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A FELICIDADE É PARA TODOS
ANDERSON ALMEIDA

Resumo:
A vida é transitória, breve e repleta de armadilhas. É claro que ela não é igual para as diferentes pessoas. Fatores diversos podem intensificar as dificuldades e os conflitos diários. Mas, independentemente de quais sejam os nossos problemas, nós podemos minimizá-los ou torná-los ainda maiores. Há pessoas que lamentam, gritam, choram. Outras se calam, não se manifestam. Cada pessoa tem o seu método particular de administrar os desafios. Não podemos subestimar a dor alheia, embora seja certo que muita gente faz muita zoada por questões pequenas. O livro nos propõe profundas reflexões sobre a A felicidade, definindo-a, desfazendo conceitos equivocados e, ao final, propondo os pilares para uma vida feliz: Deus, saúde, paz, dinheiro, família, dentre outros fatores.

Fatores diversos, questões financeiras e sociais podem intensificar os conflitos diários. Mas, independentemente de quais sejam os nossos problemas, podemos minimizá-los ou intensificá-los. Há pessoas que lamentam, gritam, choram. Outras se calam, não se manifestam, preferem refugiar no seu silêncio.
Seja qual for o método escolhido, não podemos ficar à distância criticando o problema alheio, emitindo "pareceres" sem o conhecimento da causa. É necessário empatia. Até que haja prova em contrário, todo problema tem o tamanho que o indivíduo afirma.

Cada ser tem o seu método particular de administrar os dilemas, seja enfrentando-o ou simplesmente curvando-se diante dele. Não podemos subestimar a dor alheia, mas não podemos deixar de dizer que vários são aqueles que transformam em "tempestade" as questões pequenas.

Há pessoas ricas e paupérrimas que abreviam as suas vidas com o suicídio. Por vezes julgamos pelas aparências externas, mas nem sempre a extensão da dor está relacionada à matéria.

Todos têm desafios, dificuldades, conflitos pessoais, dores físicas e emocionais, sentimentos, emoções. Todavia, absolutamente tudo tem "solução". Há soluções não tão convencionais sob o ponto de vista humano.

Quando, em algum momento, as dificuldades derem trégua, nesses "intervalos" devemos aproveitar para "Estar Feliz". Daqui a pouco o presente torna-se passado e se não vivermos um tempo de cada vez, corremos o risco de ficarmos aprisionados no passado ou no futuro enquanto desperdiçamos a oportunidade de viver o presente.

Não deixe para sorrir somente quando houver a melhor piada. Um sorriso forçado pode estimular algo mais intenso; não deixe para curtir a família quando os filhos estiverem grandes, porque, quando eles crescerem, a família já não estará unida integralmente. É possível que os filhos terão partido, constituído as suas próprias famílias e pode ser que não terão tanto tempo para nós.

O ideal é viver tudo no seu devido tempo. Nada pode repor a perda das primeiras palavras do filho ou os seus primeiros passos. Quem perdeu essa fase não poderá recompor a lacuna. O que foi perdido ficou para trás, óbvio. viva o seu tempo. Não sejamos ridículos, tentando incorporar hábitos exclusivos dos jovens. Respeitemos os estilos de vida, mas furar orelha aos 60 parece haver uma tentativa de resgatar algo perdido lá atrás. Cada qual na sua, no seu devido tempo e tribo.

É um desperdício viver prorrogando o dia para ser feliz. Vivemos dizendo "quando eu puder...", "quando houver tempo...", "quando eu estiver estabilizado financeiramente...", "quando eu ganhar dinheiro...". Quando vai ser isso?!

Vivemos colocando empecilhos para não aproveitar "o hoje", porque deixamos o presente em segundo plano, enquanto apostamos em um futuro incerto. Só existe algo relativamente certo: o presente. O mais: passado e futuro, só existe na imaginação! Passado são lembranças; futuro é mera expectativa. O presente (favorável ou incômodo) é a realidade que está diante de nós.

Há pessoas que passam uma vida trabalhando, dedicando, dando o máximo de si, mas sem olhar para si. Pensam no acúmulo de bens, pensam no bem-estar dos filhos, dos netos, mas esquecem de si mesmas. E quando têm o privilégio de alcançar esse "futuro" de que tanto falaram ao longo da vida, já são pessoas idosas, muitas vezes cansadas, adoentadas e impossibilitadas de desfrutar daquilo que produziram ao longo da vida. Tais pessoas por vezes se sentem traídas, por falta de reconhecimento, por falta de atenção. Elas esperam mais dos filhos. É um equívoco esperar que os outros reconheçam o que fizemos por elas, seja porque não têm a percepção dos nossos esforços ou simplesmente porque são ingratas. Há pessoas que voltam para nos agradecer por algo que fizemos por elas; outras simplesmente ignoram. Todavia, se isso acontecer, vamos viver sofrendo?!

As outras pessoas são importantes, mas você deve se olhar no espelho e dizer: "Você é a pessoa mais importante do mundo". Não se trata de egocentrismo. É apenas um exercício diário de autoestima. Assim, quando você perceber que não foi reconhecido ou foi abandonado, nada lhe fará se sentir menor. Muitos recordarão de nós, mas a maioria não. Isso inclui, também, parentes próximos.

