Login
E-mail
Senha
|Esqueceu a senha?|

  Editora


www.komedi.com.br
tel.:(19)3234.4864
 
  Texto selecionado
WIZARD
TRILOGIA
DAniel Roehe Dornelles

Resumo:
A vida de Kenti, um personagem em um mundo fantástico repleto de misticismo e desafios.

Wizard


A hora do artefato.
Numa tomada de consciência percebo o que nenhum psicotrópico poderia controlar.
Como dizem por aí, “tem coisas que a gente vê ninguém acredita”. O domínio da minha não realidade foi galgado a muito sacrifício e perdas afetivas de gente que se afastou por conta de uma negatividade que persistia em caminhar junto comigo. E muitas vezes chegar ao ponto de me dominar. Posso aqui usar termos técnicos de uma ciência que briga para ser exata ou cair de vez no oculto.
Relatos podem ser escritos e até mesmo levados a sério, porém acredito que ao longo de minhas descobertas encontrei todo o tipo de universos que se criam e recriam.
Na tentativa de sobreviver aquilo que não tem domínio e que é mais um dos muitos mistérios do intelecto da raça humana.
Abrir esse leque só vai fazer o fogo da dúvida atiçar e destruir nossas certezas.
Não acho que focasse em um plano provinciano de vida de uma via só é a solução para que tenhamos uma vida plena ou ao menos protegida.
O labirinto que se abre em meio a sinapses de um mente em evolução não se comparam a pequenas ações terrenas.
Mudar a si próprio é batalha que travamos no momento que questionamos pela primeira vez.
E pelo os meus cálculos ser provocado a mudar, pessoa, estrutura, meio. É causa das revoluções, evoluções e podemos dizer que desfechos de uma etapa.
O tempo dita, mas não o tempo contável e sim o biológico.
Adaptação.
A velocidade que estamos assimilando as coisas hoje em dia nos serve de exercício para algo maior que nos espera.
Porém a certos impactos que podem levar a uma extinção por isso dar-se a entender que somos frágeis.
A partir desse relato Trago uma nova visão onde vemos uma infindável de referência de nossa literatura que profeta nos primórdios e se perpetua no inconsciente do povo humano.
Poço começar com a imaginação condicionada, onde sempre tem um referencial para que se tenha sentido. Nada se criar sem uma influência. Descobrir quem é a raiz de toda nossa invenção é se perguntar se realmente vale a pena.
Nessa busca podemos achar coisas num caminho sem volta.
Mas como uma aventura e ser o herói de sua própria história protegido pelo próprio segredo.

