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MARCOS NOVEL GLS
DE PAULO FOG
ricardo fog

Resumo:
23

MARCOS NOVEL GAY DE PAULO FOG CAP 1.


      Ali naquele apartamento em região de classe média bairro nobre de Belo Horizonte MG, Bruno ali no sofá da sala olha para Bianca a sua frente.
- Não dá mais, chega Bruno a gente esta se enganando.
- Por favor Bianca, não faz assim, nosso filho, o Gustavo.
- Que filho Bruno, o Gustavo é filho do Breno e você bem sabe disso.
- Então é isso?
- Olhe pense o que quiser, fale o que der na telha, não fico nem um minuto a mais nesta casa contigo.
- E o Gustavo, o que vai falar para ele?
- Bruno, o Gustavo conhece o pai dele só não sabe ainda que é seu pai mais eles se dão bem.
- Você não pode estar falando sério?
- Pare logo com isso com todo esse drama Bruno.
- O pai dele sou eu, sou eu, eu que o registrei.
- Por que quis, nunca te pedi mais o oferecido foi lá e fez a lambança.
- Bianca tenha ciência do que esta falando.
- Por favor Bruno me deixe ir, não torne pior do que ja esta sendo.
Logo toca a campainha, Bianca vai até a porta, abrindo, um rapaz entra e a ajuda com as malas.
- E o Gustavo?
- Pego ele na escola.
- Bianca.
- Adeus.
Bianca sai, Breno fica ali entregue as mágoas daquele rompimento, passa o resto do dia e noite ali naquela sala olhando para o teto e remoendo lembranças.
Nos próximos dias pede a conta do banco em que trabalhara por mais de 4 anos, entrega o apartamento na imobiliária pagando a multa de desistência, 3 dias depois ele tem tudo arrumado, várias roupas, móveis e outros pertences foram doados.
Na portaria ele deixa as chaves, agradeçe ao porteiro e sai, no seu carro Vectra ele segue até uma garagem de vendas onde o deixa já que vendera este também, com a grana em sua conta ele segue para o aeroporto destino Presidente Prudente SP.
Chegando na cidade ele segue de táxi para o Jardim Bongiovani, onde sua tia Adélia reside.
- Obrigado tia por me acolher.
- Oras Bruno, como sempre muito educado.
- Tia, nem sei por onde começo.
- Bem que tal irmos amanhã visitar o tio Olavo?
- Tio Olavo?
- Sim, quando lhe disse que você esta vindo para cá ele fez questão de ter uma conversa contigo.
- Conversa?
- Amanhã, pela manhã logo cedo vamos ao escritório dele.
- Ele ainda tem aquele escritório próximo ao cemitério?
- Não meu querido, já faz 5 anos que ele contruiu um grande, dele mesmo, perto do fórum.
- Que bom tia.
- Mais agora vamos comer um bolo de fubá que eu fiz.
- Nossa tia, quantas saudades.
- Vamos, o bolo esta na cozinha vamos comer.
São Paulo, Marcos termina de fazer as malas, sai do apartamento na Móoca indo para o aeroporto, deixando para trás 12 anos na companhia de Gilberto de 42 anos, empresário bem sucedido, dono de uma editora bem conhecida e sócio em um grupo com mais 4 em uma rede de 8 bares na capital.
No aeroporto Marcos ali com as lembranças segue seu vôo para Prudente, seu avô Nestor falecera e lhe deixara alguns imóveis como prédios comerciais e casas, 1 apartamento próximo ao Cristo e uma banca de revistas perto do parque de uso multiplo PUM.
Marcos chega em Prudente e segue de táxi para o apartamento que Nestor morou por 2 anos, dentro um lugar aconchegante mobílias novas, alegres, ali ele deita na cama onde pega fácil no sono acordando por volta das 20 da noite onde decide por fazer compras de alimentos, segue para um hipermercado onde faz uma pequena feira, carnes, grãos, sucos, chás ali na seção de higiene pessoal ele decide por qual marca de creme dental vai levar quando deixa cair um deste
no chão vai pega-lo mais encontra uma mão ali perto dele, levanta o olhar.
- Me desculpe, é seu?
- Obrigado.
- Aqui esta.
Na sua frente Bruno lhe dá o creme e ainda diz que é muito bom.
- Você faz uso deste?
- Não mais meu na..., bem alguém que fora especial o usava.
- Ja me decidi vou levar.
- Vai gostar.
- Você trabalha aqui?
- A, não também estou comprando algumas coisas com minha.
- Esposa?
- Não, tia, sou solteiro.
- Legal, cara me chamo Marcos.
- Sou Bruno.
- Cara gostei do nosso papo.
- Vamos trocar Whatz?
- Sim.
Ali no corredor trocam contato e logo a tia de Bruno aparece.
- Bom, acho melhor ir.
- Falou.
- Falou.
Bruno segue com a tia para outra seção do mercado sob o olhar atento e de certo curioso de Marcos.
- Tremendo gato.

