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AMAR DEMAIS 5 NOVEL LIVRE 14 ANOS
DE PAULO FOG E IONE AZ
paulo azambuja

Resumo:
EXCELENTE

- Sabe ás vezes acho que aquele tal advogado nem era um advogado assim, de verdade, entende.
      - Pode até ser, Diogo é capaz de tudo.
      - Nossa, mais negar o sustento dos filhos.
      - Vai, me ajuda aqui na cozinha.
      - Eu não, sai fora, vim aqui é para curtir tomar umas, ver meus netos.
      - Sei, veio é beber né mãe?
      - Vai logo traz mais uma que essa desceu rasgando de bom, agora traz aquela que você ia tomar mais tarde.
      - Mãe, não entendo por que a senhora não muda, o Moi é tão bom para ti.
      - Talvez seja isso, sempre temos de desconfiar dos muito bons, entende.
      - Ah, vai, tome o que quiser, ja é grande e vacinada.
      - Ai sim, falou minha caçula linda.
      - Sou tua única caçula, se esqueceu?
      - Eita cerveja doce pra caramba, ai eu gosto muitoooooo.
      - Bem, mudando de pato a ganso, por que vocês não mudam para o apartamento do Adrian, afinal ele comprou pra vocês?
      - Que bom que me lembrou senão ia sem te dizer.
      - O quê mãe?
      - Seu irmão chega o mês que vem.
      - Sério, quando soube?
      - Ele ligou semana passada, o Moi atendeu e depois quando eu cheguei ele me disse.
      - E só agora a senhora me diz, mãe.
      - Oras eu estou te dizendo.
      - Nossa tenho que começar a lista para uma boas vindas.
      - Oba, festinha e cerveja, tô dentro.
      - Isso eu ja sabia, falou em festa, taí a dona do frezzer.   Sandra ri descaradamente.
      - Tô dentro princesa da mãe.
      - Mãe.
      - Minha filha ja te criei, ajudei a criar os seus, agora quero mais é festar, querida.
      - Vai, até parece, nos criou sim, mais nunca largou da bebida.
      - Fazer o quê, ela me persegue, linda.
      - E a Pi, mãe?
      - Esta as voltas com Samuel.
      - Finalmente decidiu por ele.
      - Estão juntos daquele jeito, sabe não entendo esse jovens de hoje.
      - Olhe só quem diz. Risos.
      - Aquela menina é bem louquinha.
      - Até parece alguém que eu conheço.
      - Tá, agora vou preparar, melhor terminar o preparo do almoço.
      - Vai, eu vou ficar aqui sentadinha, apreciando a melhor coisa da vida, minha geladaaaaa.
      Sandra fica ali a beber, pri termina o almoço já de olho no relógio, a tarde tem serviço na clinica, ficará até o fim do expediente.
      - Você vai me esperar para irmos, mãe?
      - Claro, hoje estou livre, se apresse, quero tomar uma naquela lanchonete perto do seu serviço.
      - Sabia que não ia de graça.
      - Você que paga hein.
      - Tudo bem.