Numa tormenta aos pés de um desfiladeiro ele busca um artefato, um raio cai muito próximo o vento se debruça e o empurra para o risco. Com a determinação de viver não só pelo perigo, por sua busca, ou algo maior que nem ele mesmo sabe. Ele é determinado e persiste. Se agarra em pequeno arbusto e ali fica com certeza que a calmaria chegaria breve. E chega e segue sua jornada ao topo de um morro não muito alto mais traiçoeiro por conto do clima e de difícil acesso. Logo no topo há uma caverna que imperceptível vista de cima quase camuflada e tal local quando se aproxima da impressão de a muito tempo estar vazio.
Os símbolos aqui não serão citados e nem o aspecto da caverna me atenho apenas ao objeto que ele veio buscar. Muito simples e fácil de achar se encontrava bem à frente a passos largos em direção reta.
Logo que teve em suas mãos o artefato sentiu um pequeno cansaço que acredito ser fruto da aventura. No entanto saberia que futuramente enfrentaria um grande problema.
Colocou-o em sua mochila pegou os fones de um dispositivo a energia solar e ligou na música que aleatoriamente saiu na lista. Abriu um sol intenso e seguiu o caminho para quem lhe encomendou tal objeto.
Arte.
Pintando um quadro entretido entre as linhas de uma nova tendência estava nosso aventureiro, um artista nato formado em artes plásticas numa das maiores universidades de seu país. E em sua frente transformava o papel no objeto que havia conquistado. E em sua galeria há uma imensidão de outros misturados a paisagens e gravuras de vasos com flores.
Com um trabalho fixo e clientes fies tem um ótimo tempo para suas extensas viagens.
Suas expedições pagam melhor e altamente requisitado por todo mundo sem mesmo ser conhecido.
Assim como artista tem nome artístico tem seu pseudônimo de caçador de relíquias.
E sobre cada peça catalogada que não está em seu poder mais além de uma pintura fidedigna tem também um registro detalhado de como foi encontrado.
Certa vez em lugarejo de uma vila europeia repleta de castelos em meio a suas buscas conheceu uma linda nativa do lugar. Uma mulher magra com feições doces e langdas, mas a conhecendo se tratava de uma mulher forte, sem meias palavras, muito direta ao ponto de perceber toda a intenção do artista e logo rispidamente o esnobar. E tomar seu rumo. Porém ela não conhecia a insistência do artista obstinado por seus objetivos e o de agora era conquistar aquela mulher, que logo de começo nem fazia muito seu tipo, era só a empáfia de o negar.
Viu ela ao longe, calculou em sua cabeça uma engenhosa arapuca. Virou-se e foi para o hotel onde estava instalado.
No outro dia voltou ao mesmo ponto onde estava aquela gentil porém enérgica mulher e nas mãos dele havia um mimo, um embrulho que continha uma tela.
Juntou forças pois havia um pouco de receio de ela rejeita-lo novamente.
Quando ela o olhou fez uma cara de quem viu um desafeto. Ele precisava ser rápido e entregar o presente e em poucas palavras sair.
Disse:
_ Desculpe-me moça, sinto que não agradei muito a senhorita (logo vendo que não tinha aliança) em retribuição pela minha falta de carisma lhe ofereço esse agrado.
E lhe entregou a tela, ela ficou um pouco enrubescida, mas logo voltou ao normal.
O artista se virou e a passos largos deixou o lugar sem nem mesmo ouvir seus agradecimentos o que deixou ela sem reação já que nem pretendia agradecer quanto mais ficar com aquilo. Porém devido aos fato e sua curiosidade humana fizeram com que ela abrisse o embrulho. Para sua surpresa se tratava de uma obra linda de um gato amarelo e em sua recordação veio a semelhança com seu bichinho de estimação com a peculiaridade do rabo que era curto e peludo. Foi uma lembrança que trouxe boas recordações de um tempo bom e ela ficou maravilhada com aquilo e depois de muito tempo se deu conta de como ele poderia saber.
No trem voltando de suas busca o homem rabiscava algo em seu caderno de desenho, mas ainda não tinha forma.
Boteco.
Alguns bêbados em volta do barman as mesas vazias e o nosso amigo artista folha um livro enquanto isso uma senhora garçonete com um uniforme bem ajeitadinho trazia um café. Ao olhar que o moço lia fez com que a senhora perguntasse qual o título da obra com interesse despretensioso. Ele pegou a pequena xicara levou até a boca, sorveu degustando com cuidado de não se queimar, olhou firme nos olhos dela e disse:
_ É uma obra de minha autoria que estou lendo com intuito de corrigir pequenos erros.
Ele disse o nome, mas não tinha a intenção de usar o mesmo título era provisório. A velha garçonete gostou do nome, mesmo assim ele estava firme na sua decisão. Chegou uma senhora com uma criança e a senhora foi voltar a atenção para os novos clientes e o Artista agora com mais o Plus de escritor voltou a suas correções.
Todas as manhãs ele religiosamente frequentava esse mesmo estabelecimento, as vezes com um livro por confeccionar outras rabiscando alguma coisa e também era o ponto de encontro de seus clientes que buscavam por objetos de estima ou com procedência duvidosa e muitas vezes vindos de arriscadas missões.
Num sábado meio cinza atravessando as ruas de seu pequeno lugarejo se encaminhava para o boteco meio que as pressas.
Sentou no seu lugar de costume tirou de sua pequena bolsa um caderno com muitas gravuras e sua atenção se voltou para o desenho de uma moça de longos cabelos pretos olhos redondos e grandes, lábios finos. Quando olhou para porta do recinto eis que surge a própria. Aparece com o semblante aflito vai até o balcão e pede uma dose. Logo em seguida entra um homem com muita raiva e abruptamente vai até ela e pega em seu braço frágil com rispidez e a puxa contra seu corpo e sussurra em seu ouvido ela mareja os olhos e logo os dois saem. O artista não perdeu nem um detalhe e ao virar a página de seu caderno se depara com esboço desforme e se assusta. Rapidamente junta suas coisas deixa alguns trocados na mesa e sai as pressas.
Ilusões de um sonho perdido.
Na tarde lá pelo umas cinco horas o nosso artista já estava em casa, sua casa tinha um corredor repleto de quadros de pessoas distintas. Nesse corredor haviam quatro portas, a primeira era seu ateliê, a segunda era um escritório a terceira era uma pequena biblioteca e a quarta era trancada e a muito tempo não era aberta. O fim do corredor levava a uma sala bem extensa com móveis e uma mesa de jantar e no fim dela ficava a cozinha que dava para uma porta que abria para um pequeno jardim com um banco de balanço e três peças de mármore no formato humano sendo que a do meio era um homem, todas seminuas.
Ao abrir seu quarto sai um felino totalmente branco e de porte incomum aos gatos comuns, era do tamanho de um cachorro de porte médio. O bichano olha para o dono e se senta e com a pata limpa seu rosto. O dono da casa esfrega a mão carinhosamente na cabeça do bicho que se levanta e passa pelas pernas dele num tom de agradecimento. O animal tem uma coleira e uma inscrição no formato de medalhão que está grafado “Wizard”. O homem pega alguns papéis que estão no criado mudo e vai em direção ao escritório. O gato sobe em cima da cama se aninha e dorme. No escritório ele mexe em alguns arquivos se senta em frente a uma pequena mesa e começa a ler.
O telefone toca, ele tem uma longa conversa com alguém que está do outro lado, dá a impressão de ser muito íntimo. Voltando a sua leitura o nosso personagem faz minuciosas anotações e isso vai até ao entardecer. Submerso em seus afazeres dá uma rápida olhada para janela e percebe a lua e as estrelas, olha para o lindo relógio cuko na parede e se dá conta de algo que precisava fazer. Organiza as coisas leva alguns papéis para o quarto e deixa em cima de seu criado mudo. Atravessa a sala e chega até o jardim senta no banco e observa suas três estátuas e ali fica pensativo por um tempo incontável até adormecer.
Um espaço branco iluminado completamente vazio, a sua frente a três pessoas, ele começa um diálogo com os três em uma língua que até então nunca tinha sido vista.
Duas mulheres e um homem, uma das mulheres acena para o vazio e surgi um pequeno rio e no reflexo dele surgi a imagem de um acontecimento que aos poucos vai ficando nítido. Nosso personagem observa enquanto fala com o homem. A outra mulher observa tudo a volta como se existisse perigo, quando ele se deu conta do que era em baque ele acorda e está na cama e ao seus pés o gato branco ele se vira pega um dos papeis e anota e volta a dormir agora profundamente.
O navio.
