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Provérbios 23
Silvio Dutra


Provérbios 23




Silvio Dutra




Mar/2016





A474
            Alves, Silvio Dutra
                  Provérbios 23./ Silvio Dutra Alves. – Rio de Janeiro,
                  2016.
                  26p.; 14,8x21cm

                 1. Teologia. 2. Salomão. 3. Estudo Bíblico.
             I. Título.
                                                        
                                                                             CDD 230.223




Provérbios 23

1 Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para aquele que está diante de ti;
2 e põe uma faca à tua garganta, se fores homem de grande apetite.
3 Não cobices os seus manjares gostosos, porque é comida enganadora.
“Não destruas por causa da comida a obra de Deus. É verdade que tudo é limpo, mas mal vai para o homem que come com escândalo.” (Romanos 14.20)
Se não há ninguém nas proximidades, enquanto comemos e bebemos, é certo que os olhos de Deus acompanham o nosso procedimento, avaliando se o fazemos de modo adequado, ou com glutonaria, ou de forma escandalosa.
O provérbio recomenda o cuidado que se deve ter quando participamos de banquetes promovidos por autoridades, e que, geralmente, são servidos com guloseimas e bebidas de todos os tipos.
A pessoa que é de fato comedida no viver, há de demonstrá-la em todas as áreas, inclusive no modo como se comporta às refeições.
Os que não têm controle sobre si, e não conseguem refrear seus desejos, geralmente, o revelam quando à mesa, comendo e bebendo desenfreada e escandalosamente.
O provérbio chama o banquete, de comida enganadora, pois não está ali para o propósito de alimentar, senão o de colocar à prova, como se fosse uma armadilha, aqueles que pela sua forma de se comportar à mesa, demonstrarão se têm educação e controle sobre seus desejos.
Como poderemos colocar sobre o governo de outros, aqueles que não têm controle sobre si mesmos?
Temperança e moderação são virtudes que para tudo são proveitosas, nas quais devemos exercitar em todas as ocasiões e situações.
“Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios.
Não inclines o meu coração a coisas más, a praticar obras más, com aqueles que praticam a iniquidade; e não coma das suas delícias.” (Salmos 141.3,4)
4 Não te fatigues para seres rico; dá de mão à tua própria sabedoria:
5 Fitando tu os olhos nas riquezas, elas se vão; pois fazem para si asas, como a águia, voam para o céu.
É comum se ouvir que a pessoa inteligente é aquela que sabe ganhar muito dinheiro.
Todavia, Salomão, que era muito rico, diz repetidamente que a sabedoria é melhor do que todas as riquezas.
Não é correto, portanto se estabelecer um vínculo entre sabedoria ou inteligência, com riquezas.
Se assim fora, poderia ser dito de Jesus e dos apóstolos, quando estiveram neste mundo, que não eram pessoas sábias e inteligentes, uma vez que sabidamente eram muito pobres.
Então, não é sábio gastar nosso tempo e empenho, com o único propósito de juntar riquezas mundanas.
Além de ser a raiz de todos os males, o amor ao dinheiro cega para a verdade de que as riquezas terrenas são instáveis, e como se diz no provérbio, elas fazem asas para si e voam para bem longe de nós, de maneira que não podemos mais alcançá-las, e isto, se não ocorrer por outros motivos, certamente há de suceder no dia da nossa morte.
Então, somos ordenados a deixar de lado este tipo de sabedoria que consiste em ser sábio segundo o próprio conceito, ser sábio a seus próprios olhos, e não segundo a verdade que nos é ensinada por Deus em Sua Palavra eterna.
“Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal.” - Provérbios 3:7
“Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos!” - Isaías 5:21
“O caminho do insensato é reto aos seus próprios olhos, mas o que dá ouvidos ao conselho é sábio.” - Provérbios 12:15
“Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus próprios olhos.” - Provérbios 26:5
“Tens visto o homem que é sábio a seus próprios olhos? Pode-se esperar mais do tolo do que dele.” - Provérbios 26:12
“O homem rico é sábio aos seus próprios olhos, mas o pobre que é entendido, o examina.” - Provérbios 28:11
“Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que respondem bem.” - Provérbios 26:16