                                    8





               Pietra estende as roupas no varal, deixa ali e segue para a cozinha onde confere o andamento do almoço, som ligado alto, Samuel entra na sala em macacão sujo de graxa e abaixa o volume, ali no sofá o celular dela toca.
       - Pi.
       - O que foi?
       - Seu celular.
       Ela pega o aparelho com aquele olhar distante para o marido, atende na frente dele e logo desliga.
       - Quem era?
       - Sei lá, não se identificou.
       - Já vamos saber, me dá essa bosta.
       - Chega Samuel, você não manda em mim.
       - Sou teu marido.
       - No papel, querido, papel, na vida há muito que não és. Samuel lhe dá um tapa, ela revida porém ele segura a mão dela.
       - Cafajeste, ordinário, peste, agora sim quero o divórcio.
       - Para quê, ir atrás daquele empresário?
       - E se for, o que você tem com isso.
       - Pi, preste atenção, não sou aquilo que você queria, mais cara, não te falta nada.
       - Me falta sim, me falta minha liberdade.
       - Liberdade, uma mulher com 4 filhos.
       - Se é isso, pode ficar com eles.
       - Presta atenção no que esta dizendo.
       - Cansei, chega. Ela começa a gritar e quebrar as coisas ali, até que Samuel a agarra e a leva para o quarto, ali ele rasga suas roupas e a joga na cama, ainda em gritos eles transam.
       Meia hora depois ali nús na cama, ela acaricia com a ponta dos dedos o corpo dele.
       - A gente tem que procurar uma ajuda.
       - Em quê?
       - É sério mano, isso não é normal, cara, você esta com marcas no rosto.
       - E daí você que fez, não vou te denunciar, esqueceu.
       - Para mano isso tá muito louco.
       - Por falar, e ai trouxe a grana?
       - Deixei debaixo da almofada no sofá.
       Pietra sai da cama correndo, pega a grana e volta, deita ali e abre a cômoda de onde tira um maço de cigarro acende um para eles.
       - Vai almoçar?
       - Claro, se esqueceu trabalho.
       - Não, meu amor, só que este trabalho não dá tanta grana assim.
       - Vai logo, se veste, assim que os meninos chegarem e almoçarem você vai na agência e deposite.
       - Tá louco, hoje no banco, jamais, vou naquela lotérica.
       - Presta atenção, você esta depositando muito ali.
       - Deixa comigo, amore, o velho dali é bem legalzinho comigo.
       - O que foi agora, vai atacar o velhote também?
       - Bem que ele tá no capricho.
       - Me respeite. Samuel sai da cama, pega a toalha seguindo para o banho, sai e almoça enrolado a toalha.
       Logo chegam os garotos na van escolar.
       - Obrigado seu Tito.
       Pietra pega as mochilas e lancheiras e entra com os filhos, chama a atenção de Samuel que corre para o quarto se trocar sob os risos dos garotos.
       Minutos depois ali na mesa todos almoçam.
       - Não esquece amor.
       - Tá legal.
       Assim que ele sai, ela liga para uma colega que vem tomar conta dos filhos, ali vestida em calça, blusinha, faz a make, sapato de salto médio e se despede deles.
       - A mãe já volta tá.
       - Volta logo mãe.
       - Sim meus queridos.
       Marta olha fixo em Pi.
       - Por favor não chegue tão tarde quando da ultima vez.
       - Fazer o quê querida os crush me querem.
       - Vai logo, Pi, tô falando sério, uma hora seu esposo vem e não te acha, daí ja viu.
       - Ai você faz aquele combinado com ele.
       - Deus me livre.
       - O que foi, para Marta, ja notei há tempos seu olhar para ele.
       - Me respeite hein. Pietra sorri e joga beijos ela.
       - Fui.
       - Vai.
       No ponto de ônibus ela tira da bolsa seu vidro de perfume, borrifa no corpo e torna a guarda-lo, sob os olhares reprovadores de algumas senhoras ali.
       - O que foi mau amadas.
       Para o ônibus ela entra, 3 pontos depois desce no centro comercial, vai na lotérica e faz os depósitos e segue pelo calçadão a olhar as vitrines até entrar num Atacado onde faz uma compra, paga com cheque e na saída um carro de aplicativo a aguarda.
       - Naquele endereço moço, por favor.
       - Pode deixar, será entregue.
       - Isso eu tenho certeza afinal, não é legal brincar com Samuka.
       - Jamais senhora.
       - Obrigado colega, tá pago?
       - Sim.
       - Então só seguir, tchau.
       O carro sai e ela ali no celular no aplicativo de mensagem para Marta sobre a compra a ser entregue, logo faz uma ligação.
       - Ja estou pronta.
       - Estou indo.
       Vinte minutos depois para ali um carro preto e ela entra.
       - Oi.
       - Nossa você esta um tesão.
       - Como sempre com suas brincadeiras.
       - Tá gata demais.
       - Meu marido fala o mesmo.
       - Vamos esquecer dele, por favor.
       - Adorei gato. Pietra se joga em cima de Lázaro, empresário no ramo de revenda de auto de luxo.
       - Nossa e esse perfume.
       - Pasei só para ti.
       - Gostosa.
       - Vai, vamos logo. O homem dá partida no carro seguindo para o motel.
       Na suíte mais cara, com direito a cascata de champanhe, ela faz um strip para ele, que enlouquece com cada peça que ela tira e joga nele, nua ela faz diversas dançinhas ali, finalizando em funk em cima dele.

       20102018.............................
       

      

   



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