O cais do porto está com um denso nevoeiro, quase não se enxerga os passos. Esperando perto de um contêiner está o nosso artista. Ele observa seu entorna mesmo com a pouca visibilidade, um pequeno barco aporta. Dois homens descem eles levam uma caixa pesada e extensa dão alguns passos e a largam no chão e voltam para o barco. Cuidadosamente ele que estava escondido no contêiner se aproxima e tenta abrir o caixote, com força ele abre e lá está o que ele imaginava pega uma pequena pedra em meio a muitas e quando fechava um dos dois homens o avista e grita e o outro aparece ele faz menção de fugir e um deles saca uma arma e sem pestanejar atira ele com roubo em suas mãos se esquiva e se abaixa atrás do caixote. Vários tiro são disparados. Enquanto um atira o outro vai se aproximando. Cuidadosamente o homem chega ao outro lado do caixote e aponta. E encontra vazio inesperadamente e grita para o outro que ele havia fugido e outro inconformado dá um chute no ar. E no lugar que nosso artista estava tinha ficado uma pequena fita vermelha que não foi notada pelo homem.
A um quilometro estava nosso herói dentro de um navio muito grande, mais precisamente na casa de máquinas e de forma bem rápida deu um jeito de sair sem ser notado. Quando estava descendo um marinheiro o avisto e indagou o que fazia ali e sem embaraço disse que viu aberto ficou curioso e entrou. Advertido de que não podia entra levou um sermão e logo foi liberado. A neblina já dava lugar ao sol que se tornava intenso calmamente foi saindo quando avistou os dois homens e quase foi visto, tinha sido um começo de manhã bem tensa, precisava relaxar e sabia como pegou seu carro e saiu.
Serra dos anjos.
Entre duas montanhas muito altas está uma ponte muito antiga, e abaixo um desfiladeiro equivalente a um prédio de quarenta andares. Uma vista privilegiada da cidade e do mar ao fundo. O carro estaciona na ponta da ponte é um lugar pouco visitado pelo difícil acesso. Desce do carro e caminha em direção ao meio da ponte e lá de pé observa enquanto vasculha um de seus bolsos e tira uma carteira de cigarros e do outro um isqueiro, acende e traga com anseia de se unir com a natureza. Um vento forte transpassa seu corpo. Na borda do parapeito tem um nome rabiscado. Ele olho e uma boa lembrança deixa seu semblante mais calmo e alegre. Traga até o fim e atira o cigarro penhasco abaixo e o segue até não conseguir ver mais. Recarregado se dirige ao carro e antes de dá a ré olha para placa que está num poste. Onde diz “serra dos anjos” e conta uma breve história sobre o lugar. E lembra a primeira vez que veio ali devia ter um seis anos a lembrança é vaga, estava com sua avó e ela lhe contava a história antiga, e essa ele lembrava bem, pois ele ouvia sempre antes de dormir, tratava-se de um povo que viveu a muito tempo atrás e que ali habitou e foi quem construiu aquela ponte muito resistente. Dizia ela que a travessia levava a um lugar sagrado que apenas os escolhidos podiam atravessar. Ele muitas vezes esteve ali depois disso. Seguiu seu caminho e foi para casa.
Na cozinha o homem prepara um modesto jantar, come devagar enquanto resolve um sudoco. De vez em quando olha seu gato que come a ração num canto.
Já preparado para dormir ele faz uma reza nas mesma língua que anteriormente tinha ouvido em seus sonhos e curiosamente no teto do seu quarto tem uns símbolos que significam o que ele pronuncia. Os olhos se fecham e se abrem na ponte ele está com o pijama a noite está quente e estrelada. Seus pés tacam o chão e uma boa sensação de liberdade circula pelo seu corpo. Num gesto ele faz menção de pular sobe no parapeito e quando se inclina asas resplandecentes aparecem em suas costas, mas não estão grudadas ao seu corpo apenas o envolve como uma áurea num rasante ele cai queda baixo, e numa corrente de ar ele sobe e tem a sensação sagrada de completude ele era por inteiro. Deu algumas voltas como já soubesse o caminho o que dava a impressão que isso já acontecia a muito tempo, mas como será que começou, incógnitas. Num reflexo ele vê uma luz e literalmente voa para ela com toda sua força e intensidade quando há o encontro seus olhos abrem em sua casa em sua cama e como num transe ele adormece de novo.
Porta quatro.     
A estação está em plena mudança, num dia de sol em um clima refrescante de uma brisa acolhedora nosso rapaz caminha por entre ruas apenas pelo prazer de conhecer as novidades de sua cidade, gosta de esta inteirado dos assuntos. Apesar de circular por vários lugares ele não é nem um pouco conhecido ele apenas escuta e transita sem ser notado, praticamente ninguém da cidade o conhece nem mesmo para comentar ao seu respeito. Mesmo assim consegue informações importantíssimas e até mesmo íntimas de seus vizinhos.
Em suas andanças encontra uma casa relativamente nova e fica admirar o jardim, quando sente ser observado. Olha para os lados e não vê nada. A impressão fica mais forte e resolve seguir seu caminho perambulando em caminhos diferentes afim de não ser percebido e com a certeza de que está sendo seguido. Seus passos vão ficando mais fortes, seu coração acelera, o corpo começa a esquentar e surgi a primeira gota de suor. Entra em um pequeno estabelecimento que vende livros. Ofegante vai a último corredor e observa a porta. Espera uns dez minutos e nada acontece, respira fundo e num susto é chamado pelo livreiro do lugar que pergunta se ele precisa de ajuda. Agradece o vendedor e folheia alguns títulos rapidamente compra um livro aleatoriamente e sai. Quando abre a porta a sua frente uma figura familiar de um tempo esquecido, mas que agora estava bem presente. Seu susto veio envolto numa emoção ruim de algo que se pressentia que daria muita dor de cabeça ainda e que seria oneroso se livrar. Após a toda aquela reação evidente que deixou seu algoz com certa felicidade, nosso rapaz toma folego e cumprimenta apenas com a fala. Os dois começam uma conversa onde levantam velhos defuntos do passado. Seu conhecido pergunta se ele continua exercendo a mesma função de maneira bem desinteressada. De maneira seca diz que, não mais, olhando desinteressadamente para seu antigo desafeto. E seu desafeto afirma que nunca deixou o ofício e que tinha um trabalho na sua cidade e que precisava de sua ajuda. Nosso artista que até então sabíamos que era um artista e um caça artefatos teria um outro serviço escuso? Ele olho firme para o homem que lhe pedia ajuda e disse que não fazia mais isso deu as costas com desdenha e seguiu seu caminho com fúria e sem mais receios, pois já sabia quem era seu perseguidor.
Em casa, deitado, estava pensativo por tudo que tinha acontecido, removendo velhas lembranças. Liga sua vitrola antiga num volume bem baixo e tenta desopilar.
Um barulho é ouvido de seu quarto e parece que vem do corredor. Ele levanta e anda passo a passo. E logo avista seu bichano branco arranhando a famosa quarta porta encerrada. Ele observa o grande gato arranhado como se quisesse entrar e decide realizar seu desejo, desejo que agora estava incutido nele mesmo, pois precisava reviver tudo aquilo para depois guardar novamente e manter esquecido.
Vai até a sala, se direciona para um quadro com uma gravura complexa e tira do quadro uma chave que estava grudada e imperceptível aquele desenho caótico. Se dirige a porta, o gato fica se roçando em sua perna fazendo o movimento de um oito. A porta é aberta e o felino vai direto para uma caixa vazia e entra e fica se entretendo dando tapinhas. Nosso homem olha vagarosamente num loopen de trezentos e sessenta graus. Vários quadros, aos montes de pessoas em cenas macabras, das mais diversas formas possíveis. Em uma prateleira objetos de tortura, armas brancas, uma pistola e um pouco de munição. Arquivos infindados com dados pessoais de cada pessoa que está em cada gravura. Ele desliga a luz vermelha e liga uma luz normal e tudo se torna obras de paisagem, e os objetos a sua volta somem como por encanto. Esse interruptor está bem escondido e agora é apenas uma sala de estar. Ele senta numa poltrona e o gato sai de sua divertida caixa e sobe em seu colo e seu dono o afaga enquanto pensa.
Uma viajem não programada.
Sempre que o artista viajava deixava uma pequena porta de saída para o gato que dava para a porta do jardim. Como um bom caçador o felino se virava, mas mesmo assim deixava rações em cantos da casa. E dessa vez precisava sair às pressas e ir numa viajem para américa do sul. Fez as malas, e foi até a estação da cidade que o levaria a capital onde pegaria um avião. Nos aviões tinham a área de fumante, ele ficou em uma poltrona sozinho, pois não tinha muita gente indo para tal lugar.
Lendo seu jornal e fumando o cigarro passou a maior parte da viajem e de vez em quando olha para janela e contemplava os céus que tinha muita intimidade. Logo no final da viajem deu uma pequena adormecida. E quando acordou teve um presságio.
O lugar era frio, e estava numa altitude considerável tinha muitas montanhas, ficaria ali só uns dois dias, depois faria uma escala em mais dois países da américa do sul. Sentiu os efeitos logo de cara do ambiente e com pouco que sabia em suas pesquisa, pois sempre fazia uma minuciosa investigação dos locais que visitava, tratou de achar umas ervas que afirmavam melhorar o organismo. E foi o que aconteceu, seguiu na sua busca precisava ir numa antiga confeitaria. Lá encontrou um contato que lhe passou informações. Munido do que precisava foi para o hotel descansar e se preparar para as próximas viagens, e o outro dia seria para explorar os pontos turísticos do lugar.
