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ESTRADA DE AÇO 5 NOVEL LIVRE 12 ANOS
DE PAULO FOG E IONE AZ
paulo azambuja

Resumo:
BOM

8




          O CHORO NOS DEIXA EM CERTOS MOMENTOS DISPONÍVEIS A OUTRAS EXPERIÊNCIAS, PRECISAMOS NOS PRECAVER PARA NÃO SERMOS BASTARDOS DESSE SENTIMENTO.



          As cinzas de Madóra é trazida para o reino, ali em cerimônia particular, Silas presta seu ultimo respeito a sua mãe em um vaso cerâmico com detalhes de rosas.
      - Minha mãe, mãe, mãezinha, por quê.
      Diante ao longo choro do garoto, Lúcia vem para perto e o consola, Reginaldo assiste tudo ao longe tendo a seu lado Duquel.
      - Por que veio?
      - O que foi Reginaldo, rei, agora esta querendo dizer o quê?
      - Só acho que deveria estar agora no minimo reclusa em uma capela.
      - Por quê?
      - Para tentar o perdão diante a seu terrível ato para com aquele garoto.
      - De que ato quer falar?
      - Do seu de ajir contra a mãe dele.
      - O que foi Rei?
      - Vamos, diga logo o que fez?
      - Tudo bem, já que decidimos falar, por que não iniciamos com o plano de ambos os primos em deter aquele garoto, não permitindo que ele se aposse do trono.
      - Você é louca.
      - Posso ser, não menos que vocês.
      - Sou o rei.
      - Eu sei e o respeito, mais não vou aceitar tais acusações para minha pessoa.
      - Depois falaremos.
      - Sim depois.
      Ali eles observam Silas levantar um grande ramo de oliveira e colocar acima do pote que esta em uma torre média de lenha untada em óleo e querosene ao pousar aquele ramo, a lenha é queimada junto do vaso.
      - Adeus mamãe.
      Eles seguem para o salão oval onde é servido um banquete de assados e vinhos, porém sem melodias, poucas horas eles se retiram para seus quartos, aos primeiros raios de um novo amanhecer, eles já estão no cemitério da realeza onde estão a terminar a cripta de Madóra quase ao lado do rei Arthur.
      - Vou estar sempre contigo mamãe. Silas agora derruba pouca lágrimas e sai dali junto de Lúcia, mais tarde eles participam da assinatura de inicio da construção da usina, Duquel demonstra uma alegria quase nunca vista.
      Silas após o término do assino vai ter com a ministra no gabinete.
      - Então, me pediu uma reunião a sós, o que deseja?
      - Saber dele.
      - Dele?
      - Sim, o canalha que a matou.
      - Como assim?
      - Sabe muito bem, minha mãe não tinha inimigos, port6anto quem a matou só pode ter sido ele.
      - Ele quem?
      - Afonso.
      - O quê?
      - Haveria outro, não, como pude ser tão inocente, aquele monstro a matou.
      - Pensando por este lado, pode até ser.
      - Como assim?
      - Oras, ele viveu com ela, com vocês, ele alguma vez demonstrou qualquer tipo de raiva ou conduta imprecisa?
      - Não, sempre foi um bom........
      - Pai?
      - Ele não é nunca será meu pai.
      - Me desculpe.
      - Quero que o encontre, quero ver a cabeça dele aqui nas minhas mãos.
      - Sim senhor. Silas sai dali batendo a porta, de um anexo surge Reginaldo.
      - E agora Duquel?
      - Como entrou?
      - Tola, acha mesmo que eu ficaria de fora desse episódio que ocorreu aqui.
      - Sai daqui.
      - Veja bem como fala com o rei.
      - Um rei ainda menor.
      - E daí, posso muito bem coloca-la nas grades.
      - Sob qual acusação?
      - Assassinato, posso?
      Duquel se aproxima do rei e pega uma pasta de documentos, saindo dali o olha com certa ironia.
      - Tente, rei.


Biografia:
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