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MARCOS 7 NOVEL GLS
DE PAULO FOG
ricardo fogz

Resumo:
BOM

Bruno chega junto de Marcos em casa, Adélia já esta a lavar louça.
       - Nossa, agora.
       - Oi tia.
       - Oi meninos.
       - Oi d Adélia.
       - É Marcos né?
       - Sim.
       Bruno olha para Marcos que se despede.
      - Como assim nem bem chegou e já esta indo.
      - Tenho compromissos amanhã bem cedo.
      - Ah sim.
      Bruno pede para que ele aguarde um pouco e logo retorna com um envelope.
      - Os papéis.
      - Ah sim os papéis, obrigado.
      - Eu é que agradeço.
      Adélia olha para eles e cruza os braços.
      - O que é isso Bruno?
      - Como assim tia?
      - O que entregou para o seu amigo?
      - São documentos.
      - Documentos?
      - Sim tia, melhor eu já te dizer, estou alugando um lugar para mim e Gustavo.
      - Por quê?
      - Tia eu preciso ter meu lugar.
      - Aqui é seu lugar Bruno.
      - Tia.
      - Tudo bem, não vou ser empecilho para vocês.
      - Não é isso tia, mais eu quero ter meu canto.
      - Já entendi.
      Adélia seca as mãos e segue para seu quarto, Bruno espera ela trancar a porta e puxa Marcos para seu quarto, Gustavo ja esta dormindo, eles entrame pegam uns lençois e travesseiros e saem.
      - Onde vamos?
      - Que tal o ar livre?
      - Te amo.
      - Vamos?
      - Sim.
      Na varanda dos fundos Bruno forra o chão e logo eles caem ali aos beijos e caricias.
      Marcos passeia com os dedos pelo corpo de seu amado e logo mais beijos.
      - Por que você é tão gostoso?
      - Por que eu sou seu.
      - Você me ama?
      - Sempre.
      Logo Marcos invade o interior de Bruno e cada movimento faz seu amor dar leves gemidos.
      Adélia esquece de levar água para seu quarto e sai, na cozinha enche sua garrafinha e ouve um barulho, da janela vê Bruno com Marcos ali na varanda.
      - Meu Deus, isso é uma sodoma.
      - Ela sai dali indo para seu quarto.
      Vera ali na cama com sua namorada a explorando.
      - Vera.
      - Sim.
      - Vamos sempre nos amar?
      - Claro que sim.
      - Então eu já estou pronta.
      - Pronta?
      - Sim, quero morar contigo.
      - Sério?
      - Sim.
      - Te amo.
      - Eu também te amo.
      Mais beijos e abraços.
      André termina seu quarto wisky e sai do bar indo para sua casa a pé.
      - André?
      - O que foi?
      - Sou eu Sofia.
      - O que quer?
      - Credo você esta bêbado.
      - Como queria que eu estivesse se o cara que eu gosto a esta hora esta transando com outro.
      - Puxa.
      - Vai para minha casa?
      - Sim.
      - Então vamos.
      - Vamos.
      Eles seguem ali para o prédio de André.
      Bruno sorri ali com sua cabeça sob o peito de Marcos.
      - E amanhã amor?
      - Você sai antes que ela acorde.
      - Certo.
      - O que foi?
      - Estou aqui pensando, cara somos 2 adolescentes experimentando o mundo.
      - Bobo.
      - Te amo.
      - Não mais que eu.
      Beijos e mais abraços.
      André abre a porta com a ajuda de Sofia, acende a luz e nada de Marcelo que já fora dormir.
      - Vou te levar para seu quarto.
      - Claro que vai.
      - O que quer dizer?
      - Quanto você deve?
      - O que André?
      - Quanto você deve para meu pai?
      - Não te entendo.
      - Entende sim, diz ai quanto?
      - André.
      - Vai logo diz.
      - Quase 3 mil.
      - Nossa, sabia, você não apareceria assim do nada.
      - Por favor André.
      - Nada, vamos para o quarto.
      - Vai me ajudar?
      - Lógico priminha.
      - Obrigado.
      - Vamos.
      - Sim.
      Eles sobem paras o quarto e lá André apaga, Sofia deita ao lado dele e logo adormece.
      O dia vai nascendo e Marcos sai da varanda indo para sua casa, Bruno entra no quarto e logo sai indo para o banho, quando sai, vê Adélia na cozinha preparando o café.
      - Bom dia tia.
      - Bom dia Bruno.
      - Nossa que cheirinho bom.
      - É, estou passando um cafézinho.
      - Delicia.
      - E seu amigo, não vai tomar café?
      - Amigo?
      - Sim, o Marcos.
      - Ele foi ontem...
      - Eu os vi quando vim pegar água.
      - Me desculpe.
      - Nada, acho que tenho de me atualizar mais.