Após um longo passeio que terminou as três da tarde, se dirigiu para o hotel arrumou suas coisas e com passagens em mão foi para o aeroporto. Dessa vez desceria no próximo aeroporto, pegaria um ônibus até uma estação de trem que levaria uma viagem de quatro horas e chegaria numa pequena cidadezinha no interior, além de fazer uma trilha por uma floresta densa. Passou os intervalos das viagens escrevendo o que parecia ser um relatório. Seu contato nesse lugar era o guia que estava num grupo com umas dez pessoas e uma delas era o artista de alguma forma eles deram um jeito de se comunicar. A trilha levava a ruinas de uma civilização pouco conhecida e era uma trilha que a pouco tempo foi liberada para visitação. Dentro do sítio arqueológico não tinha nada de valor sem ser histórico. Mais o que intrigou nosso artista foi uma inscrição no quanto de um poço. Ele sabia o que estava escrito e teve vontade de investigar o poço, mas já era tarde e as pessoas teriam que voltar com guia, pensou em relatar ao guia o seu achado, porém o pouco que conheceu dele deu para perceber que ele não era muito evoluído. Depois da trilha ficou uma noite numa pequena pousada.
Ao amanhecer, seguiu viagem e alugou um automóvel e cruzou a fronteira onde estaria seu último destino. Foi até a capital bem populosa e com clima meio desértico. Precisava ira na periferia o que pareceria perigoso, no entanto logo no hotel já estava seu contato que o levaria até o determinado lugar. Muitas malocas, presença de polícia, esgoto a céu aberto e num lugar quase afastado era a morada do contato que se tratava de um lugar nada modesto. Ele guardava uma pequena caixa encrustada de uma pedra muito rara, a fechadura era um enigma e as instruções estavam naquela língua estranha que o artista conhecia e também o contato, porém o homem que guardava a caixa não tinha conseguido decifrar. O artista apenas pegou o objeto o guardou numa bolsa e foi embora, mas antes prometeu ao seu novo amigo que assim que descobrisse lhe enviaria uma carta contando os achados que tinha feito. Deixou o automóvel com o homem e foi direto para o aeroporto mais próximo. Voltou para sua terra sem escala.
A lista.
Chegou em casa exausto, foi recebido com alegria por seu bichano que como um animal extraordinário manteve a casa em ordem. O afagou com carinho foi até o quarto e se jogou na cama e apagou imediatamente.
Depois de dormir um dia inteiro, a primeira vontade que ele tem quando acorda e de rabiscar em seu caderno que está ao lado na cômoda, em seguida vai a banheiro muito apertado, se alivia e aproveita e toma um banho bem demorado. Se seca aproveita e faz a barba, abre a porta do banheiro que ainda não tinha sido mencionado pois ficava no seu quarto e era bem grande com uma banheira enorme. Sai do banheiro senta-se na cama e olha pela janela para ver o clima, vai até o armário escolhe uma roupa, veste. Ao passar pelo corredor encontra seu gato e chama até a cozinha lhe dá de comer e logo em seguida sai para rua.
Já noite, decide ir jantar num restaurante, vai em um novo que não está tão visado. Ele levou consigo um croqui da caixa que ele achou com todos os detalhes e enquanto comia ficava analisando. Quando o garçom trouxe a conta ele teve uma epifania ao ver uma pequena corrente que estava amostra, do rapaz que servia. Pagou e foi determinado para casa.
No quarto número quatro ligou rapidamente a luz vermelha e pegou um caderno que tinha rabiscos de muito tempo atrás folhou e lá estava uma moça com a silhueta sinuosa e um uma corrente com uns dizeres. Pegou uma lupa e aproximou e forçando a vista conseguiu decifrar. Mas ainda era muito vago, foi até sua biblioteca e procurou por referências. E lá estava a menção muito vaga da caixa. E os dizeres da gargantilha em outro texto. Era um quebra cabeça, faltava um detalhe.
Estava com a pequena caixinha em suas mãos e notou que algumas pedras eram mais salientes, pegou um canivete e forçou as pedras e uma a uma foram caindo, deixando os furos a mostra, agora fazia sentido os dizeres falavam em revelar o segredo com sopro da vida. Ele soprou um por um e um barulho de destravamento bem simples soou ele forçou e abriu.
Dentro de todo aquele segredo estava uma placa de prata com cinco nomes gravados, e para seu espanto um deles era o seu nome. Ele sabia que aquele artefato era milenar passado de geração para geração e aproposito lembrou que tinha que dar satisfações ao dono. Dos cinco nomes ele conhecia quatro, dois estavam mortos, um estava desaparecido e outro era ele. E agora posso dizer seu nome, pois ele olhava para ele intrigado com tanto mistério,
“Kentin”
E quem era o primeiro nome que ele nunca tinha ouvido falar... E para que era essa lista, precisava meditar sobreo assunto, se dirigiu para o jardim sentou no banco e ficou à observar as três estátuas até adormecer.
Revelação.
Está à frente dos três.
A conversa demoraria muito tempo e por isso uma das mulheres fechou os olhos, enquanto a outra ficou muda. E apenas o homem falou. Está ação tinha um poder inimaginável. Uma delas tinha muitos nomes e atendia por todos, já outra tinha apenas um e não podia ser pronunciado. Para o espanto de Kentin o nome do homem que estava a sua frente era o da lista que ele não conhecia o primeiro nome. E agora fazia muito sentido, esse signo que representava esse homem seminu muito simples e de aparência comum era uma representação de uma palavra que na sua língua representava algo mítico. Ele disse a kentin:
Preciso passar a você a informação elemental da existência e terei apenas uma palavra para expressar isso, quando eu a pronunciar você terá assimilação total e apenas terá que se pergunta para saber.
Seus lábios sopraram um vendaval de conexões e o artista apagou por segundos e logo estava em frente aos três. Uma das mulheres disse adeus na língua deles e a outra abriu os olhos e os dele se fecharam e antes de se acordar ele ouviu novamente a mesma palavra dita pelo primeiro homem sussurrada e dormiu profundamente.
Enquanto folhava um livro agora acordado vinham pequenas lembranças de coisas desconexas, que mostravam o cotidiano de pessoas desconhecidas, e se repetiam e logo se deu conta que eram doze, famílias distintas e repletas de diferenças. Ele estava conectado a elas. E uma delas ele percebeu que era a sua, onde tinha apenas um parente vivo. Que havia visto uma vez na vida e igual a ele era só.
Sabia que se fizesse as perguntas certas entenderia. Teve um instante de hesitação e mudou de ideia foi até o quarto e ligou sua vitrola antiga em uma música de um cantor conhecido e antigo de sua terra. Sua mente o levou para sua infância e como se tivesse apenas cinco anos de idade teve uma vivência do passado viu pela primeira vez seus pais que até então só conhecia por fotos, parecia um dia rotineiro. Teve um misto de emoções. E quando sua mãe se dirigiu a ele para pronunciar uma palavra uma lágrima caiu de seus olhos e quando tocou ao chão, estava novamente no seu presente e seu cigarro estava no cinzeiro apagado.
Muitas informações diversas que o rondavam e estavam quase o enlouquecendo, pegou um maço de cigarros passou pelo seu gato às pressas e saiu.
Conselho.
Entre as montanhas, mais uma vez na ponte. Queimando cigarros ao ventos e o pensamento tentando se tornar uma ancora de ideias. Focou num ponto, a pequena capela que foi batizado. Quando virou para o lado tinha uma mulher idosa, alta e de olhos claros, ele ficou emocionado, pois se trava de sua vó. Ela parecia real, tocou suas mãos e ele sentiu, mas ela mesmo disse que não estava ali e que era apenas uma lembrança que trazia um conselho. Com os olhos bem fixos nele disse:
_ Tem uma grande responsabilidade, mas nunca se esqueça que não importa que faça não pode mudar, ninguém pode se acontece é.
Como uma sombra desceu ao chão, e num reflexo do sol em seus olhos já não estava mais lá.
Juntou forças, e seguiu...
Estava num momento propicio, sabia o que precisava fazer. Tinha sua frente um elemento divino. E lutaria com seu maior inimigo. Algo que nunca seria mais forte que toda a sua existência. Porém se realmente quisesse teria seu próprio fim. Havia dose famílias e um representante de cada. Muita simbologia terrena as mostrava e as escondia. E algo não estava dando certo e ele podia expor a todos ou protege-los. E sua decisão seria estar contra todos e inclusive ao erro. Tinha todo conhecimento bastava apenas libera-lo e daria o termino a tudo. Possível tanto poder aliado a sabedoria. E como um sábio escutou um conselho e como um ser pensante fez sua sentença.
Milênio perdido.
Dia sem vida.