6 Não comas o pão do que tem o olhar maligno, nem cobices os seus manjares gostosos.
7 Porque, como ele pensa consigo mesmo, assim é; ele te diz: Come e bebe; mas o seu coração não está contigo.
8 Vomitarás o bocado que comeste, e perderás as tuas suaves palavras.
O ato de comer acompanhado é um gesto de sociabilidade, e sinaliza alguma forma de intimidade e confidencialidade com os convivas.
Aqui está declarada a prudência que se deve ter, em não se contar como amigo do peito, alguém que sequer consegue ocultar seu olhar malicioso, e, apesar de tentar se mostrar muito gentil convidando-nos a comer e a beber, o seu coração não está conosco, ou seja, não nos ama, nem tem verdadeiro apreço por nós.
Seria prudente rejeitar o convite e até mesmo a própria aproximação, uma vez que pela forma de expressar seus pensamentos podemos constatar, que a referida pessoa é falta de sabedoria e do temor de Deus, e aquilo que ele expressa em pensamentos, é exatamente o que é em seu ser.
Desta forma, toda as nossas palavras amáveis e gentis serão desperdiçadas, porque o coração desta pessoa não dá o mínimo valor a isso, ao contrário, produz uma aversão que ela poderá dissimular ou mesmo revelar.
A figura usada no provérbio de se vir a vomitar o que se comeu, significa que em vez de ser proveitosa tal alimentação, em tais circunstâncias, sua companhia é algo que nos fará mais mal do que bem, e bom seria que nem tivéssemos comido os manjares do ímpio, por mais deliciosos que fossem.









9 Não fales aos ouvidos do tolo; porque desprezará a sabedoria das tuas palavras.
Somos aqui orientados a “não lançar pérolas aos porcos (Mateus 7.6)”, e não expor as coisas sagradas ao desprezo e zombaria dos escarnecedores profanos.
É nosso dever falar das coisas divinas a tempo e a fora de tempo, porém devemos ter discernimento, e contar com a instrução do Espírito Santo para saber em que ocasiões e com quais pessoas não convém fazê-lo, porque somente daria ocasião a que nós mesmos e as coisas que falarmos sejam desprezados.
Assim, em vez de fazermos o bem que intentamos para tais pessoas, estaremos contribuindo apenas para agravar ainda mais o seu juízo, pela atitude que nelas será despertada por nossa causa.
Há daqueles que são tolos por convicção e se agradam de serem o que são, de maneira que não permitirão ser mudados, ainda que lhes venha um anjo do céu com uma mensagem da parte de Deus.
A sabedoria e o modo de vida que Deus tem para todos os homens é uma oposição a tudo o que eles fazem e desejam, e desta forma, não somente desprezam as palavras de sabedoria por não poderem compreendê-las, como também, porque lhes apontam um caminho no qual não desejam caminhar de modo algum.








10 Não removas os limites antigos; nem entres nos campos dos órfãos,
11 porque o seu redentor é forte; ele lhes pleiteará a causa contra ti.
Aquele que confia em Deus e tem nele todo o seu prazer, nunca estará desamparado, pois o Senhor mesmo será o seu advogado e protetor.
Somam-se os exemplos na história da humanidade, daqueles que pensando ser uma grande vantagem para eles tirar proveito injustamente de órfãos e de viúvas, por não terem na terra quem pudesse lhes contestar os atos, mas tiveram que enfrentar o justo juízo de Deus que se levantou tanto para puni-los, quanto para garantir a posse daqueles que haviam espoliado.






