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E A FÉ EM DEUS, PARA QUE SERVE?
Um estilo de vida, um amuleto de sorte ou um meio de terceirizar responsabilidades?
ANTONIO FERREIRA BISPO

Resumo:
É preciso repensar sobre a utilidade ou inutilidade da fé baseada apenas em rituais. As cadeias publicas lotadas e hospitais cheios de pessoas morrendo a míngua, delata que esse estilo de espiritualidade para nada serve.


*Por Antônio F. Bispo
   Para quem já se deu ao direito de estudar a história da fé cristã como a conhecemos hoje, livre da supervisão de seus inquisidores com conteúdo que vão além dos materiais fornecidos ou sugeridos pela própria instituição qual esteja inserido, sabe exatamente como esse modelo de crença foi montado intencionalmente para um propósito específico e possivelmente ache redundante fazer questionamentos cujas respostas podem ser obtidas em silencio, apenas observando entre o que se é dito e o que se tem feito em nome dessa e de outras crenças.
   Assim como em outros textos, a intenção aqui é levar o que ler a questionar a utilidade de seus ritos religiosos, e o quanto esses tem realmente efeito para resoluções de problemas sociais ou de conflitos internos. Para nada serve um estilo de crença cujo efeito só teria utilidade no povir em caso de uma possível salvação se fosse o caso, sem falar que a própria crença afirma que é pelas atitudes do presente que as pessoas serão recompensadas no futuro.
Se o próprio livro tido como sagrado pelos cristãos chega a dizer que a fé sem as obras é morta, nesse aspecto de interpretação podemos concluir que as igrejas tem sido grandes cemitérios particulares, onde o “coveiro” também operando no modo zumbi, é o primeiro a viver um estilo de vida antagônico ao que se propõe aos próprios ideais da fé que adotou substituindo a utilidade das boas ações por ritos litúrgicos que servem mais para explorar a ingenuidade do povo do que realmente produzir mudanças sociais profundas para o bem.
Se o diabo fosse real, e pudesse ser representado em forma humana em nossos dias, certamente ele estaria se escondendo atrás de um “livro sagrado”, usando ternos caros e bonitos, luxando, comendo e bebendo do bom e do melhor enquanto suga até o último centavo do povo usando a ideia do sagrado como base moral para isso, afundando os tais em liturgias que em nada modificam o homem para melhor, priorizando mais a embalagem do que o conteúdo.
   Se comparamos em nossa nação, a quantidade de pessoas que dizem ter deus no coração, e o resultado de suas ações no cotidiano, podemos chegar a triste conclusão de que esse modelo de crença adotado nos últimos 2 mil anos no ocidente não serve para nada, ou que o ser venerado a quem se atribui todas as qualidades surreais não passa na verdade de um ser omisso ou por demais contraditório.
   Se ter fé em deus é algo bom, e se levarmos em conta que mais de 90% das pessoas em nossa nação diz acreditar em deus, deveríamos então vivermos em uma sociedade angelical se realmente a crença em deus servisse pra alguma coisa.
Nesse país, é mais tolerável um sujeito ter em seu currículo 50 homicídios, 100 estupros e 200 assaltos seguidos de violência e mesmo assim ser mais aceito socialmente entre a maioria esmagadora se tiverem de escolher entre este e uma pessoa que se declara sem religião que vive uma vida integra, apesar de não se submeter a nenhuma divindade ou seus representantes. Uma sociedade hipócrita, onde levantar uma bandeira de uma fé ou de uma igreja é mais importante que ter um estilo de vida condizente com a própria fé.
Igrejas que mais se parecem com sistemas de pirâmides financeiras, onde ninguém produz nada de útil a ninguém, mas acham que todos serão beneficiados pela inercia da congregação, cujo objetivo obscuro mais importante é o de multiplicar a quantidade de pessoas inseridas no grupo, fazendo com que os que entraram primeiro nesse “ramo” fiquem com o maior percentual do lucros.
   Nesse aspectos ninguém produz nada, mas de certa forma sentem-se felizes por verem um ou dois que se beneficiando do sistema, dizem estarem sendo abençoados por deus. Então suas esperanças se renovam, e afirmam a si mesmo que estão no lugar certo. Um estilo de “santidade” que só dura enquanto a liturgia do culto durar. Acabando-se a liturgia, acaba-se a “santidade” e quase todos voltam as suas vidinhas medíocres, mentindo, enganando-se, defraudando-se e fazem tudo o de modo oposto ao que realmente deveria ser uma vida louvável para aqueles que dizem que tiveram suas vidas modificadas pelas divindades.
