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SUSSURROS 24 TERROR PRÉ FINAL
DE IONE AZ E PAULO FOG
ricardo fog

Resumo:
BOM



                           29


       - O quê, esta louca, quer que eu acabe com a alegria de minha mãe?
    - Sim.
    - Por quê?
    - Olhe Celso, o que posso te dizer é que se não me ajudar, eu farei de qualquer jeito.
    - Não vou deixar.
    - Você, você será o maior beneficiado com isso.
    - Por quê?
    - Já lhe disse, vai ou não ajudar.
    - Saia daqui.
    - Tudo bem.
    - Não quero te ver mais.
    - Ah, vai querer, muito.
    A garota sai dali, Celso cai no tapete aos choros, logo abrem a porta, Mauro entra ali.
    - O que foi Celso, o que aconteceu?
    - Viu alguém saindo daqui?
    - Não.
    - Para onde ela foi?
    - Ela quem Celso?
    - Aquela cadela, vagabunda.
    - Celso.
    - Me deixa.
    Celso sai dali, Mauro pega o celular fazendo uma ligação.
    No hospital, Áurea atende.
    - Meu Deus.
    - Mãe, com certeza ele esta surtando com o acontecido afinal ele se sente bem com a D. Cida.
    - Vou falar com o dr. dele.
    - Por favor mãe.
    Celso corre pelas ruas agitado, chama pela garota mais nada, até parar em um viaduto.
    - Onde aquela cadela se enfiou.
    Ali ele se enraivece, inicia uma sessão de chutes na mureta do lugar, alguns transeuntes olham com medo aquela reação, outros começam a filmar, ele ali em total descontrole até que ele senta no chão, sob forte choro aos soluços, ouve ao longe alguém a chama-lo.
    - Não, não vou deixar aquela piranha fazer o que quer.
    - Celso.
    Mauro corre até ele, o rimão levanta do chão num passo e sobe a mureta.
    - Nãoooooooooooooooo.   Aquele grito de desespero ecoa por todo aquele local, pessoas, carros, lá em baixo na avenida caído, Celso.
    No hospital a UTI móvel entra com Celso ligado a aparelhos, segue direto para a sala cirúrgica, após exames, Áurea ali sob efeitos de calmantes, Laura já desmaiara por três vezes e teve de ser colocada em um quarto onde esta sendo medicada.
    - Como foi que isso aconteceu?
    A pergunta que todos fazem a Mauro que conta o que vira a policia ali também colhe o relato do irmão.
    - Meu filho, meu querido filho.
    Celso ali em coma, permanece em estado crítico com alto risco de morrer, sob aparato clínico e excelentes profissionais da saúde que tentam por tudo salva-lo.
    Já em outro mundo se assim dizer, ele anda sob uma calçada de pedras antigas, em um banco de madeira ladeado de flores esta a garota infernal.
    - Sua imbecil, o que fez, que lugar é este?
    - Acabou Celso.
    - Cale a boca, só me responda, ainda pensa em fazer mau a Francisco?
    - Acabou Celso.
    Ele sente um ar pesado e logo vai ficando leve, olha ao redor e nada, tipo só um vazio, ele senta ali com a garota.
    - Como assim?
    - Celso, você morreu.
    - Não, não, eu estou aqui.
    - Não, eles acham que vão revive-lo, mais não, acabou querido.
    - Por quê?
    - Tinha de ser, temos outros planos.
    - Que planos?
    - Celso, sua estória lá se findou, agora começa outra aqui.
    - Para onde vou?
    - Para o seu lar.
    - Meu lar, meu lar é lá com minha família.
    - Não Celso, eles nunca foram sua real família.
    - Sua louca, vadia louca.
    - Agora sim, esta sendo você.
    - Eu quero sair daqui.
    - Infelizmente acabou.
    - Não, nunca acaba enquanto a vida.
    - Que vida?
    - A minha oras, sua cretina.
    - Celso, você foi para lá por impulso.
    - Impulso?
    - Sim, seu lugar sempre foi aqui.
    - Mentira.
    - Vamos.
    A garota lhe dá a mão, ele ainda receoso, insiste em querer ficar mais acaba por ser vencido e segura a mão dela, que vai se transformando em uma jovem, alta, loira, corpo esguio, seios médios e olhos claros, cabelos longos.
    - Quem é você?
    - Sou sua mãe.
    - Minha mãe?
    - Sim.
    - Mentirosa, isso tudo aqui não é real.
    - Por que Celso?
    - Não, você não é minha mãe.
    - Sim eu sou.
    Pouco a pouco Celso vai se interando, suas lembranças da família se esvai e outras bem antigas vão tomando conta de sua consciência.
    - Mãe.
    - Sim meu filho.
    - Por que me abandonou?
    - Filho eu quis ter ido, mais eu não podia.
    - Você me deixou lá, sozinho.
    - Tinha de ser assim.
    - Cadê os outros?
    - Vamos ve-los?
    - Sim.
    Celso caminha com aquela mulher em vestido longo vermelho, ali aos poucos Celso vai diminuindo até ficar um garoto de seus 6 anos.
    - Onde esta o papai?
    - Sente a falta dele meu filho?
    - Sim.
    - Ele também sente a sua.
    - Mãe.
    - Meu lindo.
    Assim eles caminham até cruzarem uma ponte de onde abaixo o abismo sem fim, outro lado atravessam uma faixa de floresta e logo entram numa espécie de queimada, várias árvores esfumaçando e outras em chamas.
    - Esta tão lindo mãe.
    - Claro meu querido do jeito que você adora.
    Caminham mais até chegar numa espécie de buraco enorme onde várias pessoas entram e saem em grupos acorrentadas, ali só há sentimento de perda, ódio, ganância, pavor, terror.
    Um homem forte, alto, moreno claro, trajando calça, camisa, botas, boné vermelho vem a eles.
    - Pai.
    - Meu filho. Abraços, o garoto fica felicissimo ao ver seu pai.

    07122018lllllllllllllllllllllllllllll


Biografia:
escrevo para trazer a tona meus sentimentos anseios desventuras talvez.
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