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LUSO-BRASILEIRO
Ricardo Cunha Costa

LUSO-BRASILEIRO

Assim como a cor d'olho não colore
Aquilo que se tem à sua frente,
Tampouco a cor da pele ao que se sente
Altera o quanto ria e o quanto chore.

Não me queiram, portanto, que deplore
A língua como força d'essa gente
Na voz de quem não cala e não consente
E à luz de quanto a mente rememore.

Ao contrário, mestiço que sou eu,
Reconheçam pela híbrida linguagem
O vernáculo audaz do verso meu.

Pois certo de que não tão bom selvagem
-- Cujo belo paraíso se perdeu... --
Transmito mais além minha mensagem!

Betim - 24 04 2018


Biografia:
Escrevo. Gosto de escrever. Se sou escritor ou poeta, eu deixo para o leitor ponderar.
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Poesias O MONGE E A SERPENTE Ricardo Cunha Costa

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