   A grande questão é: para que serve a crença em deus (a trindade) em nossa sociedade? É algum tipo de ingresso que dar direito a entrada franca a vários setores sociais ao portador? É algum tipo de licença gratuita adquirida desde o nascimento que dar direito ao que a possui a se achar superior a outras pessoas que aparentemente não tem deus? Ter deus no coração é um tipo de passe livre, com infinitas licença para “pecar”, ofender, denegrir, mentir, extorquir, enganar, manipular, ludibriar e depois terceirizar suas responsabilidades? “Aceitar a jesus” é um direito que algumas pessoa adquirem legalmente para serem chatas, presunçosas, insuportáveis, arrogantes, prepotentes e que mentem diariamente para si o tempo todo achando que são superiores qualquer criatura desse planeta?
Se a proposta de expansão dos ritos cristãos a todos os cantos desse país era o de trazer algum tipo de moralidade tornar melhor as relações entre os povos ou produzir alguma mudança interior na vida das pessoas, temos de admitir que não estar surtindo efeito nenhum. Nosso modelo social mostra o contrário! A moralidade, o bom senso a justiça e o juízo tem passado longe de vários setores, a começar por aqueles que dizem ser os que deveriam conduzir ou fazer justiça ao povo, baseado exatamente nas leis e na moralidade cristã que rege o nosso país.
Tantas igrejas novas sendo abertas todos os dias, tanta gente clamando a deus constantemente, tanta gente “se convertendo”, tantas marchas pra jesus, tantos atos proféticos, tantos programas televisivos ou midiáticos que invadem os mais diversos meios de comunicação, os ritos litúrgicos aumentaram em dezenas de vezes, e mesmo assim vemos a população carcerária crescendo cada vez mais, o aumento no consumo de entorpecentes lícitos e ilícitos entre várias classes e não apenas entre os jovens, um crescente aumento nos índices de suicídios, e uma quantidade sem fim de roubos, furtos e assassinatos que se tornam impossíveis contabilizar. Não deveria as mazelas de nosso pais reduzir a medida que aumenta-se o número de ritos litúrgicos?
Melhor nem citar os casos pedofilia, adultérios e traições de todos os níveis, registrados aos montões ao vivo e a cores em plena luz do dia em vários locais simultaneamente inclusive na “casa de deus”. E quem são as vítimas e os causadores de tais atos? São satanistas? São Ateus? São pessoas sem religião? NÃO!!!...Em sua grande maioria SÃO CRISTÃOS! São exatamente os que acreditam piamente que bastar aceitar jesus, ser crismado, frequentar uma igreja, fazer um sinal da cruz, rezar um pai nosso ou cumprir ritos litúrgicos que tudo se resolve! São os mesmos que apesar de verem o resultado negativo de uma fé apenas verbal, continuam terceirizando suas responsabilidades a seres do imaginário coletivo e esperando soluções reais. O cúmulo do absurdo é repetir o tempo inteiro os mesmos atos, esperando que algo diferente aconteça. A maioria dos cristãos tem se tornado mestres nesta “nobre arte”. Entregue tudo nas mãos de deus! É o sinal da volta de cristo! O diabo está furioso. Blá, blá, blá...Assim eles preenchem as lacunas interiores quando a interrogação vem a eles.
Num pais com tanta gente clamando a um deus que tudo pode, tudo sabe, tudo resolve e tudo vê, é inadmissível uma população carcerária tão grande como a nossa e inaceitável essa tão numerosa quantidade de pessoas que preenchem os leitos dos hospitais, definhando sem a misericórdia de políticos também dito cristãos, que desviam recursos da saúde para fins pessoais sem nenhum “castigo divino”. Com tanta gente rezando e orando ao mesmo tempo, os tais não eram nem pra ficar doentes, quanto mais sofrerem por que outros cristãos lhes causou prejuízo fazendo uma má gestão dos recursos públicos.
Desse modo, pessoas que mal sabem identificar os sentimentos que carregam consigo, que tem suas vidas controladas pela ira, inveja, ganancia, mentiras, maledicências, relações corruptivas, trapaças e soberbas, e mesmo assim afirmam para todo mundo ouvir que tem deus no coração! Como pode? Tudo isso vai contra a ideia do sagrado. A menos que estejam se referindo ao deus do antigo testamento, nesse caso, tais características seriam justificáveis, apesar de não serem aceitáveis.