12 Aplica o teu coração à instrução, e os teus ouvidos às palavras do conhecimento.
13 Não retires da criança a disciplina; porque, fustigando-a tu com a vara, nem por isso morrerá.
14 Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do Seol.
15 Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á o meu coração, sim, o meu próprio;
16 e exultará o meu coração, quando os teus lábios falarem coisas retas.
Há um dever imposto a todo homem, da parte de Deus, que eduque e instrua seus filhos no caminho da Sua justiça.
Ele havia chamado Abraão no passado, antes mesmo de ter dado a Lei a Moisés, cerca de 430 anos depois, com o seguinte propósito:
“E disse o Senhor: Ocultarei eu a Abraão o que faço,
visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra?
Porque eu o tenho conhecido, e sei que ele há de ordenar a seus filhos e à sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para agir com justiça e juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado.” (Gênesis 18.17-19)
Foi para o bem de pessoas em todas as nações que Deus chamou Abraão, e formou uma nação a partir dele, tendo-lhe dado mandamentos e ordenanças acerca do modo pelo qual importa vivermos, para que sejamos aceitos e agradáveis a Ele, e assim escaparmos do juízo eterno de fogo que está reservado para todos aqueles que lhe desobedecem.
Isto posto, e uma vez tendo chegado até nós este testemunho através das Escrituras, qual é o nosso dever senão o de também ordenarmos nossas casas e nossos filhos, para que os caminhos do Senhor sejam guardados, agindo nós com justiça e juízo?
Para o bem daqueles que sob nossa tutela se levantem contra isto, nada há para se fazer senão repreendê-los e discipliná-los, por amor eles, de modo que sejam achados na posição em que possam ser abençoados pelo Senhor, bem como a livrá-los de juízos futuros, e dentre estes o pior de todos, que é o sofrimento eterno no Seol.







17 Não tenhas inveja dos pecadores; antes conserva-te no temor do Senhor todo o dia.
18 Porque deveras terás uma recompensa; não será malograda a tua esperança.
Há um tipo de liberdade, a propósito, muito ampla e comum, que na verdade não passa de escravidão ao pecado e ao diabo.
Aqueles que têm rejeitado andar no temor do Senhor todos os dias serão facilmente tentados e atraídos para escolherem tal estilo de vida, em que fazem somente aquilo que é da sua vontade e atenda aos seus desejos carnais.
A natureza terrena decaída no pecado tem prazer somente naquelas coisas que contrariam a vontade de Deus, e acha prazer em práticas e coisas que Ele abomina, pois é inerentemente inimiga e contrária a tudo o que se refira à divindade.
Se é proibido pelas Escrituras, tanto melhor, pois o pecado tem este prazer latente de contrariar a vontade de Deus, sendo nisto ajudado pelo Seu arqui-inimigo – Satanás – que tenta, dimensiona e incentiva a prática daquilo que entristece o coração de Deus.
Os que são do Senhor por serem efetivamente convertidos a Cristo, quando caem nesses laços são alcançados pela misericórdia de Deus, para que vejam a real condição em que se encontram e quantos males produzem à sua alma, pois pelo Espírito Santo podem discernir estas coisas, ainda que não imediatamente.
Mas, aqueles que não têm a habitação do Espírito Santo, e cujos ouvidos espirituais são completamente surdos para ouvir e entender a vontade do Senhor, permanecem na estrada da perdição, julgando estar trilhando o caminho da verdadeira felicidade e sabedoria.
Muitas são as tribulações e aflições dos crentes neste mundo, mas pelo Espírito é infundida em seus corações a esperança da glória eterna que lhes aguarda, depois de cessadas todas as lutas que devem empreender neste mundo contra o pecado, o diabo e o mundanismo.