      20183101...................................


            34





        André sai para o café já em roupas de trabalho.
    - Ja tão cedo?
    - Sim pai, quero passar na casa do Bruno.
    - O que foi?
    - Nada, só quero ressaltar que vou participar da mudança.
    - Sei.
    - O que foi pai?
    - Olhe André, já lhe disse que não gosto de interferir na sua vida mais cara, isso não vai dar certo.
    - E o que vai dar, mandar a Sofia ficar comigo?
    - O que foi que ela disse?
    - Nada pai, eu não sou bobo, acha que não desconfiaria.
    - André eu só quero...
    - Sei, me preservar, pai se eu cair fique tranquilo eu sei me levantar.
    - Filho.
    - Pai eu te amo, mais de boa.
    - Tudo bem.
    - Ah, por favor, não cobre dela, ela não teve culpa.
    - Tudo bem.
    André sai da casa com um pedaço de pão.
    Na casa de Bruno, Adélia diz ao colega de trabalho de seu sobrinho que ele ja fora.
    - Nossa tão cedo.
    - É que o Gustavo tem escola, acho.
    - Verdade.
    - Quer entrar?
    - Não, muito obrigado, me desculpe o incômodo.
    - Nada.
    - Tchau.
    - Tchau.
    Ja nas ruas, André liga para Bruno.
    - Oi.
    - Oi André.
    - Onde você esta, acabei de sair da casa de sua tia.
    - Estou com o Marcos ele vai ao escritório deixar os documentos.
    - A, sei, Marcos.
    - Sim André.
    - Tudo bem, a gente se fala no escritório.
    - Sim.
    André desliga e segue no seu veiculo para o escritório.
    Bruno ali olha para Vera, que lhe sorri.
    - Não sei não Vera, me sinto mau pra caralho ter mentido assim para ele.
    - Oras você não mentiu, afinal você esteve com o Marcos.
    - Mais não agora.
    - Vai por mim, melhor assim.
    - Será?
    - Acredite, melhor ele desapegar agora do que ficar na esperança de ter você.
    - Isso é.
    - Vamos trabalhar?
    - Agora.
    No escritório, tudo corre normalmente até que Olavo pede por telefone que Bruno vá até a sua sala.
    - Sim dr.
    - Bem Bruno não vou ficar em rodeios, diga logo onde está o Victor?
    - Dr.
    - Agora.
    - Por quê dr?
    - Pare com isso Bruno, Victor é problema meu.
    - Não dr, Victor tem vida própria.
    - Não fique com tolices.
    - Me desculpe mais se ele quiser, ele falará.
    - Quer medir forças comigo rapaz?
    - Tudo bem, após o almoço não precisa retornar.
    - O que tio?
    - É isso que eu ouvi, tio, agora se lembra que sou seu tio.
    - Foi o dr quem disse que separasse as coisas.
    - E pelo jeito você não consegue, afinal no primeiro obstáculo já vem com sentimentalismos.
    - Não dr, agora sou eu que saio.
    Bruno sai da sala e em menos de 10 minutos retorna com sua carta demissional.
    - Aqui esta minha carta.
    - Eu aceito.
    Olavo pega o papel, Bruno sai deixando a porta aberta, em sua sala só pega o terno e sai dali.