Será que não estão fazendo a coisa de modo errado? Se prestarem atenção, quanto mais as pessoas que se dizem estarem pertos dos deuses, mais se tornam distantes de seus semelhantes e mais insensíveis para perceberem os problemas sociais ou encontrar soluções para os tais. Entregar tudo nas mãos de deus e dizer que tudo que de mal que acontece no mundo é cumprimento dessa ou daquela profecia é a atitude mais irresponsável e infantil que os cristãos foram ensinados a reproduzir. Enquanto houver seres metafísicos para serem responsabilizados pelos erros que cometemos, mais e mais iremos nos afastando do equilíbrio social e afundando no caos.
   As pessoas que mais foram representativas naquilo que dizem ser o cristianismo, fizeram em suas épocas, propostas diferentes e com ações mais efetivas, onde ser cristão seria um estilo de vida, e não um amuleto da sorte ou um conjunto de ritos sem sentidos que só servem para criar ilusões. Outros porem fazem de sua fé um conjunto sem fins de ritos e devoções inúteis, servindo apenas para inflar o ego do próprio adorador.
“O reino de deus não é comida, nem bebida, mas justiça amor e paz” e “Não façam aos outros aquilo que não gostariam que fizessem com você! Atribui-se essas falas ao próprio cristo.
   Independentemente se ele foi real ou não, se entendida e praticada essas citaçãoes pelos seus seguidores, apenas um ano na pratica dessa fala, seria mais proveitoso do que os quase 2 mil anos de palavras vazias que os cristãos tem propagado até então onde declarar verbalmente que tem fé, é mais importante que mostrar a mesma fé por meio das obras, se relacionando humanamente com humanos e não apenas com seres do imaginário.
“Não matar, não roubar, não mentir, não levantar falso testemunho, não desejar a mulher ou o patrimônio do seu próximo, honrar pai e mãe...” Para que serve isso mesmo? Onde estar escrito essas citações? Aposto que muitos cristãos nem sabem que isso estar escrito na bíblia deles, e se realmente sabem é a parte das escrituras que mais decidem ignorar, sendo que esta seria a mais viável para manter o equilíbrio de qualquer sociedade racional. Não seria bem mais útil se lembrar e aplicar esses trechos bíblicos em suas vidas do que bater nos peitos e dizer que tem fé em deus ou que tem deus no coração? Não é o aperfeiçoamento das relações com os deuses que torna uma sociedade mais justa e equilibrada, pelo contrário, quando aprendemos a honrar e respeitar nossas relações pessoais, a manutenção de afeto com seres metafísicos se torna dispensável!
   O que é de fato a relação com os deuses senão uma tentativa descarada de levarmos vantagens sobre outros, ou de nos escondermos de nossas responsabilidades? Causamos danos físicos, morais ou emocionais aos nossos semelhantes e vamos pedir perdão aos deuses e não as pessoas que magoamos. Quando estamos amedrontados ou desejando ascensão pessoal então vamos nos esconder “aos pés da cruz” ou fazer promessas. Criamos problemas e por não querermos ceder em certos aspectos para não dá a ideia que fomos derrotados, pedimos que os deuses julguem nossas causas e que pleiteiem nossas lutas e nos dê vitória sempre, ainda que estejamos redondamente errados.
   Os deuses se tornam desnecessário em qualquer sociedade que as pessoas aprendam a se relacionarem entre si. Aprender a resolvermos nossos próprios problemas sai mais barato e tem mais efeito do que entrega-los nas mãos de seres metafísicos ou de seus gananciosos representantes.
Tudo aquilo que de proveitoso possa haver na bíblia ou no cristianismo, apesar de algumas da citações mais importantes serem atribuídas a pensadores de outras crenças, tais ensinamentos foram substituídos por dogmas inúteis, incansáveis liturgias e uma obediência cega aos que se dizem serem os representes de deus ou se denominam ungidos do senhor. Substituíram o que havia de útil e proveitoso pelo círculo vicioso da irracionalidade louvada.
Rezar 3 pai nosso e 50 ave Maria. Fazer uma semana de jejum e oração. Subir ao monte de madrugada para orar. Não faltar aos ritos de culto. Cantar no coral da igreja. Fazer o sinal da cruz. Ficar no semáforo com cara de bobo portando versículos bíblicos em grandes letreiros. Realizar mega eventos de peregrinações em todos os níveis. Contribuir para o crescimento da “obra de deus” ...Para que serve isso mesmo? Qual o resultado dessas ações? Muda em que a sociedade? Transforma em que a vida individual das pessoas? Nada! Tirando a parte que isso deixam os líderes religiosos mais ricos e poderosos, tais atos apenas deixam as pessoas mais arrogantes e presunçosas, criando cada vez mais segregações.