19 Ouve tu, filho meu, e sê sábio; e dirige no caminho o teu coração.
20 Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne.
21 Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza; e a sonolência cobrirá de trapos o homem.
22 Ouve a teu pai, que te gerou; e não desprezes a tua mãe, quando ela envelhecer.
23 Compra a verdade, e não a vendas; sim, a sabedoria, a disciplina, e o entendimento.
24 Grandemente se regozijará o pai do justo; e quem gerar um filho sábio, nele se alegrará.
25 Alegrem-se teu pai e tua mãe, e regozije-se aquela que te deu à luz.
26 Filho meu, dá-me o teu coração; e deleitem-se os teus olhos nos meus caminhos.
27 Porque cova profunda é a prostituta; e poço estreito é a aventureira.
28 Também ela, como o salteador, se põe a espreitar; e multiplica os transgressores entre os homens.
Este conjunto de provérbios foca principalmente, na questão de se evitar a todo custo as más companhias, e o motivo disto deve estar baseado na boa instrução recebida dos pais quanto ao modo de se andar nos caminhos de Deus.
O próprio Deus expressa o seu grande prazer em constatar que um filho tem sido motivo de alegria para seus pais, por ter-lhe dado o seu coração, e assim ter permitido a obra da Sua graça em sua vida, aplicando nele todos os bons ensinamentos que lhes foram transmitidos por seus pais.
Somente o deleitar-se nos caminhos de Deus pode prevenir de cairmos nas muitas tentações e perigos que militam contra a nossa alma neste mundo; como, por exemplo, são citados os comilões, os beberrões, e as mulheres que são prostitutas e aventureiras.
Satanás usa todo o arsenal que tem a seu dispor, para tentar desviar um filho de Deus do caminho em que ele deve andar.
Por isso se ordena no verso 23 o seguinte: “Compra a verdade, e não a vendas; sim, a sabedoria, a disciplina, e o entendimento.”
A verdade da Palavra de Deus deve ser adquirida pelo preço da consagração de nossas vidas, e não deve ser vendida ou negociada por qualquer coisa, nem mesmo pela paz, pois se a condição de estarmos em paz com alguém é que nos desfaçamos da verdade em que temos vivido, é melhor romper relações e permanecer fiel a Deus, do que fazer o contrário.
O mesmo se aplica à sabedoria, à disciplina e ao entendimento das Escrituras, porque aquilo que se tem alcançado por diligência e esforço, não deve ser negociado por nada deste mundo. Nosso galardão futuro, nossa coroa dependem de mantermos isto até o fim de nossa jornada.
Felizes então, são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a praticam, guardando-a em seus corações como o precioso tesouro, que de fato ela é.
Quanto mais for ouvida a Palavra, seja em forma de pregação ou ensino, ou na comunhão dos santos, melhor, pois fará com que fique cada vez mais arraigada em nossas mentes e corações, e dificilmente poderá ser removida daí pelas tentações de Satanás e do mundo.
Eis que vivemos num mundo cheio de propagandas pervertidas e enganosas, especialmente nos meios de comunicação de massas. Apresenta-se a volúpia de mulheres seminuas bebendo cerveja, associando-se a imagem da bebida ao sexo, e no fim a advertência falaciosa: “consuma com moderação”.
Apresenta-se o veneno, e se diz em seguida: “faça uso de pequenas porções”.
Os jovens são estimulados por músicas sensuais e devassas, com letras abomináveis que fazem o próprio diabo corar de vergonha, na maior parte dos programas de TV voltados para entretenimento, como se fosse este o grande objetivo de vida a ser alcançado pela juventude, na imitação desses falsos ídolos ocos, completamente vazios da verdade, da sabedoria, da disciplina de Deus em seus corações.
Conseguiram elevar à categoria de música, estilos que não possuem qualquer musicalidade que configurem o arranjo das notas musicais, pois que não passam de clamores nascidos no inferno expressados em vozes e sons guturais que nada têm além do propósito de assombrar, estimular à violência e à imoralidade desenfreada.
Práticas sexuais que Deus abomina direta e claramente na Sua Palavra são brindadas, até mesmo como motivo de orgulho para aqueles que as praticam, e a sociedade como um todo aplaude como símbolo de grande coragem, liberdade e desprendimento.
Como poderá o jovem, em sua inexperiência, escapar de tudo isto, a não ser por ouvir aqueles que são experimentados nas coisas de Deus, cujo testemunho de vidas consagradas revelam o quanto há de trevas em todas estas coisas citadas, entre tantas outras?