Transmutação, entre a certeza há uma saída e por ela que vou escolher minhas decisões.
As pressões para tomar conta de minha vida não terão razão. E certo que eu terei autonomia e auxílio de que preciso. Nada vai mudar o que assim ditei, pois meu destino faço eu.
E nada vai se opor por ser fraco, e por assim sendo.
8:00pm
Acorda cedo, abre os olhos e vê o teto fecha seus olhos e imagina um túnel de flores e arbustos e no fim uma clareira e vai em sua direção e chega e um uma luz ofusca seus olhos. E logo vê um jardim muito bonito com um banco e uma mulher sentada chega e senta ao seu lado. No primeiro momento silêncio e ambos observam tudo a volta depois ele se distrai com o vento e suas folhas e logo vê que ela sumiu. O despertador toca é 8:00am.
O dia era como outro qualquer, wizard arranhava a porta pedindo ração. Fez rapidamente os afazeres do dia e guardo um tempo para meditar. Muita coisa ainda descobrir, de onde era aquelas pessoas que via e onde estava seu parente precisava se concentrar e achar cada um.
Foi até seu jardim e em frente as três estatuas adormeceu. Estava frente apenas a homem que dizia:
_ Sua função é protege-los, inquieto disse:
_ E nem sei onde estão... E finalizou o velho:
_ De tempo.
E num sopro acordou olhou para o relógio já eram 8:00pm.
Se preparou para organizar para dormir.
Fotos
Em suas arrumações o rapaz procurava algo importante e revirou a casa inteira foi até no quarto quatro. Mas não achou. Kentin lembrou que deixou algumas coisa num banco pegou as chaves e saiu.
Havia títulos, dinheiro, e muitas fotos e lá estava ela que mostrava o parente desconhecido. Tinha uma dedicatória com os nomes só precisaria investigar. O nome era Dexter. Estava animado um fio estava sendo puxado , mas a trama era grande.
Em suas descobertas se tratava de um primo que morava no sul do Brasil, nunca tinha ido era uma chance de conhecer, um homem viajado.
Sua viagem foi marcada para dois dias para se preparar sem expectativa de volta sabia que seria difícil. Munido do que precisava deixou o wizard num hotel para gatos e outros animais pressentia que se demoraria.
A viagem foi tranquila teve duas escalas bem calmas. Locou um hotel e preparou seu encontro. Com foto na mão e a certeza de que estaria no mesmo lugar.
A casa em questão havia pego fogo. E nenhum sinal de indícios da onde ele deveria está. Na viziança sabia-se que ele estava vivo , mas não onde estaria.
Sua defesa foi ser aquele que tudo vê sem sentido. Na crê vai de encontro com a necessidade.
Tem uma certeza, de que a vida não gira ao seu redor, e sim gira ao redor de seu ego.
Podia curtir o seriado, que estava muito bom, porém cancelaram e fizeram um final podre. Porque foi ele que teve a ideia. Não era por dinheiro e sim porque tudo se tornaria real. Não podia chegar a esse ponto. Quando era mesmo o fim do mundo, quando digerirem a centena da vida. Todos nos somos uma fila para pagar a comanda e viver uma vida medíocre. Falta mm 43 minutos para terminar esse paragrafo. Eu sei que nosso mocinho tem muito a fazer mas o autor estava numa odisseia
Letras sempre fez sentindo. Precisou de uma salada de frutas para se identificar. Só sei que nada sei.
Sexualidade.
Ketin teve muitas mulheres, mas era com os homens que se realizava e sentia seu gozo mais forte. Se considerava bissexual. Queria ter um filho, mas não deixaria os homens de lado. Certa vez teve chance de ficar com uma miss e dispensou para ficar com belo homem, fez de tudo que assim gostava. Sentia que através do sexo desligava do caos de duvidas e perguntas. Somente uma mulher foi capaz de o levar as alturas, porém nunca mais à viu. Se a encontrasse teria um filho com ela. Nada poderia explicar era totalmente carnal.
Estava próximo de encontrar seu ente sobrevivente.
Os indícios levavam a uma única saída.
Teria uma descoberta reveladora.
Incesto.
Finalmente em pequeno vilarejo encontra o parente, e para seu espanto ele o chamou pelo nome , pensou que lembrava da infância. Mas não eles já haviam se envolvido intimamente em uma festa na Europa. Nosso protagonista não sabia como dizer que eram parentes. Porém disse e o rapaz descontraído disse que primos não há problemas. Ketin desconfortável aceitou assim. E começaram uma grande conversa que foi da Europa até as raízes familiares. O garoto Samuel sabia pouco de sua família, no entanto como todo lugar ele tinha fotos e acervos. Agradeceu e foi a procura sem antes levar uma cantada e que o deixo confuso , pois realmente Samuel era atraente e de fato chegou até o fim. Despediu- se e disse que era muito para sua cabeça.
No acervo da família ficou uma tarde toda e não sabia que procurava vasculhou tudo.


