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ENTENDA DE UMA VEZ POR TODAS O HINO NACIONAL
Pequeno Estudo sobre o Hino Nacional Brasileiro (texto registrado)
Fabbio Cortez

Resumo:
VISITE O SITE DE FABBIO CORTEZ: fabbiocortez.com

FABBIO É PROFESSOR, COPIDESQUE, CONTISTA, POETA E COMPOSITOR.


Copyright © 2005 Fabbio Cortez (o teor deste microestudo é parte do livro eletrônico PEQUENOS ACERTOS NO PORTUGUÊS FALADO, de Fabbio Cortez, ed. Autografia, Rio, 2017, ISBN 9788551800317)


Como bons patriotas, é importante compreendermos corretamente o que diz a letra do hino de nossa nação. O amor genuíno a nossas origens ajuda-nos em nossa autoestima!
Caro irmão brasileiro, prezada irmã brasileira, disseminemos mais patriotismo a nossos filhos e à sociedade em geral!

De antemão, olhe como fica fácil o entendimento do hino com a letra simplificada, em versão livre:

I
As margens tranquilas do riacho Ipiranga ouviram o grito forte de um povo heroico (as margens é que ouviram o grito...) e, em raios cintilantes, o sol da Liberdade brilhou no céu de nossa Pátria naquele momento.

Ó Liberdade, contigo nosso peito desafia a própria morte se conseguimos conquistar a garantia dessa igualdade com firmeza!

Ó Pátria amada, por quem transbordamos de amor, damos "Vivas" a ti!

Meu Brasil, um sonho intenso, um raio nítido de amor e de esperança desce à terra se a imagem da constelação "Cruzeiro do Sul" brilha intensamente em teu céu formoso, risonho e claro.

Gigante corajoso, pela própria natureza és belo e forte, e no futuro será notória essa grandeza.

Entre outras mil terras, tu és adorada, ó Pátria amada, meu Brasil!

Pátria amada, tu és a mãe generosa dos filhos deste solo.

II
Ó meu Brasil, rico ornato da América, tu brilhas iluminado à luz solar deste jovem continente, estabelecido para sempre neste solo extenso e rico ao som do mar que dominas e à luz de um céu inigualável.

Brasil, teus risonhos e lindos campos têm mais flores do que a terra mais vistosa, como nossos bosques têm mais vida e nossa vida em teu coração tem mais amores que qualquer outra terra.

Ó Pátria amada, por quem transbordamos de amor, damos "Vivas" a ti!

Brasil, que a bandeira estrelada que tu exibes com orgulho seja símbolo de amor eterno e suas cores verde e amarela digam "Temos Glória no passado e ansiamos pela Paz futura".

Mas se para a guerra tu ergues a arma forte da justiça, verás que um filho teu não foge à luta, e quem te adora não teme nem a própria morte.

Entre outras mil terras, tu és adorada, ó Pátria amada, meu Brasil!

Tu és, Pátria amada, a mãe generosa dos filhos deste solo.

.......

Para quem se interessar, segue o microestudo completo:

Pequeno Estudo sobre o Hino Nacional Brasileiro

Pelo escritor e professor Fabbio Cortez

Copyright © 2005 (este texto é parte do livro eletrônico PEQUENOS ACERTOS NO PORTUGUÊS FALADO, de Fabbio Cortez, ed. Autografia, Rio, 2017, ISBN 9788551800317)

É possível, caso queira, copiar o texto: mande a seus amigos à vontade. Solicita-se somente CITAR A FONTE E A AUTORIA DO ESCRITOR E PROFESSOR FABBIO CORTEZ.

(Administração de textos — Equipe editorial)
                     
...............
Sumário

Introdução
Autoria do hino
Primeiro passo: o hino em estrutura de poema
Segundo passo: a letra aberta
Terceiro passo: a interpretação
Quarto passo: o entendimento simplificado do texto

...............
Introdução

Há um tempo, uma cantora renomada fez-nos um grande favor: despertou-nos. Ninguém sabe o que de fato ocorreu com ela, fato é que parecia estar sob efeito de fortes medicamentos ou, então, para lá da Teerã dos níveis etílicos admissíveis. Mas a verdade é que ela maltratou demais o coitado do hino. Perdoamo-la porque passar por um constrangimento semelhante em plena mídia aberta não é fácil. E veja: a tal artista da voz abriu-nos os olhos. Ou os ouvidos.

