Login
E-mail
Senha
|Esqueceu a senha?|

  Editora


www.komedi.com.br
tel.:(19)3234.4864
 
  Texto selecionado
SOB O MESMO PARAÍSO 6 IND 16 ANOS
COM IONE AZ
ricardo fogzy

Resumo:
EXCELENTE

Toca o celular que Marcos deixara para ela.
- Oi.
- Oi amor, esqueci de dizer, a Sofia esta indo para ai.
- Ah, ela vem?
- Sim amor, algum problema?
- Não, só estou cansada, vim correndo para atender.
- A é mesmo, o jardim, e ai, esta gostando de mexer na terra?
- É uma terapia incrível, você nem imagina.
- Legal, bem, vou agora comprar umas coisas lá.
- Não esquece meus doces, te amo querido.
- Também te amo paixão da minha vida. Desligada a ligação, ela corre para o quarto onde guarda tudo aquilo menos a lata no seu esconderijo, depois, no quintal ela junta pedras e coloca na lata, jogando a mesma em um velho poço, mas ao jogar a lata ouve um barulho desta chocando ao fundo que lhe chama atenção.
Já se ouve o barulho do motor, Nancy vem de pano a secar as mãos, ali no barranco, para uma lancha, desce Sofia e Francisco.
- Olá Nancy.
- Oi Sofia.
- Este é Francisco, meu noivo.
- Nancy, prazer.
- Francisco. O homem beija a mão dela.
- E meu irmão?
- Foi para a cidade, tinha compromissos.
- Como sempre, fugindo dos negócios.
- Fugindo, como assim?
- Nada querida, só brincadeira.
- Mais vamos chegando, estou a terminar um frango no molho e macarrão á puntanesca.
- Nossa, deve estar uma delícia.
- Sossega Francisco, sabe que não pode e nem deve exagerar.
- Um dia só, tudo bem. Risos.
Os 3 seguem para a casa, o almoço é bem divertido, piadas e causos antigos contados pelo sempre contagiante Francisco, Sofia se dedica a comer lentamente enquanto Nancy é só ouvidos.
Toca o celular de Sofia, ela atende e logo chama Francisco para irem embora, para a casa dela, Nancy recebe os cumprimentos e os vê seguirem para casa, depois de lavar as louças e dar um trato na cozinha ela sai para fora e fica surpresa ao ver Marcos vindo com o casal.
                                    29082019......



- Olha só quem encontramos no caminho.
Nancy corre até o marido.
- Amor.
- Não disse que viria, só que houve alguns contratempos e...
- Por favor, me ligue, estava preocupada, amor.
Os dois se beijam apaixonadamente, Sofia ao ver a cena pressiona a mão de Francisco.
- O que houve Sofia?
- Nada, só me lembrei de algo, vamos?
- Mais você fez questão de voltarmos com seu irmão.
- Depois a gente volta, vamos deixar o casal a sós.
- Que nada, vocês são sempre bem vindos. Diz Nancy para eles.
- A gente vem depois, vamos Francisco.
- Tá certo, bem gente até mais.
- Até. Marcos se despede do casal que retorna para a casa, enquanto ele e Nancy sentam em um banco na varanda iniciando uma sessão de amor ali.
Assim que Sofia atravessa a porta, joga a bolsa no sofá, aos gritos segue para a cozinha onde se serve de uma cerveja em lata.
- O que foi Sofia, parece que seus planos não deram certo.
- Que planos, o que esta dizendo?
- Sempre soube de vocês dois.
- Cale a boca e tire a roupa.
- Como?
- Vamos logo, sei o que quer e precisa. Ela avança no homem, lhe arrancando a roupa, ela rasga a sua, ali no chão, eles iniciam um misto de beijos, amassos e arranhos no seu homem.
- Você esta bem diferente.
- Cale a boca, sei que esta gostando.
- Tomara que ele te deixe nos nervos mais vezes.
- Foda-se. Logo ali a cavalgar o homem que geme do prazer ali obtido.
Nancy toma banho de mangueira ali no quintal com Marcos, ele passeia pelo corpo, belisca e faz carícias na mulher.
- Já não consigo mais ficar sem você.
- Eu também amor. Com dedos a bolinar os bicos dos seios da mulher que grita ao sentir 2 dedos na região íntima, ali em beijos ele a possui.
Terminado o sexo, no quarto, o casal repousa de janela aberta devido ao forte calor local.
Marluce termina de fechar o caixa, depois tranca a porta do comércio, as garotas já foram para seus quartos e ela serve uma dose de catuaba para si.
- Agora sim, posso tomar minha dose sossegada.
Ouvindo um arrocha no som, ela se desliga dali e em suas lembranças vem Luis, o piloteiro da noite de festa na ilha.
- Acho que tenho número dele.
Depois de alguns minutos ela encontra o papel com a notação do número dele.
- Vou ligar para esse cabra. Terminada a ligação ela segue para sua suíte.
- Amanhã vou tirar essa dúvida de minha cabeça, aquela moça esta escondendo algo e ele sabe, ah sabe muito bem.
Marluce entra e fecha porta de sua suíte, ali no corredor ás escuras, uma de suas garotas ouvira o que ela disse.