24082017 ----------------------------------------------------------------------------.



      CAPITULO 2



      Cabelos penteados, roupas bem passadas pela tia Adélia que parece mais radiante que seu sobrinho na visita do escritório do tio Olavo.
Logo na entrada se vê o luxo daquele lugar, o que de certa deixa Bruno contente ja que ouvira por diversas vezes a estória dos tios pelos seus pais, eles foram criados na roça trabalhando de sol a sol, até que Olavo com 14 anos despertou interesse no patrão devido sua facilidade com as palavras, por se tratar de filho de zona rural, o rapaz não trpeça nas palavras até as mais dificeis ele desenvolvia com maestria, outro ponto a escrita, sua caligrafia sempre fora admirável,
legível, perfeita e muito inteligente fazia contas de cabeça e tinha algo que o patrão Ercílio mais admirava, a capacidade de improvisar, segurar e manter uma conversa, proposta ou debate.
Isso foi ponto culminante para Ercílio nos seus 56 anos levar o rapaz para a capital lhe dando serviço de office boy na empresa dele e pagando a faculdade de direito, assim Olavo fora o único de 6 irmãos, a ter curso superior e assim galgar uma carreira promissora.
Assim hoje, Olavo que se formara em 89 tem subido os degraus do tão sonhado sucesso profissional, também teve uma certa ajuda de D Irene, esposa de Ercílio que apresentara Nadine, a única sobrinha dela, filha de médicos o que fez facilitar ainda mais a incurssão de Olavo na sociedade paulista na época.
Na recepção 2 jovens em uniformes de saia e blusa preta com colete branco, gravatinha estilo fita larga vermelha.
- Bom dia.
- Bom dia em que posso ajudar?
- Sou Adélia irmã de Olavo, ele nos aguarda.
- A sim.
Logo a moça os leva até a porta da sala onde dá uma leve batida e os conduz.
- Adélia.
- Oi Olavo, quanto tempo.
- A querida irmã são os entraves judiciais.
- Já te disse que deve trabalhar menos.
- Sim, sempre me diz.
- E Leonor?
- Esta no aguardo de sua preciosa visita.
- Diga a ela que irei no próximo final de semana.
- Sim eu direi.
- Trouxe o Bruno, queria ve-lo?
- A, como esta um homem formado, bonito, muito bonito.
- Obrigado tio.
- Deve fazer aquele sucesso entre os brotinhos?
- O que é isso Olavo, vai deixar o garoto sem graça.
- Tia garoto, não mais, já tenho 31 anos.
- Pois para mim ainda é aquele guri que corria pelado pela casa e eu atrás com sua cuequinha aos gritos para que você vestisse.
- Tia. Bruno cora.
Olavo entra na conversa.
- Bem rapaz, fiquei sabendo que pretende fixar moradia aqui em Prudente?
- Sim.
- Bom muito bom, bem vou direto ai assunto, sei que fizera ciências contábeis mais também cursara Direito?
- Bem, Direito me falta 1 termo.
- Sim, eu ja interei disso também, afinal um advogado tem de saber o básico dos outros.
- Sim entendo tio.
- Bem, tenho uma proposta para ti, ficará aqui comigo me auxiliando, ja liguei para a faculdade daqui e se quiser inicia amanhã seus estudos só que terá de refazer mais um sendo 2 termos.
- Tudo bem, obrigado tio.
- Não, eu que agradeço afinal poderei reparar algo do passado.
- Não entendo tio.
- Teremos tempo meu caro, teremos tempo.
- Nossa Olavo não esperava menos de você.
- Oras irmã, sei que sou conhecido pelo meu gênio forte, ferrenho mais acima de tudo sou família, sou grato e tenho vocês no meu coração.
Adélia abraça Olavo que diz para Bruno dar um passeio pelo escritório e ir se familiarizando enquanto pede café para ele e Adélia.
Bruno pede licença saindo em uma excurssão pelo lugar, no local há 2 andares sendo o primeiro e o térreo advogacia, o segundo tem uma agência de publicidade e um consultório odontológico.
O lugar é todo provido de luxo e plantas, várias câmeras de segurança, sofás de couros, salas bem arejadas e iluminadas com janelas grandes que facilita grande quantidade de luz solar durante o dia.