A questão é que o Hino Nacional do Brasil parece ser um desafio para nosso povo. Pelo que se percebe, poucas pessoas o compreendem, haja vista as inversões de termos oracionais e algumas palavras em desuso. Acabamos, por causa disso – quando encontramos oportunidade de fazê-lo – cantando-o mecanicamente. Um trá-lá-lá irrefletido e frouxo; puxa, falta de civismo!

Portanto, mesmo sabendo haver outros trabalhos do tipo, resolvi despretensiosamente também escarafunchar a letra da obra e, após exame algo criterioso, pequena investigação histórica e desdobramento dos versos, disseminar, de modo mais sucinto e claro possível, as conclusões a que cheguei.

Meu interesse estrito é o de tentar contribuir, ainda que de forma mínima, para que não venha totalmente à ruína o patriotismo tão abalado em nosso país, pois tenho desde sempre me amofinado pelo "orgulho" momentâneo – na realidade, a meu ver, pseudopatriotismo – vindo à tona somente em época de Copas do Mundo e eventos do tipo. Nada contra o esporte, isso é bom e tem de ser assim mesmo, mas só ter sentimento cívico nesses momentos, convenhamos, não é admissível.

Bem, vamos lá: para nos facilitar, separei o trabalho em quatro breves passos, a saber:
1) A letra do hino em estrutura de poema (tal qual o conhecemos);
2) A letra aberta (sem versificação, mas separada em suas estrofes originais), com as principais marcações a serem depois desenvolvidas;
3) A interpretação em si (bem veloz); e
4) O entendimento simplificado do poema.
Espero sinceramente que, ao menos em algum ponto ou outro, o presente opúsculo lhe seja proveitoso.

......................
Autoria do hino

A música, composta em 1822, é de Francisco Manuel da Silva (Rio de Janeiro/RJ, 1795 – Rio de Janeiro/RJ, 1865), que foi diretor musical da Capela Real, compositor, maestro, professor, posteriormente mestre-de-capela da Imperial Câmara, além de fundador do Conservatório do Rio de Janeiro, atual Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Tentou-se adaptar algumas outras letras à melodia estabelecida, mas a atual – e definitiva – , escolhida por meio de concurso em 1909, é de Joaquim Osório Duque-Estrada (Pati do Alferes/RJ, 1870 – Rio de Janeiro/RJ, 1927), escritor, crítico literário, professor, jornalista e imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL).

Note que o autor da letra nasceu cinco anos depois da morte do autor da música. O texto só foi oficializado como letra do Hino Nacional em 6 de setembro de 1922, véspera do Centenário da Independência, por Decreto do então presidente Epitácio Pessoa.

......................
Primeiro passo: o hino em estrutura de poema (tal qual o conhecemos)

1ª parte

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido,
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo
És mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!


2ª parte

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo
És mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!

......................
Segundo passo: a letra aberta (sem versificação, mas separada em suas estrofes), com as principais marcações a serem depois desenvolvidas

I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heroico o brado retumbante, e o sol da Liberdade, em raios fúlgidos, brilhou no céu da Pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade conseguimos conquistar com braço forte, em teu seio, ó Liberdade, desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada, idolatrada, salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido de amor e de esperança à terra desce, se em teu formoso céu, risonho e límpido, a imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza, és belo, és forte, impávido colosso, e o teu futuro espelha essa grandeza
Terra adorada, entre outras mil, és tu, Brasil, ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

II
Deitado eternamente em berço esplêndido, ao som do mar e à luz do céu profundo, fulguras, ó Brasil, florão da América, iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida, teus risonhos, lindos campos têm mais flores; "Nossos bosques têm mais vida", "Nossa vida" no teu seio "mais amores".
Ó Pátria amada, idolatrada, salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo o lábaro que ostentas estrelado, e diga o verde-louro desta flâmula - Paz no futuro e glória no passado.
Mas, se ergues da justiça a clava forte, verás que um filho teu não foge à luta, nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada entre outras mil, és tu, Brasil, Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