Nancy confere o tempero do molho da macarronada, esta ótimo, ela baixao fogo e abre o forno retirando o frango assado, coloca amassa de bolo para assar.
Marcos vem a secar o rosto o suor do calor escaldante, ele toma banho ali no quintal, ela o olha enquanto lava as folhas de alface para a salada.
Marluce termina o café, ali no botequim próximo a igreja matriz, de café tomado, bucho forrado ela segue para um casarão na rua detrás da igreja.
- Olá Cecília.
- Marluce, mais que ventos que a traz a minha humilde casa?
- Vamos logo ao que interessa, vim por que temos um problema.
- O que foi, pelo jeito foi bem pesado para você ter saído de seu trono e ter vindo aqui no lixo da noite, não é assim que trata minha casa?
- Olhe já chega de ficarmos a brigar, somos adultas e donas da noite nesta cidade e região.
- Qual é dessa vez?
- Temos que descobrir algo que pode nos destruir.
- É tão sério assim?
- Sobre Marcos.
- Ainda tem negócio com aquele traste?
- Eu não quero minhas garotas usando produto ruim.
- Você sabe muito bem como tudo isso termina.
- Posso entrar ou vamos ficar aqui no portão como lavadeiras?
- Entra ai, afinal não vou perder nada em te ouvir.
- Sabia que ia me ouvir.
Nancy termina de lavar o banheiro, Marcos a ajuda tirando o pó da mobília da casa.
Sofia bate á porta na companhia de Francisco.
- Oi Sofia.
- Olá gente, só passei para dizer tchau.
- Como assim já vai?
- Meu namorado, sabe, é daqueles que não consegue viver rodeado por águas.
- Ah Francisco sabe, ia preparar uma roda de chás com bolos e outros doces pra gente agora á tarde.
- Fica para a próxima.
- Então tá.
Marcos olha para Francisco que dirige um olhar especial para sua esposa, Sofia também percebe e puxa o homem para si.
Não demora muito e Moisés para a lancha ali e o casal sobe, Marcos e Nancy se despedem, seguindo para a casa ele olha para ela.
- Parece que Francisco se sente atraído por você.
- Nada, ele somente é um tanto educado.
- Você o acha bonito?
- Um tanto galante, só isso.
- Tem desejo por ele?
- Não, moro, amo, gosto e desejo só um, você.
- Será mesmo?
- O que foi Marcos, até parece que não confia em mim.
- Não confio em mim, deveras a outros.
- Não sou teus outros, sou tua mulher, pelo menos é o que eu acho.
- Tanto faz.
- O que foi Marcos, olhe se for para ser assim vou embora.
Ele a segura com força pelo braço.
- Para Marcos, você esta me machucando. Ele a solta, ela perde o equilíbrio e cai no mato.
                                   31082019......




