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MARCOS 13 NOVEL GLS
DE PAULO FOG
ricardo fog

Resumo:
PRIMOR

CAPITULO 17




      Adélia sai do aeroporto junto de Lurdes que segue até um táxi, logo entram, Adélia pede para que a deixe em um hotel bem localizado paga o motorista e dá mais algum a Lurdes para que siga no carro até seu apartamento.
- Obrigada.
- Não se esqueça, tudo pode melhorar, depende de ti e de tua língua.
- Sim eu entendi.
Marcos sai do mercado com algumas sacolas entra no táxi e segue para sua casa, tenta por várias ligar para Fabiana mais sem sucesso.
- Onde essa maluca se enfiou.
Bruno termina mais um expediente e Vera o convida para um chopp.
- Tás ai eu aceito.
- Que bom, achei que ia ficar no vácuo.
- Jamais Vera.
- Então vamos.
- Para onde eu também quero ir. André chega ali ja se convidando, Vera reforça o convite e os 3 saem, bruno fica um tanto sem jeito com a presença de André mais seguem em papos e risos.
No bar, Vera ja pede 3 chopp's e 1 porção grande de asinha de frango, logo vem os chopp's e após uns 20 minutos as asinhas, eles ali ja estão na segunda rodada, logo Bruno recebe uma mensagem, Gustavo que esta na casa da namorada diz que vai chegar por volta as 23 horas.
- Olha só que garoto abusado.
- O que foi Bruno?
- O Gustavo me dizendo que vai chegar tarde.
- Nossa crescem tão rápído.
- Verdade, mais este carinha esta assim por causa que sua tia não está.
- Ah pare Bruno, você também já foi assim. André diz olhando direto nos olhos de Bruno, Vera aproveita e sai para o toillet.
- O que foi Bruno, parece que ficou meio encabulado com minha presença?
- Não é bem assim, só que você sabe, o Marcos e eu.
- Cara, relaxa, ele não esta aqui e afinal só estamos bebendo.
- Sério.
- Lógico.
- Sabe André você faz parecer que tudo é fácil mais não é.
- Cara, cada um faz o drama que quer.
- Esta me chamando de dramatico?
- De certa forma sim.
- Obrigado.
- Tá vendo ja vai ficar enburrado.
- Não é bem assim.
- Por favor cara. Vera retorna do banheiro e olha a cena.
- Poxa eu os deixo por alguns minutos e ja estão em guerra.
- O problema aqui Vera é que este cara não entende.
- Não entende o quê André? Diz Bruno.
- Que eu te quero mais que tudo.
O clima ferve, Vera olha para quilo e se deixa cair na cadeira, chama o garçom, mais uma rodada.
- Caras eu amo vocês.
- Sério Vera, o André acabou de ....
- Flertar contigo.
- Meu Deus.
- O que há de mau nisso Bruno, o André esta afim de ti, olha só se for louco para deixar passar.
- Só que ele sabe que eu estou afim do Marcos.
- Marcos, sempre o tal do Marcos. Diz André.
- Sim André, pode chama-lo de tudo mais eu o amo.
- Cara se você disser isto mais uma vez eu desisto de ti.
- Eu o .... Toca seu celular.
- Oi, Marcos, o que houve, estou no bar aqui perto do atacado, sabe aquele... esta vindo, tudo bem, te agurado, tchau, beijo. Ele desliga.
- Não acredito.
- Em quê André?
- Que chamou ele.
- Chamei e sabe por quê?
- Eu vou embora.
André levanta e Vera o impede rispída.
- Ninguém sai, eu os chamei, vamos deixar de criancices eu gosto dos dois, agora chega dessa bobagem.
Bruno e André olham espantados para Vera que puxa o fôlego devido o altear de sua voz para eles.
- Esta bem eu fico.
- Eu também.
Marcos termina de se arrumar, vai a cozinha e serve de 1 copo de água, mais uma olhadela em seu visual no espelho da sala e pega as chaves, abre a porta e se depara com Fabiana ali na sua frente.
- Oi Fabiana.
- Me ajuda Marcos.
Ela desmaia e ele a segura.
- Meu Deus você esta pálida. Logo ela volta mais nada bem, revira os olhos e começa a babar, mais que depressa ele chama o SAMU que a leva ao hospital ele vai junto.
Duas horas depois da ligação e nada de Marcos, Vera já um tanto alegre tenta dançar country com André, puro fiasco mais se torna legal ali.
- Gente alguma coisa aconteceu.
- Como assim?
- O Marcos não pareceu.
- Tentou ligar para ele?
- Já mais não atende.
- Tente de novo.
- Ok.
Bruno liga e Marcos atende o interando da situação.
- Estou indo para ai. Desliga.
- O que houve?
- A Fabiana foi hospitalizada.
- Quem é ela?
- Uma louca que arrumou barriga do Marcos.
- O quê?
- Bem gente eu estou indo.
- Nós vamos também.
- Não é preciso.
- Cale a boca, a gente vai.
Vera paga a conta e André liga pára o táxi e logo chega e eles entram rumo ao hospital, no caminho Bruno fala com Marcos para saber em que ala estão.
Gustavo ali na frente do prédio da namorada em amassos e beijos, logo ouve o som do celular.
- Meu pai.
- Atende.
- Sim. Ele atende.