.....................
Terceiro passo: a interpretação

I
Ouviram do Ipiranga (do tupi "ypiranga", que quer dizer "rio vermelho", riacho da cidade de São Paulo perto do qual o então príncipe herdeiro do trono de Portugal, Dom Pedro, futuramente D. Pedro I – primeiro imperador do Brasil – teria declarado a Independência em 1822) as margens (observe que as margens do riacho é que ouviram o brado) plácidas (tranquilas) de um povo heroico (atualmente sem o sinal agudo) o brado retumbante (grito muito forte que chega a fazer eco) e o sol da Liberdade (o sol aqui – com letra minúscula – não é o astro e sim a força luminosa nascida da Liberdade personificada, o esclarecimento dela emanado naquele momento importante) em raios fúlgidos (cintilantes), brilhou no céu da Pátria ("pátria" invoca o tempo ido – a história – e, necessariamente, os antepassados, e a terra natal ou adotiva de alguém que tenha vínculos estritos de afeição, de cultura e valores locais; diferentemente de "nação", que tem a ver com nascimento, de onde se vem, a nacionalidade, quer dizer, tudo o que é ligado jurídica e politicamente ao Estado (União) nesse instante.
(Para melhor entendimento: As margens tranquilas do riacho Ipiranga ouviram o grito forte de um povo heroico e o sol da Liberdade, em raios cintilantes, brilhou no céu de nossa Pátria nesse momento.)
Se o penhor (se a garantia, penhora) dessa igualdade conseguimos conquistar com braço forte (muitos cantam erradamente "braços fortes"), em teu seio (em teu teu coração), ó Liberdade, desafia o nosso peito a própria morte! Ó Pátria amada, idolatrada (pela qual se transborda de amor), Salve! Salve! (Damos-lhe "Vivas!")
(Para melhor entendimento: O nosso peito desafia a própria morte, ó Liberdade personificada, dentro de teu próprio coração, se conseguimos conquistar a garantia dessa igualdade com firmeza! Ó Pátria amada, pela qual transbordamos de amor, damos "Vivas" a ti!)

Brasil, um sonho intenso (às vezes há titubeação devido à dúvida entre este trecho e “de amor eterno” da 2ª parte), um raio vívido (destacado, bem visualizado, nítido) de amor e de esperança à terra desce, se em teu formoso céu, risonho e límpido (sem nehuma nuvem), a imagem do Cruzeiro (do Sul) resplandece (brilha intensamente).

(Para melhor entendimento: Um sonho intenso, meu Brasil, um raio nítido de amor e de esperança desce à terra, se a imagem da constelação "Cruzeiro do Sul" brilha intensamente em teu formoso, risonho e limpo céu.)
Gigante pela própria natureza, és belo, és forte, impávido (corajoso, destemido) colosso (outra vez o sentido de "gigante", corroborando o primeiro), e o teu futuro espelha (muitos cantam erradamente "espelha" com o timbre do segundo "e" aberto: /espélha/ - mas o correto é fechar o "e": /espêlha/) essa grandeza. Terra adorada, entre outras mil, és tu, Brasil, ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil (mãe defensora dos filhos e generosa com eles, como qualquer boa mãe), Pátria amada, Brasil!
(Para melhor entendimento: Gigante destemido, pela própria natureza és belo e forte e o teu futuro mostra essa grandeza. Entre outras mil terras, tu és, meu Brasil, ó Pátria amada, a mãe generosa dos filhos deste solo. )