Entre aquele amontoado de fotos e recortes, cartas. Surgiu um indicio uma foto de sua avó mais jovem. Abraçada a sua mãe que reconheceu pelas fotos. Atrás da foto estava a data. Não era nada substancial, mas era uma boa lembrança. E perto da foto estava um recorte sobre um fato histórico da cidade. Que a muito tempo ele se chamava Porto dos casais. E que uma das famílias vindas dos açores tinha seu sobrenome. Agora tinha uma pista da boa passou a investigara dali, foi a museus, cartórios e descobriu que muitos se mudaram para o interior espalhados.
Foi até o primo saliente e atraente para saber se sabia mais. Conhecia apenas uma tia do interior fronteira com Argentina já idosa, mas não tinha contato e nem sabia se ainda estava viva. Ele precisava de fatos mais consistentes.
Antes de ir ele largou de mão seu receio e teve uma noite tórrida com seu primo, que pareceu mais apetitoso com a nova informação o famoso proibido.
Pela manhã foi até a rodoviária com sua bagagem básica e foi ao encontro dessa tia desconhecida, irmã de sua mãe.
Morgana.
Estava numa cidade chamada de Uruguaiana, se hospedo em um pequeno hotel nas imediações. E logo a tarde saiu a procura de pistas sabia o nome e a rua e numero bastava saber se a senhora tinha resistido ao tempo, A porta era uma entrada antiga com um argola de ferro que batia na porta a casa parecia mau cuidada indícios de abandono resolveu bater na porta com forte bater que ressonou o interior inteiro não tinha como não ser visto. Algum vizinho que passava olhou de maneira blasé. Esperou por segundos e com sua impaciência e quase certeza de que ninguém morava ali, foi descendo as escadarias e então num barulho de porta velha ela rangeu e se abriu. E ele se virou e lá estava uma bela jovem ruiva de olhos verdes e corpo delgado ele ficou estupefato. E logo voltou a si e foi perguntando se Morgana residia ali, ela disse que ele se chamava Morgana e ele quase teve um treco. Mas logo ela respondeu que se estivesse falando de sua vó ela já tinha morrido a dois anos. Decepcionado e se virando para ir embora quando ela perguntou do que se tratava e se ele não queria entrar para conversar e tomar um café. Kenti achou uma boa ideia poderia ter algo que ajudasse.
Após vir da cozinha de uma casa bem antiga trazia torradinhas e um café em uma bandeja de prata. Sentado num sofá empoeirado kenti começou a fazer perguntas sobre sua avó. E assustou ao ver uma foto em preto e branco na cristaleira era muito parecidas. Ela confirma o olhar, de comparação de kenti. E que ela lhe contava muitas coisas e que teve uma bom envolvimento com sua vó. Ela vai até o quarto e traz uma caixa que tinha algumas caratas e diz que talvez fosse útil. Ele agradece e sai e da janela da varanda ela observa através da cortina ir embora.
Correspondência.
Havia uma centenas de cartas todas direcionadas a Morgana, duas delas lhe chamou a atenção uma era de sua mãe e outra de sua avó.
Ao ler primeiro a de sua mãe percebe nela uma preocupação com pai de Kenti que se envolvia em algo que parecia ser um segredo que nem mesmo nas cartas podia ser revelado era em código. E que estava os dois com vida em perigo e pela data da carta Kenti não havia nascido ainda. Ao ler a carta de sua avó percebe que já havia ocorrido a morte dos pais e o personagem já estava com um 6 anos. Dizia de uma preocupação com os dons de kenti que começavam a se manifestar. E o pedido de ajuda era forte e cheio de suplicas.
Lendo tudo aquilo precisava voltar para sua terra urgente descobrir o que Morgana teria dito e que importância era essa aquela tinha na vida deles que influencia tão grande ela possuía. E o principal onde sua vó escondeu as cartas se que ele as ainda existiam.
Estava ficando com pouco dinheiro e precisaria fazer pequenos trabalhos para ir adiante. Voltou no mesmo dia.
O regresso.
De volta ao lar, buscou seu gato que estava com muita saudade dele, wizard fez travessuras em toda casa de tanta felicidade depois foi pra rua e só voltou a noite e logo dormiu no pés de kenti que também estava exausto.
Dia bem cedo despertador tocando, e logo foi para casa da vó que estava fechado e m uma busca minuciosa foi até atingir o objetivo.
A casa estava toda fechada era um casarão com lençóis em moveis, muita poeira e teias de aranha, ela quase foi vendida na época que estava apertado de grana o Kenti. Ele se perguntou em meio aquele caos onde ele esconderia segredos. E na sua mente veio uma lembrança quase que real dele criança e vendo sua avó numa pequena dispensa que ficava no porão e lembra de ela ter ficado brava por ele estar ali. Foi o estalo e lembrou que todas suas perguntas seriam resolvidas será que estava tendo uma constatação disso.
Chegando no local parecia fazia, porem percebeu um fundo falso na parede que tinha um quadro e que agora não estava mais lá, bateu na parede pareceu oco, bem num quanto havia um prego o puxou e abriu uma prateleira com cartas joias, recorte, fotos e um original da escritura da casa com um planta. Com vários segredos.
Sentiu como um presente agora estaria de novo fora do vermelho e poderia ir mais longe em suas buscas, mas antes resolveria todos os segredos da casa e a venderia. Como uma criança com um mapa do tesouro brincou de desvendar. Por toda a noite.
Próximo passo.
Reforçado e em sua casa agora precisava de um rumo para tudo que tinha encontrado, decidiu começar a ler as cartas de respostas de Morgana.
Ela parecia um oráculo com respostas para tudo, e em uma das cartas percebeu que sua vó sentia muito por Morgana não poder ter filhos e logo veio à mente de como aquela moça podia ser neta de Morgana. E logo foi percebendo que se trava de uma bruxa muito poderosa, e estava tão perto e não sentiu tal poder, assim que tivesse preparado faria uma visita a tal mulher.
Agora tinha que se fixar em mais resposta em casa foi ter contato com seus guias naquele mesmo banco do jardim numa tarde linda e que a muito não fazia.
O sono demorou a vir estava muito ansioso, mas em questão de horas adormeceu.
Teve um sonho com um grifo, que era amistoso e subi em cima dele e sobrevoou uma cidade que parecia ser aonde estava e lá de cima avistou uma festa onde estava todos as famílias de suas visões inclusive seu primo em meio a desconhecidos. E então o som abafado de um tiro. Seguido de muitos outros e acordou num fundo branco onde estavam os três guias as duas mulheres e o homem. Eles dessa vez falavam em coro:
_Sua família corre perigo e a humanidade em detrimento se extinguirá, a menos que você evolua ao nível final e para isso, nesse momento só a mulher da esquerda falou:
_Encontre o amor. A mulher da esquerda disse:
_Transforme. E o homem:
_Proteja.
E em sua cama como de costume ele acorda e sentado medita com tudo que está fresco em sua mente.
Confusão.
Mil e uma possibilidades de interpretação, Mas em seu íntimo queria uma família, e achava que significava isso, mas como ter uma família protegeria outras e a humanidade, pensou com força no intuito de ver a resposta, porém nada veio continuo na mesma ideia, teria então no meio de todo aquela descoberta e caos por acontecer ir em busca de um amor. Algo que ele nunca tinha pensado antes. Em suas denominações de padrão teria que ser uma mulher e para que tivesse um filho, e que tipos de atitude teria como levaria adiante sem um modelo de família. Sim pensou talvez seja isso algo tão difícil que mudaria o caos principalmente em sua vida.
Porém o mundo era outro cheio de novas possibilidades e de um plural de escolhas, mas ele só queria um. Simples, dois seres que criariam um novo ser. Será que isso era uma família ou dar a vida a outro ser, era a chave, Sentia que seu gato era sua família por que tinha que botar outro ser no mundo. Em relação a transformar teria que dar um novo sentido para o amor, nova forma, um amar diferente de tudo que já existe e que sempre se renova seria ele capaz de tamanha criatividade, mas sim se depois de tudo isso tivesse essa dádiva a terceira coisa seria mais fácil, proteger depois tantas nuances e de algo singular e ao mesmo tempo plural como não cuidar.
DE VOLTA.
Precisava encontrar Morgana e ter respostas mais significativas, estava tudo tão surreal, porém estava tão acostumado que já não duvidava de nada. Pegou uma passagem só de ida e levou seu gato Wizard em uma caixa específica. Alugaria um apartamento na capital. E investigaria melhora aquela cidade cheia de segredos. E nos fins de semana visitaria Morgana na tentativa de tirar o máximo daquele ser.
Foi em igrejas ver registros, cartórios se inteirou de reuniões familiares que podia acontecer uma data específica que só ele saberia. Fez um tour por todos os pontos turísticos num intensivo. Exausto dormiu sexta e sábado e deixo para primeira visita para o domingo. Iria desmascara um ser desconhecido e mágico.
Chegando lá ela estava na varanda sentada numa cadeira de balanço, ele saiu do carro alugado e assustou pressentia a verdade sendo descoberta se levantou e entrou, Kenti foi até a porta e bateu naquela antiga alavanca.
Ela vacilou em abrir estava atrás da porta e ele pediu da maneira mais educada e confidencial que ela abrisse, ela pensou por segundos e abriu.
DE cara os dois já sabiam porque estavam frente a frente, sentiam quase que telepaticamente qual seriam as perguntas e respostas por isso ficaram imóveis por minutos, ela cortou o silêncio dizendo:
_Você já sabe verdade e pelo que vejo tem dúvidas e achou muito coisa sobre mim. Ele forçou os olhos e disse:
_se sabe comece. Morgana séria começou uma longa conversa que vim desde os tempos de seus antepassados Celtas. Que cruzaram a Europa permaneceram um tempo em uma ilha dos açores com outros de sua espécie e migraram aos pares para o brasil na capital desse lugar, depois seguros se espalharam pelo mundo. Mas alguns vivem aqui ainda eu sou um deles tinha meu par só que por culpa de um grupo inimigo ele deixou de existir. Isso logo que chegamos sozinha fiquei até hoje, sem nunca ter me relacionado com ninguém. Ele ficou nu misto de atento com algumas surpresas, e respondeu:
_Isso é um tipo de bruxaria. Ela sorriu e disse:
_ Chame como quiser, nossa dinastia é tão antiga que vem a milênios antes de existir bruxas. Calmamente bebeu seu chá que havia trazido. Ele fez a pergunta que talvez deixou ela em xeque por instantes:
_ Qual sua motivação de viver então? Num olhar apreensivo. Ela pensou e foi até seu quarto e trouxe uma foto antiga. Ele visualizou e num susto viu seu rosto elea respondeu:
_ É você.
Silêncio.
Descoberta.