Viva o presente e tente fazer dele o momento mais oportuno para ser feliz. "Felicidade" não é um lugar a ser alcançado, é processo cotidiano. Não é um "status" permanente, mas um estado de espírito transitório. A alegria e a tristeza são sentimentos que passeiam pelo nosso íntimo. Não podemos, contudo, é deixar que tais sentimentos habilitam permanente em nós para não correr o risco de tomar uma dimensão maior: uma depressão. Depressão é o estágio mais avançado da tristeza recorrente, acumulada.

Se não vivermos plenamente o momento atual, é arriscado apostarmos “todas as fichas” num futuro, porque o frescor da vida se perde com o passar dos dias, e pior, o futuro é incerto para todos nós! Não adianta pensar que seremos felizes de uma só vez: no futuro. Não. Felicidade é algo paulatino, momentâneo, em pequenas doses. Em alguns casos, as circunstâncias impedem que o indivíduo conquiste esses momentos de satisfação pessoal.

É inevitável as consequências do tempo, que tragicamente acabam nos transformando em seres mais frágeis e vulneráveis.

Apesar dessa certeza de transitoriedade, vivemos profundamente envolvidos com os afazeres do cotidiano, equiparados a escravos da rotina e das atribulações do cotidiano. Com isso, acabamos por colocar a felicidade em segundo plano ou, às vezes, em plano algum.

Dedicamo-nos a vários projetos, todavia não reservamos tempo para sermos felizes. Estamos sempre deixando para depois, iludidos pela falsa ideia de uma eternidade que não existe. Não damos “uma força” para a vida, apenas delegamos para que o destino resolva “as coisas” por nós.

A IMPERFEIÇÃO DA VIDA

Não devemos esperar que a vida seja perfeita para, só então, decidir em ser feliz. Não, ela nunca será perfeita para ninguém. Cada ser humano, por mais privilegiado que seja, tem suas angústias e conflitos pessoais que o faz sentir feliz ou infeliz. Essa imperfeição independe da classe social e econômica que o indivíduo faça parte. Os problemas, nas suas diferentes facetas, rondam o ser humano. Então, é ilusão em falar em felicidade eterna. Ser feliz ou infeliz é uma condição transitória, porque todos nós estamos expostos aos riscos sociais.

Devemos sair da inércia e fazer algo pelo destino, porque ele não é previamente traçado por Deus. Nós podemos modificá-lo para melhor, porque somos privilegiados pela liberdade – o livre arbítrio.

LIVRE ARBÍTRIO PARA MUDAR

Nós não somos prisioneiros ou escravos do destino. Tampouco Deus nos impõe uma condição determinista para sermos “isso ou aquilo”, felizes ou infelizes, ricos ou pobres, bem-sucedidos ou fracassados. Assim sendo, podemos fazer algo para mudar os rumos das coisas, acaso julguemos que eles não sejam os ideais. Podemos assumir o “volante da vida” e mudar as curvas do destino, fazer algo por nós mesmos e pela humanidade de modo em geral.

Não adianta olhar a felicidade sob um foco, sob uma perspectiva. A flexibilidade é uma boa estratégia ao invés de ficar insistindo em projetos falidos, em amores não correspondidos, “batendo em portas” que não se abrem. Se não der certo por um lado, tente de outra... É tentando que vamos encontrar o nosso espaço, um lugar melhor, mais privilegiado ou menos penoso. É apostando em coisas novas que descobrimos nossos talentos, descobrimos pessoas interessantes; que apagamos velhos ranços, rancores e até amores mal resolvidos. Quando “abrimos o coração”, criamos espaço e danos chance para “o novo” nos habitar.

Não devemos ser insistentes em projetos e objetos fixos. É sempre bom mudar os rumos e apostar em coisas novas. Se determinado “sonho” não está indo avante, talvez a alternativa é a mudança. Novos rumos, novos ares, novos amores. Mudança com responsabilidade, sem aventuras irresponsáveis! Se fizermos tudo com foco, não tem como dá errado!

APOSTANDO EM COISAS NOVAS

Se determinadas portas não se abrem, devemos partir para outras. Por que insistir em algo que não está dando certo?! Assim é no amor, na profissão, nas amizades. Chega de ideia fixa. “Partir para outra” é nos permitir o direito de mudança e renovação. Nada de seguir olhando para trás, sofrendo por fatos pretéritos, por perdas materiais e emocionais. Ou apagamos o passado que nos atormenta, ou continuaremos reféns dele, sem condições de olhar para o futuro e vislumbrar dias melhores.

A FELICIDADE É ALGO RELATIVO

A felicidade é algo relativo, podendo o seu significado variar segundo as concepções de cada indivíduo. O que para alguns tem um sentido de felicidade, para outros pode nada ter sentido algum. Com isso, conclui-se que felicidade não é uma fórmula ideal para os diferentes tipos de pessoas.

APRENDER A FAZER ESCOLHAS

Nos momentos difíceis nem sempre sabemos fazer escolhas sensatas, mesmo que haja diante de nós alternativas para serem escolhidas. Precisamos estar aptos a “desenrolar” a vida quando a oportunidade surge diante de nós. Para isso é necessária uma organização pessoal e profissional, porque a falta de planejamento nos torna inaptos para tomar decisão sensata.

Obrigado por nos acompanhar até aqui. Este livro possui 185 páginas.

recado.digital@hotmail.com
franclimmelary@gmail.com










Biografia:
Pedagogo pela Universidade do Estado da Bahia. Bacharel em Direito pela UniFG e pós-graduado por esta Universidade.
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