- Oi pai, o quê, estamos indo, como, claro que eu vou, tudo bem.
Ele desliga.
- O que foi Gustavo?
- Aquela mulher do Marcos foi para o hospital.
- Ela perdeu o bebê?
- Não sei, não explicou direito.
- Vamos para lá?
- Meu pai acha melhor ficarmos aqui.
- De certo modo ele tem razão, afinal não íamos ajudar muito.
- Mais e se algo ruim acontecer?
- Fique calmo, não vai, ele vai ficar te ligando.
Ali abraçados, Gustavo fica preocupado com o pai, no hospital todos aguardam em uma sala, após uns 40 minutos a enfermeira chama Marcos que depois de uns 10 minutos retorna meio cabisbaixo.
- E ai?
- Foi overdose.
- O quê?
- Ela se drogou.
- Como pode é louca mesmo, ainda grávida.
- Pois é.
- E agora?
- Fizeram uma lavagem e ela vai passar por outro procedimento ficará aqui por enquanto.
- Esta garota não tem juizo. André diz.
André vai buscar para eles na máquina do refeitório, café, sob orientação de uma enfermeira que o libera.
- Volto logo.
- Tudo bem.
Marcos retorna para o quarto onde Fabiana repousa devido os procedimentos e medicação.
- Você é bem louquinha Fabiana. Ali ele faz cafuné no cabelo dela, Bruno anda pelo corredor em direção ao quarto para frente a porta.
- Será que devo?
- Entrar?
- É.
Vera olha para ele e faz que sim com a cabeça, ele mexe na maçaneta e ao abrir, depara com Marcos debruçado sob Fabiana, lágrimas caindo e um beijo.
- Marcos.
- Bruno.
- Você a ama?
- Não é isso.
- Por favor me responda.
- Bruno, depois...
- Claro eu estou indo, melhoras para sua amada.
Vera entra no quarto, nisso Fabiana acorda e vira em direção á porta, ainda sob efeitos dos remédios.
- Vera.
- Não, você não. Vera sai correndo, Bruno vai atrás dela.
- Quem é ela?
- Minha noiva.
- O quê?
- Sim, eu tenho um amor, é ela.
Marcos olha para Fabiana e sai do quarto, André vem com os cafés e Vera esbarra nele, Bruno logo atrás e os copos no chão, André os segue.
Ele tentas acha-lo mais nada, sumiram e ele retorna ao quarto onde Fabiana chora em desespero.
André sai do hospital e vê ali sentados em uma mureta branca na rampa das ambulâncias Bruno e Vera.
- Finalmente vocês ai.
- Desculpe André por ter derrubado o café.
- Nada, o que houve. Vera ali em transtorno não profere uma sílaba, Bruno conta para André o ocorrido.
- Este Marcos também.
- Calma ai, não foi só culpa dele.
- Eu sei, fiquei com raiva.
- Por favor gente eu quero ir embora, sair daqui.
- Tudo bem.
Eles saem dali.
André para um táxi e eles entram, todos vão para a casa de Bruno.
- Gente e os carros?
- Depois a gente vê isso.
- E o Gustavo?
- Vou ligar para ele.
- Como ele virá?
- Eu mando um táxi busca-lo, só tenho que saber se ele vai estar lá.
- A tá. Vera desolada bebe 1 copo de água com açucar, toma um banho sugestão de André e veste um pijama de Bruno.
- Nossa eu estou muito mau.
- Fique tranquila amanhã é outro dia.
- Acabou.
- Fique calma.
- Não Bruno, acabou mesmo, não quero ve-la nem pintada á ouro.
- Dorme um pouco. André lhe dá um calmante fraco e ela engole logo adormece.
- Obrigado André.
- Quero algo.
- O quê?
- Dormir aqui com vocês.
- Tudo bem.
- Te amo.
- André.
- Eu sei, mais tinha que dizer.
André liga para casa e depois toma um banho também veste roupas de Bruno que aguarda a vinda do filho, assim que ele chega todos vão dormir com excessão de Vera que já esta dormindo a mais de hora.
- Pai que louco.
- É o que digo.
- Gustavo o que você faria se seu pai se casasse?
- Oras eu acharia bom.
- Mais e se...
- Fique quieto André. Diz Bruno.
- Tá bom. Gustavo sorri eos 3 adormecem ali no tapete da sala, Vera fica no quarto de Bruno e Gustavo.
- Boa noite.
- Boa noite. Todos dizem.
Logo pela manhã, Bruno prepara o café, frutas, pão, leite e alguns bolos que Adélia deixara no refrigerador.
- Nossa esta tudo muito bom.
- Tem momentos que eu fico em dúvida de seu diploma.
- Por quê Bruno?
- Pelo seu modo de falar.
- Sei separar o formal do corriqueiro dia dia.
- Parabéns.
- Pelo quê?
- Por esta discernição eu não consigo, já me entrego.
- Por isto que eu te gosto. Gustavo entra na cozinha e dá bom dia, já tomado banho e de uniforme que seu pai tirara do armário e deixara na sala junto da mochila, ali papeiam e alguns risos até Vera surgir.
- Bom dia gente.
- Bom dia.
- Quero café estou morrendo de fome.
- É pra já. Ela come e fala do trabalho como se nada tivesse acontecido na noite anterior.

23102017 ------------------------------.


Biografia:
escrevo para trazer a tona meus sentimentos anseios desventuras talvez.
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