    - O que foi Bruno?
    - Vera, meu tio me demitiu.
    - O quê?
    - Isso ai.
    Vera fica horrorizada com a atitude de Olavo para com o sobrinho e segue para a sala dele porém Bruno a segura e tira dela esta idéia.
    - Esta louca, precisa trabalhar, afinal acabou de se mudar.
    - Esse velho maldito.
    - Vera por favor, não faça nada por impulso, este problema é meu, fique tranquila tudo vai dar certo.
    - Não consigo.
    - Consegue.
    Ele conversa com ela mais alguns minutos e logo Pietro vem até eles.
    - Vera o dr quer os documentos.
    - Ele que vá....
    - Por favor Vera. Diz Bruno.
    - Tudo bem vou entrega-los.
    Vera segue para a sala e Pietro ali diz a Bruno.
    - Me desculpe Bruno, mais o dr pediu para que se retire do escritório.
    - Tudo bem, entendo afinal não somos mais colegas de trabalho.
    - Fique tranquilo ele esta um tanto aos nervos mais vai reavaliar esta atitude.
    - Obrigado Pietro foi uma honra trabalhar contigo.
    - Nada.
    - Adeus.
    - Até logo.
    Adélia termina de colocar as roupas na máquina para lavar quando toca seu telefone.
    - Oi, o quê, esta louco, tome ciência de sua burrice, ele vai procurar seus direitos, resolva isso logo, agora seu palerma.
    Adélia bate o telefone e liga a máquina.
    - Mais essa, tudo por causa de macho.
    Bruno para em uma lanchonete, pede um refri e come um salgado, logo toca seu celular.
    - Oi Marcos.
    - O que houve?
    - Já esta sabendo?
    - Sim a Vera me disse por cima.
    - Eh Vera.
    - Nada, só fui demitido.
    - Demitido.
    - Sim, se ainda quiser um cara fálido do seu lado.
    - Que cara lindo, isso sim.
    - Sei.
    - Onde você está estou indo para ai?
    Vinte minutos depois, Marcos e Victor ali com Bruno.
    - Não acredito que aquele canalha fez isso.
    - Por favor Victor, eu já queria sair de lá.
    - Não, ele vai me ouvir.
    - Deixe isso, se quer ve-lo vá mais não por isso.
    - Deixa só, ele vai me ouvir.
    Victor pega o celular e liga para Olavo, nisso Marcos bate no ombro do homem.
    - Pode desligar.
    Ali na frente da mesa deles, Olavo olha para Victor com lágrimas nos olhos.
    - Por favor Victor.
    - Por favor, vá a merda.
    - Victor.
    - Te odeio Olavo, te odeio.
    Bruno e Marcos apaziguam o ambiente, Victor sai junto de Bruno, Marcos fica a falar com Olavo.
    - Então é você que está com ele?
    - Não dr, sou amigo de Victor, ele está em meu apartamento.
    - Me passe o endereço.
    - Se acalme dr.
    - Por favor o endereço.
    - Nada pode ser resolvido assim desse jeito.
    - Eu amo aquele cara.
    - Amor, amor dr, não, isso não pode ser amor, é posse.
    - Não, não é.
    - É o que o dr pensa.
    - Por favor.