   Nancy termina de vestir-se, a roupa que estava em seu corpo fora suja com o tombo que levara quando Marcos a derrubara.
Ele vem até o quarto com um copo de whisky em mão.
- Me desculpe.
- Chega, não quero olhar e nem ouvir você.
- O que está querendo, sabe, te amo.
- Vá para o inferno, não é a primeira vez que me agride.
- Já te pedi desculpas, dá para ficar no sossego nesta casa.
- Eu vou embora.
- Para onde?
- Sei lá, só não quero mais ficar aqui.
- Eu não quero te perder.
- Me respeite e respeite minha decisão.
- Você não vai.
- Marcos, chega, você não manda em mim e na minha vida.
- Vou tomar um banho.
- Vá para onde quiser.
- Já chega ouviu, já chega.
- Vá se fuder. Marcos vem a ela e num impulso lhe dá um tapa, ela cai na cama e inicia ali uma série de xingos, Marcos vai ouvindo aquilo até perder o restante da paciência e ali o inferno se instala.
Ele se joga na cama e tem inicio uma sessão de tapas e socos, Nancy grita, ele sai da cama trazendo a mulher pelo pescoço.
- Para Marcos, para caralho, você esta me machucando, me matando. Ele a solta e ela cai já desmaiada, minutos depois ela acorda já nua em cima da cama, ele em cima dela.
- O que está fazendo?
- Mostrando quem manda aqui.
- Pare com isso, não sou seu objeto.
- Vai, cale a boca e curte. Ela olha aquele homem ali, um brilho de um assassino nos olhos, o medo a terrorifica ali, Nancy sente por todo corpo as fortes estocadas provocadas por movimentos quase forçados por aquele homem que antes ela o amou.
- Eu nunca vou te perdoar. Ela deixa as lágrimas saírem de seus olhos enquanto ele, seu homem a possui sem qualquer movimento de gentileza e amor.
Terminado ali, ele sai para o banheiro, ela ali nua, sente as dores de um coito não permitido, seu íntimo fora lastimado, violado, ela sente como se tudo fora rompido, perdera o seu ultimo recurso quanto á mulher, ali de travesseiros presos nas mãos ela deixa soltar-se gritos e mais choros.
Marcos retorna ali nú, abre a gaveta e veste uma boxer preta.
- Eu não queria ter feito isso, mais você não soube manter o respeito aqui, bem, se quiser pode ir, não vou te segurar.
   Ela sai da cama, aos tropeços segue para o banheiro, depois do banho ali regado á lágrimas, ela começa a recolher suas roupas, tudo em uma sacola de pano, pede o celular dele e faz uma ligação, ele sai dali.
Quase 40 minutos depois, ali no barranco para a lancha de Luís, Nancy entra nesta com sua sacola, recebe um forte abraço de Marluce, Marcos ao longe vê aquilo e retorna para sua casa.
- Se quiser falar sobre isso, quando quiser, te escutarei, agora você vem comigo, vai ficar em casa.
- Obrigada Marluce.
- Acha que ele virá atrás de ti?
- Não sei, só quero ficar em paz.
- Faz bem.
A lancha segue, Marcos ali na casa tem uma crise de nervos e começa a quebrar várias coisas na casa, no quarto ele arranca cortinas, roupas de cama e ateia fogo no lugar.
                                          01092019.....


Biografia:
ler e escrever é minha vida assim
Número de vezes que este texto foi lido: 32


Outros títulos do mesmo autor

Contos SOB O MESMO PARAÍSO 9 NOVEL 16 ANOS ricardo fogzy
Contos SOB O MESMO PARAÍSO 8 NOVEL 16 ANOS ricardo fogzy
Contos SOB O MESMO PARAÍSO 7 NOVEL 16 ANOS ricardo fogzy
Crônicas A AMAZÔNIA SENDO NOSSA ENFIM? ricardo fogzy
Crônicas A AMAZÔNIA NOSSA ricardo fogzy
Contos SOB O MESMO PARAÍSO 6 IND 16 ANOS ricardo fogzy
Contos SOB O MESMO PARAÍSO 5 IND 16 ANOS ricardo fogzy
Contos SOB O MESMO PARAÍSO 4 IND 16 ANOS ricardo fogzy
Contos SOB O MESMO PARAÍSO 3 IND 16 ANOS ricardo fogzy
Contos SOB O MESMO PARAÍSO 2 IND 16 ANOS ricardo fogzy

Páginas: Próxima Última

Publicações de número 1 até 10 de um total de 11.

  Envie este texto por e-mail
Digite seu nome:
Digite seu endereço de e-mail:
Digite o nome do destinatário do e-mail:
Digite o endereço de e-mail do destinatário:

escrita@komedi.com.br © 2019
 
  Textos mais lidos
The crow - The Wiki World - The Crow 48745 Visitas
haicai - rodrigo ribeiro 39039 Visitas
OS ANIMAIS E A SABEDORIA POPULAR - Orlando Batista dos Santos 33198 Visitas
Amores! - 32073 Visitas
PÃO E CIRCO - Tércio Sthal 32064 Visitas
Desabafo - 31695 Visitas
Reencontro - Jose Andrade de Souza 31418 Visitas
haicai - rodrigo ribeiro 30793 Visitas
Faça alguém feliz - 30790 Visitas
Vivo com.. - 30448 Visitas

Páginas: Próxima Última