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MARCOS 16 NOVEL GLS
DE PAULO FOG
ricardo fog

Resumo:
EXCELENTE

20




             Lurdes desce do carro, ali um pouco a frente o fogo alto, logo chega os bombeiros, resgate, policia.
Ela fica de joelhos diante a cena estarrecedora, ao longe de um carro preto importado, alguém filma em zoom tudo aquilo.
Adélia sai do banho em uma camisola de um rosa para laranja com detalhes de renda no busto, abre uma necessárie e pega um hidratante começa a passar pelos braços, pescoço, pernas.
Toca a campainha, ela atende, um jovem entrega para ela uma pequena caixa branca, ela agradece dando alguma quantia ao rapaz.
- Obrigado.
- Boa noite.
- Boa noite.
Fecha a porta e senta em uma poltrona de couro branco, passa a mão nos cabelos e deste tira uma presilha, aciona esta que libera um minusculo canivete, corta a fita adesiva, dentro da caixa 2 pen drives e um bilhete.
" Aqui estão tudo que fora pedido, segue junto a senha de Sanches ". Adélia pega os pen drives, de uma gaveta do criado mudo, tira um notebook e após ligar, conecta ao dispositivo um vídeo e mais detalhes do ocorrido porém ao fundo da caixa, fotos destas que se imprimem em aparelhos próprios para este fim dos corpos deles.
- Pois é Bianca, agora terá de esperar um pouco para ter seu filho consigo novamente, só na próxima vida, se houver.
Coloca a caixa dentro de uma mala com tudo que tinha nela, mais retém para si um papel, nestes 3 numeros de celular e um numero separado, uma sequência.
- Finalmente a senha Sanches.
Adélia sorri e liga para a recepção pedidndo champa e caviar.
- Tenho que festejar este ganho.
Vera esta animada ali no carro com Bruno, Marcos, Gilberto, Gustavo e Laís.
- Gente muito obrigado ppor me trazer hein.
- Oras Vera, o que seria desse passeio sem você.
- Obrigado Gustavo, seu lindo.
- Olhe eu estou aqui. Laís diz sorrindo, Bruno olha para Marcos que assumiu o volante, com certo desconforto em ter Gilberto ali com eles.
- Daqui uns 20 minutos a gente tá chegando.
- Que bom. Gilberto responde e olha para todos ali, ninguém demonstra qualquer animosidade para com ele.
- Nossa acho que realmente não me querem por perto.
- Agora esta começando a entender hein. Diz Gustavo.
- Pare Gustavo. BRuno o repreende.
Assim seguem até pararem frente a portaria onde Gilberto desce e logo retorna com alguns crachas.
- Usem por favor.
- Tudo bem.
A casa é linda, bem tipo casa de praia, 4 quartos, sala, cozinha grande, 2 áreas, churrasqueira e até mesa de bilhar.
- Nossa é linda e a paisagem, a vista para este lago, magnifico.
- Pois é já foi um rio, agora represado se tornou o Lago Sérgio Motta.
- Muito lindo.
- Viu eu sei de algumas coisas.
- Quem te ensinou? Pergunta Bruno a Marcos, aproveitando que os outros foram para o outro lado da casa.
- Eu que lhe disse, não foi meu grande bem. Gilberto surge em sunga e camiseta.
- O que significa isso?
- Oras eu vou nadar um pouco vamos Marcos?
- Vai você, vou ficar com o Bruno.
- Ai que chato, vir para a água e ficar no seco.
- Tens razão, vamos todos. Bruno diz puxando Marcos para dentro.
Em poucos minutos, todos em trajes de banho seguem para a prainha que fica do outro lado da pista.
Na água o clima é outro surge a descontração e todos ali ficam mais contentes, na areia o celular de Bruno e de Gustavo não pára de tocar.
Em determinado momento Vera sai da água para ir ao banheiro e na volta trazer do bar que fica numa antiga embarcação, cervejas, refri e alguns salgados para tiragosto, quando passa perto dos pertences toca o celular de Bruno, ela grita e Bruno sai da água seguido de Marcos.
- Oi tia, o quê, quando, como, claro, ja estamos indo.
Eles desliga e olha para os outros ali se divertindo grita para eles que saiam da água.
- O que houve?
- Preciso de seu apoio Marcos.
- Esta me assustando.
- Pior.
Gustavo vem junto dos outros, ali em meio a uma entrada, Bruno conta o ocorrido, Gustavo grita " não " e corre pela areia, as pessoas ali ficam um tanto assustadas com aquela reação sem entenderem o que aconteceu.
Aos choros ele berra, frente ao maravilhoso lago, Vera traz as bebidas e a porção majestoza de fritada de peixe.
Ao saber da noticia se joga na areia e fica em seu silêncio, logo todos retornam a casa e pouco tempo já estão na estrada, Olavo já fora notificado por Adélia e liberou a todos ou seja Bruno e Vera para irem a BH.
Marcos fica em seu apartamento onde arruma outra mala de roupas e logo lhe vem buscar vão para o aeroporto e voam para BH.
Gilberto bem que tentou que ele ficasse por umas 3 vezes mais não obteve sucesso, teve de ficar pois tem ainda que resolver o assunto casa e ja lhe ligaram tem de retornar o mais breve para a empresa.