    20180204..........................................
    PESSOAL PEÇO-LHES DESCULPAS MAIS ESTE ANO IREI POSTAR OS CAP EM ESPAÇOS MAIS LONGOS, DEVIDO AO FATO DE ALÉM DE MEU TRABALHO E AFAZERES EM CASA, AINDA ME DEDICAREI UM TEMPO A ESTUDO PARA O ENEM 2018.
    ESPERO A COMPREENSSÃO DE TODOS E MUITO OBRIGADO POR LER MEUS TEXTOS E DE IONE AZ.
    VALEU GENTE DE CORAÇÃO, SORTE SAÚDE E SUCESSO A TODOS.
    PAULO FOG E IONE AZ.







                    35



            Bruno e Victor aguardam no carro o retorno de Marcos que vem secando o rosto de suor.
     - E então, como foi?
     - Victor aquele homem te ama.
     - Você esta louco.
     - Do jeito dele, maneira dele, mais ele gosta de você.
     - O que foi que ele disse?
     - Entre tantos, ele quer falar contigo.
     - Eu vou falar com ele.
     - Vai?   Pergunta Bruno.
     - Sim Bruno eu tenho que falar com Olavo.
     - Mais e se....
     - Vai correr tudo bem, conheço Olavo, sei de seus limites.
     - Se diz.
     Eles seguem para a casa de Bruno onde Marcos e Victor ajudam a pegar as roupas e pertences de Bruno e Gustavo.
     - Por que disso Bruno, para onde você vai?
     - Vamos ficar por um tempo no apartamento de Marcos.
     - Com o Gustavo?
     - Sim tia.
     - Mas aqui tem espaço para vocês.
     - Tia, não sei se já sabe mais eu fui demitido.
     - O que sei é que se demitiu.
     - Que bom que seu irmão já lhe relatou.
     - Estou do seu lado, já briguei com ele.
     - Olhe tia não é nada contra a senhora só que não dá, preciso ter meu lugar.
     - Mais lá não será seu lugar.
     - Tudo bem.
     - Por favor Bruno vem comigo.
     - Bruno olha para os 2 que continuam a pegar as coisas, ele segue sua tia para o quarto dela.
     - O que foi tia?
     - Acha certo expôr o garoto a sua relação?
     - Como assim?
     - Eu sei o que eu vi naquela varanda.
     - Sim, a senhora viu 2 pessoas que se gostam, se amam.
     - Mais o Gustavo, pode ser prejudicial para a cabeça dele, querido.
     - Por que tia, por que o pai dele ama um homem?
     - Por favor.
     - Não tia, ja que iniciou vamos ás claras de uma vez.
     - Bruno meu sobrinho.
     - Estou cansado, tia, ser o que os outros querem que eu seja.
     - Não quero mais falar sobre isso.
     - Eu sei que a senhora na realidade odeia tudo isso se faz de neutra mas no fundo deseja que meu relacionamento termine.
     - Não é certo. Adélia grita.
     - E o que é o certo, esconder-se em uma vida que não é da gente, ser a pessoa correta, limpa na frente e maquinar o mau pelas costas?
     - O que esta dizendo?
     - Eu vi o seu diário.
     - Como?
     - Sim tia, a senhora também tem seus podres.
     - Chega pode ir para onde quiser.
     - Eu sei, agora entendo o por que meus pais tiveram uma vida tão miserável.
     - Por que foram tolos igual a ti.
     - Agora sim esta sendo a verdadeira, finalmente jogou fora a máscara.
     - Olhe aqui, seua pais eram uns completos imbecis.
     - O que diz?
     - Isso mesmo, se eu e Olavo não tivessemos feito o que foi, outro o teria.
     - Do que está falando?
     - Nós compramos o prédio, firmamos o contrato eles entraram com a grana, nos falimos e ficamos com tudo.
     - Isso é crime, a senhora é cruel, maligna.
     - Não seu trouxa o mundo é cruel.
     - Tia.
     - Vá se fuder, igual aqueles imbecis que te criaram.
     Adélia abre o armário e pega a pistola, Marcos entra no quarto.
     - Vamos embora Bruno.
     - Vamos.
     Adélia deixa a arma ali junto das roupas e puxa o sobrinho para si.
     - Não, me perdoe, me perdoe, eu não quis dizer tudo isso, por favor, me perdoe.
     - Tia a única coisa que eu quero é ficar bem longe de tudo isso.
     - Covarde.
     - Posso ser, mais não sou golpista.
     - O que vai fazer seu molenga?
     - Sobre o quê?
     - Sobre tudo que eu lhe disse.
     - Tia tudo que eu quero é sair daqui, vou ser feliz com meu filho bem longe daqui, o resto eu entrego a Deus.
     - Idiota.
     - Adeus tia.
     Bruno sai do quarto, Victor aguarda eles encostado na porta do carro, eles entram e saem, Adélia cai na cama em choro, ódio, levanta e abre o armário e procura pelo diário, pega este e o rasga com fúria.
     - Maldito, maldito, igual ao pai e a mãe.
     Ali no chão chora.
     Vera chega no apartamento de Marcos, logo André também que traz refri e bebidas á pedido de Bruno que logo abre uma cerveja e toma rapidamente.
     - Como pode, aquela mulher é um monstro.
     - Vera diz para todos ali, dos olhos de Bruno lágrimas saem.
     Marcos afaga o rosto do seu amor, logo o beija.
     - Ela roubou Marcos, roubou meus pais, junto do irmão.
     - Eu sei, eu escutei, mas fique tranquilo faremos o que achar melhor.
     - Por agora eu só quero esquecer.
     - Tudo bem.
     André se aproxima e abraça Bruno, Marcos os abraça.
     - Contem comigo, sabe, eu demorei muito para perceber, mais eu gosto de vocês.
     Marcos olha para ele.
     - Como assim?
     - Cara vamos ser amigos?
     - Por mim tudo bem.
     Vera sorri, nisso Gustavo entra no apartamento.
     - Filho.
     - Pai, ela teve coragem.
     - Sim filho, ela disse olhando no meus olhos.
     - O Gustavo sabia disso?
     Vera pergunta.
     - Sim, meu filho foi um dos que desconfiou dela.
     - Nossa.
     Agora todos ali, Bruno e Marcos conta para eles sobre o diário e as suspeitas de Gustavo.

     20180602.................................


Biografia:
amo ler e amo muito mais escrever
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