tal coisa.
   - Mais disse.
   Samuel aparece ali com toalhas e sabonetes.
   - Aqui Diogo.
   - Obrigado.
   - Olá Samuel.
   - Bom dia Priscila.
   - Bom dia.
   Priscila fica ali envergonhada por ter dormido na sala dele.
   - Me desculpe Samuka.
   - Só tenho de lhes agradecer, afinal trouxeram minha mulher sã e salva do lugar onde ela foi.
   - Não foi nada.
   Higiene feita por ambos, Samuel serve o café para eles que comem em silêncio.
   - Esta decidido.
   - O quê?
   - Você vem comigo.
   - Para onde?
   - Já vai saber.
   Após as despedidas eles seguem no carro de Diogo até parar na portaria do prédio onde Priscila mora com os filhos.
   - Que lugar é esse?
   - A casa dos seus filhos.
   - Como?
   - Vamos entrar.
   - Melhor não.
   - Ou entra ou entra.
   - Tudo bem.
   Ao abrir a pporta, ali Kauê sai do quarto em toalha, leva consigo algumas rooupas para a área de serviço.
   Kauã chega ali atrás deles com pacote de pães e leite.
   - Mãe.
   - Bom dia filhos.
   Mesa posta, ali os 4 se olham.
   - Bem meninos, este é o Diogo, o pai de vocês dois.
   - O quê?
   - Ele é seu pai.
   Kauã deixa a mesa e Kauê o cumprimenta de forma simples e segue para o quarto.
   - Era isso que queria, estava tramando isso, sua vingança.
   - Não Diogo, só não quero mais ter de mentir, dizendo que estava fora do país á trabalho.
   - Eles sabem da nossa estória?
   - Quase toda.
   - E agora?
   - Se for realmente o homem que eu ainda acredito que possa ser, você vai conquista-los.
   - Mais ja faz muito tempo.
   - Vinte anos.
   - Então.
   - Pare Diogo, seja realista, ai agora você os viu, era isso que pretendia desde o inicio.
   - Não sei como começar.
   - Que tal falando com eles.
   - Será que posso?
   - Vai.
   Diogo toma ar, trazendo para si um impulso, uma força superior para aquele momento, ele bate de leve na porta do quarto dos rapazes, ali ambos sentados em suas camas, Kauã visivelmente abatido com aquela revelação.
   - Vai logo, diz por que só agora apareceu, na realidade não precisamos de você, quando foi preciso você não estava com a gente, não quis saber da gente, não é?
   - Eu sempre soube de vocês.
   - Como?
   - A Priscila de um jeito ou outro enviava cartas, fotos, e mails, vídeos de vocês.
   - Ela sabia que você não estava fora, por que você não estava não é?
   - Não, sempre estive no país.
   - Que droga, droga do jeito de jogar tudo que foi perdido, por 20 anos assim na cara da gente, na lata.
   - Eu tenho outra família.
   - O quê?
   - Fiquem calmos, ela não sabia, e minha esposa não sabe de vocês.
   - E você fala assim desse modo é mais educado e mais fácil da gente entender, é isso?
   - Não, realmente não, mais é esta a verdade.
   - Sai daqui.
   - Eu também não sabia que iria ficar assim, não queria que acontecesse...
   - Sai daqui.
   - Me desculpem.
   - Sai.
   Diogo sai do quarto, ali em pé ao lado da porta, Priscila lhe entrega uma xícara de café e seu terno.
   - Obrigado.
   - Eu é que tenho de lhe agradecer.
   - Vai ficar bem?
   - Sim, agora eles já sabem de tudo, já o conhece.
   - É mesmo.
   - Vai, fica tranquilo, vou falar com eles.
   - Tem certeza?
   - Sou mãe, eles tem de ouvir algumas coisas que há tempos eu ja deveria ter dito.
   - Tá, ja sabe meu número, me liga, promete.
   - Pode deixar, não vou mais perde-lo de contato.
   - Tá. Ele termina o seu café e lhe devolve a xícara para ela, saindo com o terno no ombro.
   No carro o homem desaba em lágrimas e bate por algumas vezes com a cabeça ao volante e sai dali, no apartamento Priscila derrama lágrimas a mesa em meio aos farelos dos pães, logo Kauã e Kauê vem ali abraçando-a.
   - Eu só quero algo de vocês, não o julguem mal, eu também tive e muita culpa em tudo.
   - Mãe.
   - É vocês veem esta mulher, forte, corajosa, valente e carinhosa, mais já tive meus lotes de soberba e megerice.
   - Você, nunca mãe.
   - Quando fiquei grávida de vocês, o fiz por que tinha como objetivo tirar o Diogo da mulher, da família dele.
   - Como?
   - É, eu sempre soube da família dele.
   - Mais você era jovem, não tinha idéia...
   - Muito mais do que vocês dois podem imaginar, nunca fui boba, acreditem.
   - Mais é...
   
   30102018............................


Biografia:
gosto de escrever
Número de vezes que este texto foi lido: 109


Outros títulos do mesmo autor

Contos SÓ VIVER NOVEL LGBT 18 ANOS paulo azambuja
Romance AMAR DEMAIS 9 NOVEL paulo azambuja
Romance AMAR DEMAIS 8 NOVEL LIVRE 14 ANOS paulo azambuja
Contos CLOSEDFECHADO 8 CAP FINAL TERROR paulo azambuja
Romance AMAR DEMAIS 7 NOVEL 14 ANOS paulo azambuja
Romance AMAR DEMAIS 6 NOVEL LIVRE 14 ANOS paulo azambuja
Romance AMAR DEMAIS 5 NOVEL LIVRE 14 ANOS paulo azambuja
Contos CLOSEDFECHADO 7 TERROR paulo azambuja
Contos CLOSEDFECHADO CAP 6 TERROR paulo azambuja
Romance AMAR DEMAIS CAP 4 paulo azambuja

Páginas: Próxima Última

Publicações de número 1 até 10 de um total de 97.

  Envie este texto por e-mail
Digite seu nome:
Digite seu endereço de e-mail:
Digite o nome do destinatário do e-mail:
Digite o endereço de e-mail do destinatário:

escrita@komedi.com.br © 2018
 
  Textos mais lidos
A Dama e o Valete - Talita Vasconcelos 185698 Visitas
PÃO E CIRCO - Tércio Sthal 164401 Visitas
Era uma casa grande - helena Maria Rabello Lyra 163893 Visitas
E assim foi a nossa história... - Nandoww 130810 Visitas
ENTENDA DE UMA VEZ POR TODAS O HINO NACIONAL - Fabbio Cortez 117927 Visitas
Transgressão do Dever - helena Maria Rabello Lyra 81140 Visitas
Esse mês de Julho... - Nandoww 69977 Visitas
Carta a um amor impossível - Carla (Fada) 65204 Visitas
Fazendo amor - Milena Marques 60536 Visitas
Há uma urgência do amor.. - Sabrina Dos Santos 55917 Visitas

Páginas: Próxima Última