Ele repara os olhares e os comentários inaudíveis por onde passa, ás vezes um bom dia, até uma moça vestida de um vestido curto jeans, cabelos vermelhos e tatuagem no braço esquerdo vem a ele.
- Então é o sobrinho do chefe?
- Sim e você?
- Sou Vera, auxiliar de escritório, sou recém formada, estagiária aqui.
Eles iniciam uma conversa até a cozinha onde ela lhe serve um café.
- Sou Bruno, ainda não terminei direito, sou formado em ciências contábeis.
- Nossa legal.
- É muito bom lidar com números.
- Sim, entendo, solteiro?
- Sim.
- Nossa chance de mexer com os corações das prudentinas.
- Bem acho que não.
- Entendo.
- Acabei de sair de um relacionamento.
- Nossa que ruim.
- Não, foi bom, só agora no fim que houve uns problemas.
- Bem olhe o que eu posso te dizer é que eu fico fora dessa lista.
- Não entendi.
- Estou noiva.
- Que bom.
- Sim, minha namorada mora em Feijó.
- Nossa que legal.
- Olhe eu te contei nem sei por que, mais ninguém aqui sabe disso.
- Fique tranquila, guardo seu segredo.
- Obrigado.
- Nossa hoje é dificil encontrar em que confiar.
- Verdade. Nisso surge uma secretária dizendo que Olavo o quer na sala.
- Bem, foi um prazer conhece-la.
- Meu também.
- Então até amanhã.
- Ja vem amanhã?
- Sim.
- Que bom. Bruno sai dali acompanhando a secretária indo para a sala do tio, na sala são acertados tudo, inclusive o salário do rapaz.
- E você Bruno vai continuar morando com sua tia Adélia?
- Por enquanto sim, mais pretendo alugar um lugar para mim.
- Vai me deixar Bruno, ja me sinto tão bem contigo.
- Calma tia logo logo não, só mais para frente.
Olavo entra.
- Bem, mais também Adélia tem de entender que você precisa ter sua privacidade.
- A Olavo, eu não atrapalho ninguém. Risos.
A conversa chega ao fim e Olavo os acompanha a recepção onde se despede, Bruno acompanha a tia quando olha no sofá e vê Marcos ali na companhia de um casal.
- Marcos.
- Bruno.
- Bom dia.
- Bom dia.
- O que faz aqui?
- Resolver alguns problemas e você?
- O escritório é de meu tio.
- Nossa que mundo hein.
- Verdade.
- Bem legal te ver.
- Também achei. Olavo faz sinal a secretaria que chama por Marcos e o casal os conduzindo a sala de Olavo.
- Bem tenho que ir.
- Boa sorte Marcos.
- Valeu Bruno.
Bruno sai dali junto de Adélia indo para a casa.
Marcos ali na sala de Olavo ouve tudo que fora deixado para ele sob a ordem de um testamento, agora sim após assinar alguns documentos Marcos se torna um milionário, pois fora os imóveis, teve direito a quase 700 mil depositados em conta judici.
A noite Bruno sai do banho, sua tia fizera uma sopa com frango e ja em vestes de dormir termina de jantar indo para a sala assistir um pouco de tv.
Logo toca o celular de Bruno.
- Oi, Marcos, que bom cara, vou sim, daqui uns 40 minutos, falou.
Bruno se arruma e sai com as chaves da casa e segue para o local de encontro uma chopperia próximo ao terminal rodoviário.
- Oi.
- Oi.
- Cara que louco hoje te encontrar no escritório.
- Pois é né cara.
- O papo rola ali até perto das 1 da manhã, quando eles saem dali andando pelas ruas, passam pela avenida Brasil onde mulheres de programa fazem ponto, Bruno mexe com algumas para sorriso de Marcos.
- Não sabia que tem sucesso.
- A cara a vida é para ser vivida.
- Também acho.
- Mais não sou preso a um contexto.
- O que quer dizer?
- Gosto de provar de tudo que seja bom.
- Eu também.
Eles seguem até parar numa praça onde sentam próximo a uma fonte.
- Não entendi direito.
- O quê?
- Sobre provar de tudo.
- Te mostro. Bruno abraça Marcos e ali surge o beijo.
Marcos que sai deste primeiro, buscando ar.
- Nossa, bem rápido você.
- Com álcool ainda mais.
- Sério cara, você traz mais energia.
Nisso Bruno o agarra e surge outro beijo e dali partem para o apartamento de Marcos.

26082017 -------------------------------------------------


Biografia:
escrevo para trazer a tona meus sentimentos anseios desventuras talvez.
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