10112017 ---------------------------------------------------.






                                   21











                     Todos ali em sentimentos, Adélia fizera com que Breno fosse velado em outro salão, ali diante do caixão onde Bianca esta, Gustavo alisa a madeira, um choro contido, porém de um sofrimento indescritível, Laís se aproxima dele que se ampara ao peito da amada.
      - Porque, por que minha mãe, eu a amo, mãe eu te amo muito.
      Bruno vem ao consolo de Gustavo que o abraça tão forte, ao fundo Lurdes olha a cena comovida e logo encontra o solhos de Adélia que chora copiosamente.
     - Cadela, vadia. Ela diz baixo.
     O enterro acontece de forma simples, sem muita pompa, Olavo mandara 2 coroas que foram a decoração do salão e da sepultura, uma placa de concreto liso onde foram pintadas em preto o nome e as datas de nascimento e falecimento.
     - É só isso pai?
     - O que foi filho?
     - É só isso que recebemos, é isso que somos, uma placa com datas?
     - Filho, a vida muitas vezes se torna inexplicável.
     - Pai é minha mãe, a minha mãe que esta ali, naquela cova.
     - Filho.
     - Pai.   Gustavo grita, correndo até a cova começa a escavar com as mãos gritando para que sua mãe saia dali.
     - Filho. Bruno o levanta, lágrimas nos olhos, funcionários do cemitério vem até ali.
     - Podem deixar, já passou, ele ama muito a mãe.
     - Entendemos sr. Marcos vem a eles e ajuda Bruno a retirar o filho do seu amor dali.
    Lurdes serve café com biscoitos, bolo e Laís aproveita a cortesia da mulher lhe pedidndo para tomar um banho.
     - Nos desculpe Lurdes, te tirar do seu sossego.
     - Jamais, fui e sou amiga da Bianca e de vocês, assim sendo de todos aqui.
     - Podemos falar?
     - Claro, me acompanhe até o meu quarto.
     - Sim.
     Bruno deixa os outros ali e acompanha Lurdes até o quarto.
     - Sabe de alguma coisa sobre isso?
     - Bruno.
     - Por favor.
     - Não, eu não sei de nada.
     - Ela não entrou em contato contigo?
     - Sim 2 vezes, até nos vemos ontem.
     - Ontem?
     - Sim, falamos bobeiras.
     - Ela disse se estava correndo perigo?
     - Não Bruno.
     - Desculpe eu ser assim, mais entenda eu já não estava mais com ela, mais jamais desejaria tal fim para ela e nem para ninguém.
     - Eu sei Bruno, eu sei, você é o cara de coração mais puro que eu conheço.
     Bruno abraça Lurdes e chora ali, logo batem a porta, ela diz que entre.
     - Bruno.
     - Marcos.
     - Sabia que ia desabar.
     - O Gustavo?
     - Esta na sala com Laís e Vera.
     Lurdes pede Licença e sai dali, deixando Bruno aos braços de Marcos.
     - Por que tudo isso agora?
     - Tenha fé, eu sei que é dificil, perdi boa parte de minha família para não dizer quase toda.
     - Me desculpe.
     - Vai chore, faz bem.
     Bruno se larga ali e chora, Marcos alisa os cabelos do amado.
     Adélia dentro de um carro faz algumas ligações sendo uma para Olavo.
     - Preciso que faça aquilo, como de sempre, tenho que deixar limpo, agora vou cuidar de outra coisa, tchau.
     Desliga e segue com o motorista pela grande avenida parando em um hotel conceituado, desce e entra na recepção um rapaz a atende e ela pega o cartão de um quarto segue para o elevador subindo para o 9º andar.
     Em frente a porta do quarto, passa o cartão e entra.
     - Adélia.
     - Demorei muito?
     - Não tanto.
     - E ai gostou do show?
     - Você ja fez melhores.
     Ali frente a elas o dono da joalheria.
     - Trouxe o que me levou?
     - Claro.
     - Do mesmo jeito que pegou?
     - Talvez.
     - Como sempre, uma serpente.
     - Deixe de elogios, foi bem pago, muito bem pago.
     - Só não entendo o por que de tudo aquilo.
     - Não é para entender, obrigado por tua ajuda.
     O homem pega a caixa e os envelopes confere até que.
     - Esta faltando.
     - A senha?
     - O que você fez?
     - Finalmente ela veio para quem a merece.
     - Não brinque com isso Adélia.
     - Acho que você é quem esta afim de brincadeiras.
     - Me entregue.
     - Jamais, agora ela é minha, recebeu muito bem por isso.
     - Nunca te daria ela, sabe o que isso implica.
     - Agora vai, quero repousar afinal tive um dia tedioso.
     - Virão buscar esta.
     - Eu sei, cuidarei disso também.
     - Por favor.
     - Vai embora, ou quer ficar lá junto da morta, fazendo companhia a ela ou melhor, ao que sobrou dela?
     - Adeus.
     - Não, até logo é mais conveniente em nosso caso não acha, até.
     - Tanto faz.
     O homem sai batendo a porta, na cama fica o cartão de acesso ao quarto que ele usara.

      14112017 ------------------------------------------------------.


Biografia:
escrevo para trazer a tona meus sentimentos anseios desventuras talvez.
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