II
Deitado eternamente em berço esplêndido (aqui não significa um Brasil "preguiçoso", que descansa para sempre - como querem maldosa e levianamente interpretar alguns, mas sim um Brasil estabelecido num solo maravilhoso, extenso e riquíssimo, com recursos naturais intermináveis. Só pode ser essa a intenção de Duque-Estrada), ao som do mar e à luz do céu profundo ("profundo" aqui no sentido de "sem fim", eterno, inimaginável), fulguras (brilhas), ó Brasil, florão (ornato, enfeite de ouro e/ou pedras preciosas em forma de flor) da América, iluminado ao sol (luz solar) do Novo Mundo! (o continente americano; era como, às vezes, os europeus denominavam a América quando de sua descoberta, que era novo continente em relação ao "velho mundo"(Europa), assim como à África e à Ásia.)
(Para melhor entendimento: Ó meu Brasil, rico ornato da América, tu brilhas iluminado à luz solar do jovem continente, estabelecido para sempre neste solo extenso e rico ao som do mar que dominas e à luz dum céu inigualável . )

Do que a terra mais garrida (vistosa, contente) teus risonhos, lindos campos têm mais flores; "nossos bosques têm mais vida", "nossa vida" no (muitos cantam erradamente "em") teu seio "mais amores" (obs.: os termos entre aspas são partes do poema "Canção do Exílio", de Gonçalves Dias na obra "Primeiros cantos"- 1847). Ó Pátria amada, idolatrada, Salve! Salve! Brasil, de amor eterno (às vezes há titubeação devido à dúvida entre este trecho e “um sonho intenso” da 1ª parte) seja símbolo o lábaro (bandeira, estandarte) que ostentas (exibes com orgulho) estrelado, e diga o verde-louro (obviamente as cores verde e amarela da bandeira, símbolizando as florestas e matas e o ouro, as riquezas minerais) desta flâmula (também: bandeira ou estandarte – simples referência ao termo anterior): Paz no futuro e glória no passado (glória estabelecida, histórica, e anseio pela paz futura).

(Para melhor entendimento: Brasil, teus risonhos e lindos campos têm mais flores do que a terra mais vistosa, assim como nosso bosques têm mais vida e nossa vida em teu coração tem mais amores que qualquer outra terra. Ó Pátria amada, pela qual transbordamos de amor, damos "Vivas" a ti! Brasil, que a bandeir estrelada que tu exibes com orgulho seja símbolo de amor eterno e suas cores verde e amarela digam "Glória estabelecida e anseio pela Paz futura".)

Mas, se ergues (para a luta) da justiça a clava (arma usada para bater nos antigos combates homem a homem – espécie de porrete) forte, verás que um filho teu não foge à luta, nem teme, quem te adora, a própria morte. Terra adorada entre outras mil, és tu, Brasil, ó Pátria amada! dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

(Para melhor entendimento: Mas se para a guerra tu ergues a clava forte da justiça, verás que um filho teu não foge à luta nem quem te adora temea própria morte. Entre outras mil terras, tu és, meu Brasil, ó Pátria amada, a mãe generosa dos filhos deste solo. )

...................
Quarto passo, enfim: o entendimento simplificado da letra, em versão livre, mantendo-se a separação das estrofes originais

I
As margens tranquilas do riacho Ipiranga ouviram o grito forte de um povo heroico e o sol da Liberdade, em raios cintilantes, brilhou no céu de nossa Pátria naquele momento.

Contigo, ó Liberdade, nosso peito desafia a própria morte se conseguimos conquistar a garantia dessa igualdade com firmeza!

Ó Pátria amada, por quem transbordamos de amor, damos "Vivas" a ti!

Meu Brasil, um sonho intenso, um raio nítido de amor e de esperança desce à terra se a imagem da constelação "Cruzeiro do Sul" brilha intensamente em teu céu formoso, risonho e claro.

Gigante corajoso, pela própria natureza és belo e forte, e no futuro será notória essa grandeza.

Entre outras mil terras, tu és adorada, ó Pátria amada, meu Brasil!

Pátria amada, tu és a mãe generosa dos filhos deste solo.

II
Ó meu Brasil, rico ornato da América, tu brilhas iluminado à luz solar deste jovem continente, estabelecido para sempre neste solo extenso e rico ao som do mar que dominas e à luz de um céu inigualável.

Brasil, teus risonhos e lindos campos têm mais flores do que a terra mais vistosa, como nossos bosques têm mais vida e nossa vida em teu coração tem mais amores que qualquer outra terra.

