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A enfermeira está a me espancar
Sergio Ricardo Costa




Porque a multidão eu não adquiri à faca!

Acho que ela é irresistível
(Mas inatingível por indistinção).

E não libertará a mim de me lançar aos céus
Com a família...

Mas
É importante eu
Não restringir o fácil advogado,
Que sempre vai ser assim se eu estiver ali
À superfície;

                     É que a enfermeira está
No que houver...

                               De mão
Irresistível, que
Aconteceu de ser,
Mas se eu não chorar,
Por vaidade ou jabuticaba ou aquecimento global,
Interrompida está a dor, insuportável dor
Que necessita e não
Libertará a mim;
A enfermeira está a me espancar,
Com burburinho,
E em pé;
O coração vazio
Do que puder.

A mão
Que nem percebo mais
(Sinceramente não...),
Mas eu não sei por quê,
Inteiro,
Se eu nasci
Legítimo, porém
Levado a me tornar
Melhor do que ficar
Na parte inferior
Em meio à multidão,

Nem tento me livrar.

Que, então, eu percebi,
Por meio dos ferimentos,
Ciente do que é,
Se ou quando se ausenta,
Disse a ela que é tolice
Que bata de brincadeira,
(Ou o mínimo necessário),
Pensando que poderia
Tratar-se da coincidência
Por quem os meus pensamentos
Publicamente são
Contraditórios,
Ou
Infestações comuns,
Da verdade que não temi
Ousar dizer
E disse...

A enfermeira está a me espancar

E se eu não chorar
Bem (bem) baixinho, em tom
Inatingível por     
Perdido e ela não
Ganhar o meu olhar,
Não, nem vem me limpar!

Nem vem me ninar,
Nem recontar
(Minha preferida)
A história do frango Mike,
Que viveu mais de um ano sem cabeça.


Biografia:
-
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