Já no apê alugado afagando seu gato Kenti estava transtornado com tantas revelações tudo que aquela moça com idade indecifrável teria dito, muitas garrafas a sua volta o levaram a um sono profundo, pela primeira vez não havia sonhado nada ou dessa vez não lembrava. Mas acordou com uma ressaca muito forte e muita sede ficou embaixo da bica por horas. Depois que sentiu que o corpo voltava ao equilíbrio resolveu meditar, e antes de sair de sua terra fez esculturas mines de seus guias colocou em cima de uma mesa sentou-se em uma poltrona e relaxou. Ao dormir logo eles apareceram as mulheres viradas de costas imóveis como estatuas e o homem virado de frente pronto a professar, disse:
_Você sem saber, em outra existência causou muita dor a esta mulher e ela quer que você pague e você terá que convencê-la do contrário, e posso apenas dizer que não culpado, pois todos nós estamos sujeito ao erro. Veio numa vida diferente com gostos e sonhos diferentes que as vezes se misturam com seu passado, descubra seu caminho dê a ela o que ela precisa e a irá será acalmada. UM barulho a fundo foi ficando mais forte era companhia ele acordou botou vestes adequadas e foi até a porta era um carteiro com uma entrega. Um caixote. Ele assinou, fechou a porta pegou uma faca e abriu, tratavam-se de diários do sua outra vida, mandados por Morgana.
Diwsar.
Ao ler o primeiro manuscrito datado de 1872 viu que se tratava de um homem chamado Diwsar um rapaz simples de um cotidiano comum, vindo do arquipélago dos Açores para o brasil contava sobre a viajem e que lá havia encontrado uma moça muito atraente que foi reciproca a sua atração, ele era da classe econômica ele da primeira classe do navio. Se encontrava todos as noites e tinham momentos tórridos. E prometeram um a outro ficar juntos, e ela disse que pela eternidade. Ele sentiu aquilo como uma poesia linda.
Ao chegar no porto ela lhe deu o endereço e assim que se assentou ele foi a sua procura.
Ele sentia um magnetismos e uma falta muito grande dela, e ela parecia reciproca.
Sua família havia ficado toda em sua terra natal e agora se agarrava a ela com todas as forças. Tinha trabalho já em vista e moradia, era um artesão chamado para aquele país para ajudar um grande artista.
Ela estava num casarão enorme cheio de muito luxo, parecia ter influências, e fazer parte de algo que seria um grupo fechado na visão dele, muitos nobres estiveram naquela casa inclusive o chefe artista, mas sentia que para alguns ela tinha segredos que não tinha com ele e isso o consumia e levava a um ciúme doentio e ela tentava dar muitas desculpas, que não eram o suficiente. Ele sentia sinceridade dos sentimentos de sua amada, mas ao mesmo tempo sabia que ela estava mentindo. Kenti parou a leitura e imaginou as cenas com clareza, sabia que o fato de aquela mulher lhe repassar todas aquelas informações tinha um sentido. Lhe deu um desânimo e ao mesmo tempo uma sede de terminar de uma vez tudo aquilo. O desanimo pois sabia que não veria coisas boas e isso o aguçava, porém como era tarde resolveu dormir, deitou se wizard subiu e ficou aos seus pés estava fria a noite e amanhã seria um novo dia e teria renovado.
REVELAÇÔES.
Depois de muita leitura estava íntimo do escritor e podia ter suas impressões, No entanto em um dezembro qualquer no meio de toda a leitura ele descobriu uma coisa muito forte sobre sua amada, algo sobrenatural. E aquilo me fez pensar como seria naquela época para alguém puro de informações lidar a partir dali ele ficou anos sem escrever, e o próximo caderno mostrava ele mais feliz e revelando seu casamento com sua amada. Como se nada tivesse acontecido, e dali em diante foi um casamento tranquilo, diminui as visitas, em dois anos ela engravidou e tudo se tornava mais poético e recompensador já estava no fim de minha leitura o que me deixava apreensivo com o desfecho e dizia:
Hoje é minha mulher entrou em trabalho de parto estou apreensivo, confesso que quero que seja uma menina tão linda quanto a mãe. A parteira chegou agora é só esperar, ali acabou. Kenti ficou sem entender porque ler tudo isso para esse final sem sentido e duvidoso. Porém quando fechou o caderno caiu uma folha magicamente que ele teria visto em sua leitura. Agarrou-a em suas mãos e a leu. Era de Morgana e contava o final não mencionado aquilo lhe pareceu estranho um fim tão incomum e triste. Ela teria explicações e pedia mais um encontro. Ele relei aquela carta, com um olhar investigativo e vendo que muita coisa não tinha pé ainda. E sentiu o dever de ir vê-la, mas sentiu em sua alma que deveria tomar cuidado pois havia muitas lacunas e que se caminhasse de mais entraria num precipício sem fim. Decidiu antes de ir consultar aqueles que até hoje o ajudaram. E tinha a ressalva de que Morgana não fazia a menor ideia da existência deles e de que esse teria a força do significado de segredo, mas será que essa mulher tinha poder para mudar isso. Pensou enquanto dormia no banco do jardim.
Abandono.
Era noite sentiu um frio e despertou no mesmo banco não havia sonhado nada ficou nervoso, pensou em tentar novamente, porém sono não vinha. Foi para cama e pensou muitas coisas que o consumiram não tinha mais seu porto seguro, pensava que eles o abandonaram, ou seu lado mais sensato que a decisão teria que ser dele o até mesmo que a ligação deles corria riscos. DE tanto pensar adormeceu como wizard em seu colo ronronando.
No café da manhã entre um pensamento e outro, teve algumas ideias, sabia como abordaria aquela mulher e seus vários questionamentos se resumiriam a uma pergunta. Lavou a louça do café e foi para escritório improvisado resolver umas pendencias.
Demoraria pela distância duas horas então saio as 17:00 no caminho teve algumas epifanias, mas que no primeiro momento guardaria para si mesmo, teria muito tempo para conhecer Morgana. Chegando no local mesmo sem ter avisado lá estava ela na varada de pé a sua espera. Desceu do carro deu passos largos e subia apequena escadaria e a cumprimentou. Ela disse apenas que estava pronta e abriu a porta e os dois entraram. Ele se sentou numa poltrona e ela foi até a cozinha e trouxe petiscos e duas bebidas que ele percebeu que era sua preferida ao sorver. Ela se sentou a sua frente e olhou incisivamente ele sentiu uma nova reação surgir de sua essência e a viu com olhos tão familiares e de um sentimento tão puro e arrebatador que não resistiu a tudo que até então tinha planejado levantou-se e foi em direção a ela e tomo com um beijo de paixão e que o consumiu num prazer de torpor. Parecia que já era familiar e o fim disso foi a consumação de um amor magico. Que o adormeceu.
Ao acordar estava no andar de cima que não conhecia, e lhe era estranho, virou para lado e ela não está lá, a procurou, chamou por ela, a casa estava fazia. E sem luz elétrica como se tivesse abandonada a muito tempo. Aporta da frente estava trancada com cadeado teve que abrir um acesso pela janela e sair seu carro estava lá no mesmo lugar. Sem entender nada voltou para o lugar onde estava. Tinha todas as lembranças vividas, mas não sabia o que tinha acontecido. Não dormiu nessa noite só adormeceu de exaustam ao amanhecer.
Quem foi Morgana.