Não fumar cigarro. Não beber café ou álcool. Não se depilar. Saudar a todos com a paz de deus ou paz do senhor. Usar véu. Usar saia longa. Fazer sexo de luz apagada. Não ouvir “música do mundo”. Não desagradar ao “ungido do senhor”. Se enclausurar. Adotar o celibato. Casar virgem. Não usar maquiagem ou nenhum adorno para beleza...Em que torna isso uma pessoa mais santa ou melhor que outra? Em quantos milímetros uma pessoa se aproxima mais de deus por agir assim? Em nada! Para nada serve tais atitudes! São apenas engodos. Em nada uma pessoa se torna melhor que outra se o intuito é apenas demonstrar uma aparência de santidade. A busca pelo domínio interior e pela clareza dos sentidos deveria ser mais priorizada do que essa busca incessante por uma falsa santidade, que mergulha cada vez mais os cristão num lamaçal de hipocrisias sendo antagônicos a própria fé que adotaram.
Uma vida linda de ser vivida em todos os seus aspectos, se torna um martírio e uma tortura psicológica na vida de qualquer um que adote tais modelos de santidade. Literalmente passam a viver o inferno ainda em vida, colocando sobre si jugos insuportáveis, muitos destes contrariando a própria natureza humana, qual dizem ser o ápice da criação divina.   Nesse parecer cristão, a vida, a dádiva divina segundo eles mesmos, se torna um martírio, e ter nascido nesse “corpo de pecado” é o pior dos fardos que temos que levar. Tudo se torna errado, tudo se torna profano. Tudo se torna proibido segundo a ignorância ou má fé de cada líder religioso que já se autoproclamou um representante do cristianismo.
O cristianismo se tornou uma gigantesca escola para adoecer pessoas, enchendo-as de culpas por crimes nunca cometidos e “pecados” nunca consumado. O único estilo de vida adotado é o da insanidade, onde usar o cérebro é feio, mal e pecaminoso e todos que fazem uso da razão são associado á criaturas das trevas. Pensar é o maior de todos os crimes que uma pessoa comum pode fazer. Fora isso, adotaram rituais vazios e crenças no improvável como estilo de vida invejável onde alguém que diz que tem fé se torna mais importante do que não assumindo a mesma fé, contribui para a evolução de nossa espécie, criando soluções para os problemas sociais ou produzindo tecnologia que tornem a vida mais sustentável. Seja um bandido e diga ter fé e ganhe uma medalha! Seja integro e justo e assuma não crer em divindades e ganhe um tiro ou seja tratado como escória.
   Dizem que é deus quem sustenta a sua obra e que é o espirito santo quem deseja a propagação do evangelho. Deixem que as pessoas tenha acesso a real história da igreja e que façam julgamentos morais por conta própria e me digam o que vai sobra dela. Torne ilegal e imoral a arte de cobrar dízimos e vamos ver se o “espirito santo” ainda vai continuar “tocando no coração” de seus ungidos para abrirem a cada dia uma igreja nova. Parem de ameaçar as pessoas com o inferno e pragas diárias caso elas não obedeçam as lideranças, e me diga quantos pares de pessoas ainda continuarão a visitar uma igreja.
A força motriz do cristianismo tem sido o medo e a culpa. O combustível que faz essa gigantesca máquina funcionar é a ganancia de seus representantes mas a chave que dá a partida na ignição ainda continua sendo o nosso ego, ora dividido em fugir de nossas responsabilidades, ora tentando levar vantagem sobre os demais. Isso é a obra de deus? A fé se resume nisso? Esse é o propósito do relacionamento de deus com o homem? Se for, é uma proposta muito medíocre por sinal...
Chega um momento em que a criatura e o criador se fundem, se chocam, e entram em choque nesse modelo de fé. A depender do nível de consciência de cada um, distinguir quem realmente é a criatura e quem é o criador será o divisor de águas para uma transformação pessoal.
   Guardar dias santos, cumprir liturgias intermináveis ou dizer que tem fé em deus não muda em não produz nada proveitosos a ninguém. Para quem deseja de certo modo ascender no contato com aquilo que dizem ser a ideia do sagrado, o segredo estar no modo como tratamos nosso semelhante e não como lidamos com o imaginário.
Se por acaso há um pecado que cometemos diariamente, é o de nos deixarmos ser conduzidos por pessoas que usam a ideia do sagrado para levar vantagem sobre tudo e todos. Esse tipo de pecado só se é perdoado tomando uma boa dose de vergonha na cara. É mais barato e tem efeito instantâneo.
   Saúde e sanidade a todos!
Texto escrito em 14/10/17


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