29 Para quem são os ais? Para quem os pesares? Para quem as pelejas, para quem as queixas? Para quem as feridas sem causa? E para quem os olhos vermelhos?
30 Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando bebida misturada.
31 Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.
32 No seu fim morderá como a cobra, e como o basilisco picará.
33 Os teus olhos verão coisas estranhas, e tu falarás perversidades.
34 e serás como o que se deita no meio do mar, e como o que dorme no topo do mastro.
35 E dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando virei a despertar? Ainda tornarei a buscá-lo outra vez.
Salomão dá aqui, uma advertência justa contra o pecado da embriaguez. Ele adverte todas as pessoas, a se manterem fora do caminho das tentações para este pecado (v 31).
Fugir das fontes de tentação é na maioria dos casos, o único e grande remédio para evitar cair nelas.
O que brinca com uma cobra venosa em seu peito expõe-se ao risco de ser picado por ela. Mas aquele que não o faz está fora deste risco.
Os olhos são caçadores por natureza, especialmente daquelas coisas que parecem ser de grande vantagem para nós, ou para saciarem os nossos desejos; no entanto, escondem em si o veneno da nossa destruição.
Então, uma vez gerada a cobiça que nos entrou pelo sentido da visão, a melhor e talvez a única coisa a fazer é: FUJA!!!
Continuar olhando e permanecer exposto à fonte da tentação, fatalmente conduzirá à queda, e é bem certo que não poderemos contar com a ajuda da graça divina para nos dar o escape, enquanto não decidirmos fugir, porque Deus não age violando a nossa vontade, senão em justa cooperação com ela. Se fugirmos ou se nos esforçamos nesse sentido pedindo-lhe auxílio, é certo que nos ajudará, mas se ficarmos esperando que um anjo venha do céu, ou que o poder da graça nos livre enquanto continuamos cobiçando o pecado, podemos ter por certo que estaremos por nossa própria conta e risco.
Vivemos num mundo cheio de perigos e tentações, mas Satanás procura disfarçar tudo isto no formato de um grande campo de prazeres e um maravilhoso parque de diversões.
Se assim fora, não seríamos ordenados a vigiar e a orar em todo o tempo, pelo próprio Senhor Jesus Cristo, para não cairmos em tentações.
Estes perigos e tentações são uma grande escola de aprendizagem para aqueles que amam a Deus, pois é nisto que são exercitados em aprender a separar o que é precioso do que é vil, a terem seus caracteres refinados, a ponto de saber discernir o que é uma fonte de tentação, e ter poder moral e espiritual para evitá-la,
Os santos não são pessoas ingênuas e inocentes, cujos olhos nunca contemplaram o mal, ou então que nunca foram tentadas; ao contrário, quanto mais crescem em santificação, mais intensas se tornam as batalhas que têm que travar contra a carne, o diabo e o mundo, e é exatamente nisto que se tornam soldados cada vez mais hábeis para a vitória, por confiarem inteiramente na graça de Jesus, e consagrarem totalmente seus corações à vontade de Deus.
O vício da bebida forte continua ainda operando no mundo, mas há vícios muito piores do que este no mundo moderno, que exigem de nós uma maior vigilância e determinação para escapar deles.
O chamado mundo virtual da pornografia é, por exemplo, algo em que muitos têm caído e se tornado viciados, a ponto de destruírem toda a vida espiritual que possuíam.
O chamado mundo de ostentação, que não é algo novo, definido na Bíblia como soberba da vida, tem ampliado suas oportunidades e horizontes em passeios e viagens sem fim em transatlânticos, em roteiros gastronômicos, em hospedagens em hotelaria digna da realeza; e, tudo isto está ao alcance da classe média, que é muito mais atraída por estas coisas do que os próprios ricos.
Tudo isso, sem contar os roteiros de shows teatrais e musicais mundanos que têm afastado não poucos dos caminhos de Deus, daquela vida de humildade, simplicidade, sobriedade, moderação, e tantas outras virtudes afins, que nos são recomendadas pelo Evangelho.


Biografia:
Servo de Deus, que tendo sido curado, pela graça de Jesus, de um infarto do miocárdio e de um câncer intestinal, tem se dedicado também a divulgar todo o material que produziu ao longo dos 43 anos do seu ministério, que sempre realizou para a exclusiva glória de Deus, sem qualquer interesse comercial ou financeiro. Há alguns anos atrás, falou-me o Senhor numa visão que eu fosse ter com os puritanos e com Martyn LLoyd Jones. Exatamente com estas palavras. Por incrível que possa parecer, até então, nunca havia ouvido falar sobre os puritanos e LLoyd Jones. Mais tarde, fui impelido pelo Senhor a divulgar todo o material que havia produzido como fruto do referido estudo. Você pode ler e baixar estas mensagens nos meus seguintes blogs e site: http://livrosbiblia.blogspot.com.br/ Comentário dos livros do Velho Testamento https://www.legadopuritano.com/ https://spurgeonepuritanos.net/ https://jenyffercarrandier.wixsite.com
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