Num sonho teve contato com sua avó, ela lhe deu vários conselhos, mas ao acordar lembrou apenas de um “conheça sua tia”. Então novamente ele tinha um norte. Investigaria cada instante daquela mulher. Começou pelo o nascimento, ela tinha registro de adoção a família de kenti naquela cidade, daí era muito vago seu histórico dizia que foi adotada com meses de idade, no entanto não tinha nenhum registro dela em nenhum hospital, e toda aquela história antiga o confundia. Foi até o orfanato do vilarejo, e nada dela foi achado percebeu que ela foi doada pela mãe, mas quem seria, precisava de documentos da época. Foi ao arquivo do jornal do lugar o mais conhecido. E uma coisa lhe chamou a tenção quando Morgan supostamente tivesse um ano tinha uma foto de uma festa tradicional e sua avó estava lá com bebe no colo. Precisava saber quem estava naquela época, e estava vivo ainda poderia ter algum indicio.
Investigando encontrou dois um vivia num asilo e outro estava em coma.
Sua única chance era o asilo
O lugar era triste, sentia maus tratos e descaso quase todos não estavam lúcidos, passou por um que o interrompeu e disse:
_ Meu filho por que você se esqueceu de mim. Com lágrimas nos olhos. Kenti se esquivou respirou fundo e encontrou um enfermeiro que dava comida a uma senhora numa maca. E lhe perguntou:
Se conhecia bem o lugar, pois era grande e procurava pela ala 6 quarto 305, ela num tom de desprezo disse sei quem está procurando ele é um velho muito difícil de se lidar e abrandando a voz disse para tomar cuidado. Indicou, e nosso corajoso personagem foi ao encontro, tinha uma esperança a teimosia é um sinal de lucidez.
Sentado numa cadeira de balanço imóvel olhando um canal na tevê de propagandas, fiquei a olha-lo até o momento que imóvel ele disse:
_Que posso fazer por você além de distração. Kenti sentiu rubor e gaguejando, fez sua primeira pergunta bem completa:
_O que você sabe sobre a moça dessa foto e esse bebe?
Ele olhou e em seguida se emocionou, ato incomum até mesmo eu que estava conhecendo agora achava.
Se trava de um antigo amor e logo Kenti disse que era sua vó. Ele o fitou e perguntou: _você é filho de Morgana? Disse eu que não era da sua primeira filha natural e que depois teve mais duas. E ele me perguntou com olhos vidrados como era nome da primogênita.
Kenti disse o nome de sua mãe:
Diana.
Ele teve a certeza de que era sua filha, mas guardou para si o velho, e logo tornou-se mais amável.
Respondeu todas as dúvidas e curiosidades de Morgana e de sua avó e deixou uma pista muito boa. Me despedi e lhe dei a mão e ele todo desengonçado se levantou e me deu um abraço. Desejei visita-lo, mais vezes, guardei para mim.
A pista.
Ao mostrar uma foto de Morgana mais velha ele disse que era muito parecida com A Morgana que conheci com outro corte é claro, mas idêntica. E era essa mulher que tinha dado a sua avó a criança. Portanto, haveria uma criança com a idade da moça que conheci, e a pergunta que se fazia como elas poderiam ser a mesma pessoa, Tudo bem que a sempre semelhanças entre pais filhos, mas e tudo que descobri cairia por terra. Fui em busca de respostas em minha casa no quarto quatro em velho livro de ocultismo. E havia feito um mapeamento do livro para o computador para perguntas aleatórias depois iria no livro físico.
Na pesquisa veio um trecho que ainda não tinha me familiarizado e tinha só um trecho pequeno que indicava algo como a bruxa primordial, capaz de sobreviver a eras através de sua prole que é parasitada por ela. E assim perdendo sua essência dando lugar a bruxa. NO canto no livro físico vi que tinha referência a outra página que não tinha incluído. E lá estava a gravura quase que assustadora do rosto de Morgana que tinha como Primeiro nome Lilith. Entre muitas coisas ditas o que chamou a atenção foi que ela passava uma vida as vezes tentando ter uma filha mulher. Por isso tinha a fama de promíscuoa. Seus filhos homens eram controlados psicologicamente, mas nunca se rendiam a sua essência daí se dizia que filho de Lílith não se rende e se destacam na sociedade em que vivem já que ela é uma cigana também poderia se dizer que conhece o quatro quantos do mundo.
E o único jeito de detê-la é ela não tendo uma filha nessa existência.
Preocupações.
Todos nós temos problemas, pequenos, médios e grandes. Com toda a vivência de vida de nosso personagem criou-se uma armadura, mas assim como toda armadura tem fendas. E ele se via ali entre uma nova realidade que a cada dia se tornava cada vez mais absurda, mas que para ele era real, ficava entre viver milhões de realidades e tentar se apegar a uma. Com que armas poderia jogar no nível que estava? Como conseguiria manter-se são e onde iria buscar refúgio. Tinha em sua mão informações precisas, mas que para outros não se trava de algo palpável. Duvidava de tudo que tinha visto até agora. Numa negação de pura desistência. Estava farto de tanto sobrenatural queria ser como um outro qualquer sabia que tudo que tinha até agora era grande demais até para ele mesmo que tanto viveu. Reagiu contra todos as energias e que o levava a um embate decisivo e procrastinou por um tempo. Tornou-se um transeunte qualquer em uma função qualificada e comum. E seguiu sua vida por dez anos e nesses anos sentiu que as coisas se afastavam, e mais anônimo ele ficou. As vezes dava de cara com um caso, porém contornava e assim foi. Passados seis meses ele tem a surpresa enorme da aparição de Morgana e com ela uma linda menina que já andava e falava. Entrou em pânico e fugiu se ela ver.
A história se repete.
Pelas surdinas vou investigar o que estava acontecendo, sabia que aquela menina podia ser sua filha. Era uma cidade Próxima a sua. Pensou em ir até a escola da menina e averiguar quem a buscava. Ao vê-la mais de perto achou ela muito parecida com Morgana, porém tinha traços de Kenti. E percebeu que todos os dias Morgana buscava a menina. Seguiu até em casa e percebeu que havia um homem e sim ela era casada ou tinha um relacionamento, pois beijo foi bem convincente. Agora só bastava saber se era dele. E por instantes percebeu que estava entrando novamente em um buraco de irracionalidade. Tentou desistir mais uma vez, no entanto parecia racional saber se tinha uma filha. Planejou de forma meio caótica como pegar um fio de cabelo da menina. Entrou na escola como servente achou armário da menina e sem ninguém ver achou uma escova e colheu as provas de que precisava e quando saiu quase foi pego, deu uma limpada no chão assim que deu foi embora. Graças a alguns contatos fez sem problemas o DNA e para sua surpresa foi o primeiro DNA que deu !00%. Agora precisava tomar coragem e enfrentar a mãe que lá no fundo sabia que era um ser sobrenatural.
Inesperado.
Em sua casa toca campainha, o gato Wizard tem um chilique e pula para fora pela janela. Kenti ressabiado abre a porta e está Morgana ao esperar, em lágrimas ela o abraça. Ele não tem ação mas sente uma confusão de sentimentos entre eles o medo. E pensa o que ela queria, o que estava tramando e nisso ela começa a falar:
_confie em mim eu vim em paz. Como sentisse sua desconfiança. Ele se solta dela e diz que já sabe o suficiente para não confiar. Ela diz:
_ Não sou boa com história, mas se eu quisesse você nunca mais saberia da minha existência. Ele a fitou com olhar de dúvida, E perguntou:
_ Posso até acreditar, mas o que você quer comigo, já não conseguiu o que queria? E ela olhou com olhar de reprovação. E disse:
_ Talvez esteja certo não sei o que vim fazer aqui. E saiu a passos e Kenti ficou sem entender nada. O gato voltou pela janela e ficou a alisar as pernas de seu dono.
A Carta.
Morgana
Agi impensadamente, tive um rompante de através de meu sentimento de sensibilizar. Vou contar minha história nessa carta não a que está nos livros, mas sim a que por séculos vivi, claro que posso usar desta carta para puxar para meu lado então tentarei ser imparcial. No começo dos tempos havia uma pessoa nesse planeta era eu, capaz de povoá-lo com cada uma de minhas regras e assim eu fiz toda vez que ovulava depois de nove meses nascia uma criança e eu era germinada de alguma forma. Tinha dores horríveis no começo, porém com tempo nem sentia mais e dava até prazer e esse filhos iam crescendo a minha volta e eu instintivamente cuidava e ensinava para que juntos sobrevivêssemos. Ao longo das eras fui aprendendo e com meus muitos filhos me desenvolvendo, meu grupo ficou tão grande que se tornou uma cidade eu tinha a informação não sei como, e com ela fui crescendo, mas a medida do tempo ia envelhecendo e o incesto era o que unia e multiplicava e até disso mantinha nosso grupo. Chegando aos 51 anos senti que não vinha mais as regras e que meu povo estava em perigo. Estava morrendo. E senti que eles não tinha o conhecimento para se proteger fui relapsa, tentando viver minha vida e estudando a natureza. Pedi então profundamente que algo maior que me trouxe até aquele lugar me deixasse viva sempre para que eu possa ser o guardião de meus filhos tão diversos e saudáveis. E sinto que me atendeu, pois logo no dia que senti meu corpo deixar a alma se libertar logo em seguida está com consciência e na pele de uma das crianças. Aquilo foi muito estranho. Foi a primeira vez que aconteceu senti um misto de alegria e medo. Como meus filhos que ali choravam poderiam acreditar que eu estava em outro corpo. Ao longo do meu crescimento fui descobrindo o que eles achavam de mim e de que forma eu poderia ajuda-los. Não tinha muita autonomia mas um conhecimento grande, e assim foi durante um século pelas beiradas fazendo o nome de minhas filhas até que num ano remoto estava para nascer uma criança que me daria passagem para voltar eu já estava bem debilitada e nasceu um menino eu vivi por 104 anos até esse menino engravidar sua mulher e nascer uma menina. Foi um momento muito ruim. E fazendo um paradoxo com hoje em dia ninguém quer ter filhos e normalmente ficam com mesmo sexo e adotam. É muito mais difícil, e só pode ser da minha família pois logo em seguida houvera mais então grupos na terra um de um homem completamente enegrecido e uma mulher com as faces orientais. Meu primeiro aspecto era de uma ruiva de olhos verdes peitos fartos ancas largas. Foi o meu melhor corpo. Quanto aos dois eles tiveram o mesmo processo e nos encontramos os três certa vez para uma reunião sabíamos quem éramos e na época que estávamos seria crucial que nos uníssimos para controlar nosso povos e partiu de uma uni ciência entre os três que teríamos que copular para sobrevivência da espécie e para o desenvolvimento , mas que cada um ficaria em seu canto enquanto não houvesse o ESCLARECIMENTO, Que era a palavra que mudaria o rumo de cada um de nossos filhos a sabedoria de que somos todos filhos desses três grupos, que com tempo foi se modificando e dando caras definidas e criando etnias e muito d ‘esclarecimento, já passado épocas de buscas e opressões que não nos mentíamos, pois já estava fora do nosso controle o desordenado crescimento. E não tínhamos meios de chegar as massas com nossas rezas para que nossos filhos não se destruíssem chegamos aos dias de hoje, claro que deixei muita coisa de lado que você como conhecedor da história sabe bem como procedeu a pergunta se estávamos lá a resposta sim e fizemos o máximo possível. Quero que nos conheça, e sim você é do meu clã.
Atenciosamente Morg.
O trio. (Terra, fogo, água)
Vários dias refletindo sobre a carta Kenti sente que está pronto para ver o que é essa nova informação que lhe foi repassada.
Numa casa humilde no Tibet está ao lado esquerdo um homem de meia idade negro e ao lado direito uma jovem oriental e lhe ajudando a entrar está Morgana com seu ruivo clássico com a pele alva e o corpo magro. Todos se cumprimentaram e logo a oriental veio com um chá para todos com uma massa parecida com pão. O negro se apresentou já tinha mudado muitas vezes de nome mas o primeiro foi dito a kenti chamava –se Pherra e logo com sorriso a moça com os olhinhos puxados disse que se chamava Likua. Todos se apresentaram e logo a história foi contada até que um grande incenso fosse apagado, que Morgana acendeu. O que ele entendeu que cada um representava um elemento e que o ar era seu deus, porém uma profecia traria o ar para o planeta, o elemento personificado, e nesse dia haveria uma evolução global. E Kenti, disse Morgana é você, seu espirito residiu num mundo muito mais evoluído e veio para nos ensinar a entrar em harmonia. Para Pherra iniciar a jornada dele precisou de nós duas. Aquilo tudo parecia muito louco, mas com sentido e sua clarividência estava aguçadíssima, ele agora podia ver o futuro e naquela noite começaria tudo, porém houve um alerta o fogo queima. A água sufoca, e aterra guarda. Mas aqueles três eram mais fortes em seu mundo e ele apenas tinha que tomar cuidado. Iniciação.
Ano 1 05/08/2020.
Em dois anos ele já tinha um clã, e sabia que tinha que protege-lo, o que não sabia era que isso o enfraqueceria, era o que o trio queria. Estando ocupado com o clã ele não saberia como se proteger o problema é que ele tinha muita força e coisas a seu favor eles queriam subjuga-lo para que ele os servissem e seu clã fosse escravo. No primeiro momento ele não percebeu e levou na inocência de amigos, mas eles estava a muito tempo ali e queriam culpado por tudo que viveram e ele estava disposto a não deixar, e seu clã misto sentia-se confuso a ponto de ser quase exterminado. Já que o trio não conseguiu o que queria, mas havia o clone de Morgana e ele não deixaria que ela se transformasse. Ele tinha o livro e a maneira de deixar sua filha de sangue o mais longe o possível de sua mãe e faltava pouco para transformação.
Quanto aos outros dois o Pherra guardava um segredo que ele tinha que descobrir e Likua seria sua executora conhecedora das arte marciais. Ele levou sua filha para seu lar sem ela saber e lá ele era invisível. E consultou os três oráculos. Enquanto ela dormia, a menina de olhos azuis e cachos dourados que tinha um nome dado por Morgana de wintera. A noite estava cálida e ao cair no sono veio logo os três o acordar no banco as duas mulheres e o homem.
Uma cochichou no ouvido da outra e o home falou ao mesmo tempo, ela magra alva dizia através do homem maduro com ar grego.
- Você enfrentará uma guerra que perderá pelo amor, não se julgue.
A outra com seios voluptuosos vez o mesmo. E através do homem falou sua vitória será na próxima vida. E desapareceram como vapor e sua filha andou até ele. E disse suas primeiras palavras.
-Você não pode mudar o meu destino e riu como uma criança.


Biografia:
Número de vezes que este texto foi lido: 240


Outros títulos do mesmo autor

Romance WIZARD DAniel Roehe Dornelles


Publicações de número 1 até 1 de um total de 1.

  Envie este texto por e-mail
Digite seu nome:
Digite seu endereço de e-mail:
Digite o nome do destinatário do e-mail:
Digite o endereço de e-mail do destinatário:

escrita@komedi.com.br © 2018
 
  Textos mais lidos
Amor a primeira vista - Ricardo Santos de Souza 4 Visitas
BALBÚRDIA - Ivan de Oliveira Melo 2 Visitas

Páginas: Primeira Anterior