Ó Pátria amada, por quem transbordamos de amor, damos "Vivas" a ti!

Brasil, que a bandeira estrelada que tu exibes com orgulho seja símbolo de amor eterno e suas cores verde e amarela digam "Temos Glória no passado e ansiamos pela Paz futura".

Mas se para a guerra tu ergues a arma forte da justiça, verás que um filho teu não foge à luta e quem te adora não teme nem a própria morte.

Entre outras mil terras, tu és adorada, ó Pátria amada, meu Brasil!

Tu és, Pátria amada, a mãe generosa dos filhos deste solo.

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Copyright© Fabbio Cortez



































Biografia:
(Administração de textos — Equipe editorial) ......................................................................................................................................................... Carioca com formação em Letras, Fabbio Cortez é poeta, escritor, revisor, copidesque, consultor estilístico para obras em prosa e poesia, instrutor de técnicas de redação e de caligrafia, consultor de estilo de escrita e leitura, fomentador voluntário para um Brasil mais literário, além de analista da Qualidade Total. | Integra várias antologias, como a I Antologia de Poetas Lusófonos (Folheto Edições, 2008 - Portugal), obra lançada em Lisboa, Zurique, Paris e Rio de Janeiro, e festejada pelos presidentes do Brasil e de Portugal; e em várias edições da Antologia virtual "Saciedade de Poetas Vivos", em que constam nomes consagrados como Affonso Rommano de Sant'Anna, o imortal Lêdo Ivo, Ferreira Gullar e o multimídia Arnaldo Antunes. | Fabbio Cortez é autor do livro de poesia intitulado “Público Cativo”, Oficina Editores, Rio, 2007 - lançado na Bienal Internacional do Livro, Rio -, prefaciado pela multiartista Leila Míccolis, escritora de livros, tevê, cinema e teatro. Escreveu também "Cada dor que anda na rua (perVersos Urbanos)", Editora Blocos, Rio, 2010), obra elogiada pelo crítico literário, jornalista e poeta contemporâneo Tanussi Cardoso. | Cortez é membro da APPERJ - Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro, da UBE/RJ - União Brasileira de Escritores e acadêmico correspondente da AACLIP - Academia de Artes, Ciência e Letras da Ilha de Paquetá, lugar que ama e onde morou. | Também é autor do livro de Contos "Saudade à queima-roupa", Editora Outras Letras, 2011, com noite de autógrafos na Livraria da Travessa - Barra Shopping; e "O mundo perfeito (e outras ficções), Editora Sapere, 2012, de que foi membro do Conselho Editorial, com lançamento na antiga livraria Nobel - Norte Shopping, com orelha do professor Pós-Doutor em Literatura Carlos Eduardo de Almeida. Entre outros escritos sob pseudônimo, lança em 2017 o livro Pequenos acertos no português falado, primeiramente em versão eletrônica.| Fabbio tem várias outras obras concluídas, aguardando o momento certo para publicação. Além disso, trabalha sempre em novos escritos em verso e prosa e seu material literário consta em inúmeras revistas eletrônicas no Brasil e no exterior. | O nome real de Fabbio Cortez é Fábio Cosme Neves Cortez ("Fábio" somente com um bê e com acento), mas seu filho chama-se Fabbio Gabriel (com dois bês e sem acento, justamente para corroborar seu nome artístico). Além de Fabbio Gabriel, tem uma filha amada, Marianna. | Para falar com Fabbio Cortez profissionalmente: contato@fabbiocortez.com | Conheça-o um pouco mais também no site fabbiocortez.com e no portal cultural "Blocos on Line" - www.blocosonline.com.br. | Fabbio Cortez agradece a todos os seus leitores e leitoras, tanto do Brasil como de Portugal, Angola e Cabo Verde, além do de outros países de língua estrangeira. | Tem como principal pseudônimo e eu-narrador o polemista Pietrus Taliger. ......................................................................................................................................................... Referências: escritor Fabbio Cortez; poeta Fabbio Cortez; writer Fabbio Cortez; poet Fabbio Cortez; Fabbio Cortez is a brazilian writer and poet. | Fabbio Cortez – Author
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